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Como ocorre a liberação dos hormônios anti diurético (ADH), adrenalina, e noradrenalina?


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Há mais de um mês

Foram utilizados conceitos de fisiologia para responder essa questão.


Controle e regulação necessitam de informação. Em animais, como organismos multicelulares, uma grande parte dessas informações é transmitida através de sinais elétricos e químicos. Os mensageiros químicos são conhecidos como hormônios, que são secretados por células, passam para o sistema circulatório e são transportados pelo corpo. Células que liberam hormônios são conhecidas como endócrinas ou hormonais. Células recebem as informações hormonais, através da presença de receptores que reconhecem hormônios específicos. A ligação de um hormônio em um receptor ativa mecanismos na célula que levam a uma reação. Essa reação pode se dar no desenvolvimento, na fisiologia ou mesmo no comportamento.


Com uma diminuição do volume sanguíneo a pressão sanguínea tende a cair, com isso há uma queda na atividade de receptores de estiramento em grandes artérias que levam esta informação à células no hipotálamo, responsáveis pela regulação do hormônio antidiurético (ADH), estimulando a sua produção. ADH age nos rins influenciando a sua permeabilidade à água. Quando há grande concentração de ADH no sangue a reabsorção de água pelos rins é aumentada produzindo uma urina altamente concentrada, mantendo o volume de sangue e impedindo a queda da pressão sanguínea. Com uma concentração de ADH baixa, a permeabilidade do rim diminui, a urina se torna mais diluída e a pressão sanguínea cai.


Adrenalina e noradrenalina são derivados do aminoácido Tirosina. São produzidos pela glândula suprarrenal como reação a situações de estresse, e preparam o corpo para atividade (fuga ou luta). Adrenalina aumenta o batimento cardíaco e guia o sangue do sistema digestório para os músculos. Esta reação pode ser desencadeada por ameaças reais, como uma situação de perigo, ou mesmo por situações estressantes, como antes de uma prova ou apresentação.


Fonte:

Sadava, D.; Orians, G,; Heller, H.C.; Hillis, D.; Berenbaum, M.R. Purves, Biologie. 7ª ed. Suíça: Springer Spektrum, 2006.

Foram utilizados conceitos de fisiologia para responder essa questão.


Controle e regulação necessitam de informação. Em animais, como organismos multicelulares, uma grande parte dessas informações é transmitida através de sinais elétricos e químicos. Os mensageiros químicos são conhecidos como hormônios, que são secretados por células, passam para o sistema circulatório e são transportados pelo corpo. Células que liberam hormônios são conhecidas como endócrinas ou hormonais. Células recebem as informações hormonais, através da presença de receptores que reconhecem hormônios específicos. A ligação de um hormônio em um receptor ativa mecanismos na célula que levam a uma reação. Essa reação pode se dar no desenvolvimento, na fisiologia ou mesmo no comportamento.


Com uma diminuição do volume sanguíneo a pressão sanguínea tende a cair, com isso há uma queda na atividade de receptores de estiramento em grandes artérias que levam esta informação à células no hipotálamo, responsáveis pela regulação do hormônio antidiurético (ADH), estimulando a sua produção. ADH age nos rins influenciando a sua permeabilidade à água. Quando há grande concentração de ADH no sangue a reabsorção de água pelos rins é aumentada produzindo uma urina altamente concentrada, mantendo o volume de sangue e impedindo a queda da pressão sanguínea. Com uma concentração de ADH baixa, a permeabilidade do rim diminui, a urina se torna mais diluída e a pressão sanguínea cai.


Adrenalina e noradrenalina são derivados do aminoácido Tirosina. São produzidos pela glândula suprarrenal como reação a situações de estresse, e preparam o corpo para atividade (fuga ou luta). Adrenalina aumenta o batimento cardíaco e guia o sangue do sistema digestório para os músculos. Esta reação pode ser desencadeada por ameaças reais, como uma situação de perigo, ou mesmo por situações estressantes, como antes de uma prova ou apresentação.


Fonte:

Sadava, D.; Orians, G,; Heller, H.C.; Hillis, D.; Berenbaum, M.R. Purves, Biologie. 7ª ed. Suíça: Springer Spektrum, 2006.

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Andre

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Foram utilizados conceitos de fisiologia para responder essa questão.


Controle e regulação necessitam de informação. Em animais, como organismos multicelulares, uma grande parte dessas informações é transmitida através de sinais elétricos e químicos. Os mensageiros químicos são conhecidos como hormônios, que são secretados por células, passam para o sistema circulatório e são transportados pelo corpo. Células que liberam hormônios são conhecidas como endócrinas ou hormonais. Células recebem as informações hormonais, através da presença de receptores que reconhecem hormônios específicos. A ligação de um hormônio em um receptor ativa mecanismos na célula que levam a uma reação. Essa reação pode se dar no desenvolvimento, na fisiologia ou mesmo no comportamento.


Com uma diminuição do volume sanguíneo a pressão sanguínea tende a cair, com isso há uma queda na atividade de receptores de estiramento em grandes artérias que levam esta informação à células no hipotálamo, responsáveis pela regulação do hormônio antidiurético (ADH), estimulando a sua produção. ADH age nos rins influenciando a sua permeabilidade à água. Quando há grande concentração de ADH no sangue a reabsorção de água pelos rins é aumentada produzindo uma urina altamente concentrada, mantendo o volume de sangue e impedindo a queda da pressão sanguínea. Com uma concentração de ADH baixa, a permeabilidade do rim diminui, a urina se torna mais diluída e a pressão sanguínea cai.


Adrenalina e noradrenalina são derivados do aminoácido Tirosina. São produzidos pela glândula suprarrenal como reação a situações de estresse, e preparam o corpo para atividade (fuga ou luta). Adrenalina aumenta o batimento cardíaco e guia o sangue do sistema digestório para os músculos. Esta reação pode ser desencadeada por ameaças reais, como uma situação de perigo, ou mesmo por situações estressantes, como antes de uma prova ou apresentação.


Fonte:

Sadava, D.; Orians, G,; Heller, H.C.; Hillis, D.; Berenbaum, M.R. Purves, Biologie. 7ª ed. Suíça: Springer Spektrum, 2006.

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Andre

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Foram utilizados conceitos de fisiologia para responder essa questão.


Controle e regulação necessitam de informação. Em animais, como organismos multicelulares, uma grande parte dessas informações é transmitida através de sinais elétricos e químicos. Os mensageiros químicos são conhecidos como hormônios, que são secretados por células, passam para o sistema circulatório e são transportados pelo corpo. Células que liberam hormônios são conhecidas como endócrinas ou hormonais. Células recebem as informações hormonais, através da presença de receptores que reconhecem hormônios específicos. A ligação de um hormônio em um receptor ativa mecanismos na célula que levam a uma reação. Essa reação pode se dar no desenvolvimento, na fisiologia ou mesmo no comportamento.


Com uma diminuição do volume sanguíneo a pressão sanguínea tende a cair, com isso há uma queda na atividade de receptores de estiramento em grandes artérias que levam  esta informação à células no hipotálamo, responsáveis pela regulação do hormônio antidiurético (ADH), estimulando a sua produção. ADH age nos rins influenciando a sua permeabilidade à água. Quando há grande concentração de ADH no sangue a reabsorção de água pelos rins é aumentada produzindo uma urina altamente concentrada, mantendo o volume de sangue e impedindo a queda da pressão sanguínea. Com uma concentração de ADH baixa, a permeabilidade do rim diminui, a urina se torna mais diluída e a pressão sanguínea cai.


Adrenalina e noradrenalina são derivados do aminoácido Tirosina. São produzidos pela glândula suprarrenal como reação a situações de estresse, e preparam o corpo para atividade (fuga ou luta). Adrenalina aumenta o batimento cardíaco e guia o sangue do sistema digestório para os músculos. Esta reação pode ser desencadeada por ameaças reais, como uma situação de perigo, ou mesmo por situações estressantes, como antes de uma prova ou apresentação.


Fonte:

Sadava, D.; Orians, G,; Heller, H.C.; Hillis, D.; Berenbaum, M.R. Purves, Biologie. 7ª ed. Suíça: Springer Spektrum, 2006.

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