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A constituição de um Estado democrático de direito pode veicular normas que reproduzam o teor das normas do ato institucional n 5?


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Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Direito.
O Direito é um conjunto de normas de conduta social imposto coercitivamente pelo Estado para conferir segurança ao cidadão e às suas relações, assim como ao seu patrimônio, seguindo os critérios da justiça, da moral e da ética. Ou seja, trata-se de um instrumento que conserva e regula as estruturas sociais através de um ordenamento jurídico, de forma que, caso o indivíduo faça algo que vá contra o disposto em lei, este deverá responder ao Estado, único que detém o jus puniendi (direito de punir), e que poderá, compelir o agente a responder civil ou penalmente de acordo com o estipulado em lei, visando evitar conflitos e promover a justiça.
O AI-5, ou Ato Institucional n°5, foi um decreto emitido no ano de 1968 pelo governo do general Artur Costa e Silva, um dos presidentes do Brasil durante a Ditadura Militar. Este ato promulgava vários poderes ao governo, que antes eram inexistentes. O AI-5 foi um ato que promovia a repressão de todas as pessoas que se opunham ao regime, mas, mais que isso, foi um ato que sacramentou a autoridade do governo militar, já que fechou o Congresso Nacional, dava o poder do governo de cassar o mandato de políticos eleitos além de poder suspender os direitos políticos de qualquer cidadão, permitindo também que o Governo Federal pudesse intervir na política dos estados e dos municípios.
Portanto, a Constituição de um Estado democrático não pode veicular normas similares ao AI-5, pois isso seria contrário à ideia da democracia.
Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Direito.
O Direito é um conjunto de normas de conduta social imposto coercitivamente pelo Estado para conferir segurança ao cidadão e às suas relações, assim como ao seu patrimônio, seguindo os critérios da justiça, da moral e da ética. Ou seja, trata-se de um instrumento que conserva e regula as estruturas sociais através de um ordenamento jurídico, de forma que, caso o indivíduo faça algo que vá contra o disposto em lei, este deverá responder ao Estado, único que detém o jus puniendi (direito de punir), e que poderá, compelir o agente a responder civil ou penalmente de acordo com o estipulado em lei, visando evitar conflitos e promover a justiça.
O AI-5, ou Ato Institucional n°5, foi um decreto emitido no ano de 1968 pelo governo do general Artur Costa e Silva, um dos presidentes do Brasil durante a Ditadura Militar. Este ato promulgava vários poderes ao governo, que antes eram inexistentes. O AI-5 foi um ato que promovia a repressão de todas as pessoas que se opunham ao regime, mas, mais que isso, foi um ato que sacramentou a autoridade do governo militar, já que fechou o Congresso Nacional, dava o poder do governo de cassar o mandato de políticos eleitos além de poder suspender os direitos políticos de qualquer cidadão, permitindo também que o Governo Federal pudesse intervir na política dos estados e dos municípios.
Portanto, a Constituição de um Estado democrático não pode veicular normas similares ao AI-5, pois isso seria contrário à ideia da democracia.

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