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quais seriam as possíveis alternativas para o fim do conflito na siria?

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4 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Há mais de um mês

A guerra na Síria é um conflito civil, religioso e político que ocorre desde 2011. O início da guerra começa desde muito tempo. Com o governo da família el-Assad por mais de 40 anos, os civis começavam a ficar indignados pela falta de democracia. Seu último e atual presidente, Bachar el-Assad, governa a nação desde 2000. Como a economia nacional ia relativamente bem, não haviam tantos protestos por parte da população, mas em 2011, quando houve a primeira manifestação pacífica, isso começou a mudar, e infelizmente, começou a mudar para pior.


Após essa manifestação, o governo começou a tomar medidas violentas contra os civis e isso gerou em um conflito entre o governo e a população. Após certo tempo, esse conflito começou a se virar contra os próprios civis também por questões históricas. A população síria é composta de 90% da população sendo árabes, 9% curdos e 0,8% armênios. Esses povos eventualmente tiveram que se unir forçadamente, resultando em conflitos internos. Uma situação semelhante a esta é na África, por conta da colonização europeia, unificando povos com rivalidades de décadas. Com a chegada do Estado Islâmico (ISIS), o conflito piorou drasticamente, criando a vertente religiosa ao conflito pelas vertentes do islamismo das quais muitos não concordam de haver no local (islamismo, xiismo, sunismo, cristianismo, entre outros). A guerra ocorre há 7 anos, e, mesmo com tentativas falhas de intervenção da ONU, não há uma previsão de término tão cedo.


É difícil pensar em alternativas que possam encerrar a guerra na Síria antes de, talvez, a própria guerra se encerrar, tirando a vida de todos envolvidos. Já são mais de meio milhão de vidas tiradas, e esse número tende a aumentar, infelizmente.

Uma alternativa que possivelmente funcionaria, seria iniciar em partes, a solução do fim da guerra. Removendo o Estado Islâmico do país amenizaria boa parte do conflito. Em segundo, a tentativa de estabelecer uma nova democracia, por meio de eleições e tirando a família el-Assad do poder. E, por último, dividir as terras do país para que cada povo pudesse conviver sem conflitos. Porém, é extremamente difícil considerando que há o apoio da Rússia em relação ao governo, da Arábia Saudita ao Estado Islâmico por princípios religiosos, e dos Estados Unidos por oposição ao governo (ser aliado da Rússia) e ao Estado Islâmico. A guerra, infelizmente, cessará apenas quando todos os civis que não conseguiram sair do país morrerem, ou quando exterminarem de uma vez um dos lados mais fortes, como o ISIS e o governo.

A guerra na Síria é um conflito civil, religioso e político que ocorre desde 2011. O início da guerra começa desde muito tempo. Com o governo da família el-Assad por mais de 40 anos, os civis começavam a ficar indignados pela falta de democracia. Seu último e atual presidente, Bachar el-Assad, governa a nação desde 2000. Como a economia nacional ia relativamente bem, não haviam tantos protestos por parte da população, mas em 2011, quando houve a primeira manifestação pacífica, isso começou a mudar, e infelizmente, começou a mudar para pior.


Após essa manifestação, o governo começou a tomar medidas violentas contra os civis e isso gerou em um conflito entre o governo e a população. Após certo tempo, esse conflito começou a se virar contra os próprios civis também por questões históricas. A população síria é composta de 90% da população sendo árabes, 9% curdos e 0,8% armênios. Esses povos eventualmente tiveram que se unir forçadamente, resultando em conflitos internos. Uma situação semelhante a esta é na África, por conta da colonização europeia, unificando povos com rivalidades de décadas. Com a chegada do Estado Islâmico (ISIS), o conflito piorou drasticamente, criando a vertente religiosa ao conflito pelas vertentes do islamismo das quais muitos não concordam de haver no local (islamismo, xiismo, sunismo, cristianismo, entre outros). A guerra ocorre há 7 anos, e, mesmo com tentativas falhas de intervenção da ONU, não há uma previsão de término tão cedo.


É difícil pensar em alternativas que possam encerrar a guerra na Síria antes de, talvez, a própria guerra se encerrar, tirando a vida de todos envolvidos. Já são mais de meio milhão de vidas tiradas, e esse número tende a aumentar, infelizmente.

Uma alternativa que possivelmente funcionaria, seria iniciar em partes, a solução do fim da guerra. Removendo o Estado Islâmico do país amenizaria boa parte do conflito. Em segundo, a tentativa de estabelecer uma nova democracia, por meio de eleições e tirando a família el-Assad do poder. E, por último, dividir as terras do país para que cada povo pudesse conviver sem conflitos. Porém, é extremamente difícil considerando que há o apoio da Rússia em relação ao governo, da Arábia Saudita ao Estado Islâmico por princípios religiosos, e dos Estados Unidos por oposição ao governo (ser aliado da Rússia) e ao Estado Islâmico. A guerra, infelizmente, cessará apenas quando todos os civis que não conseguiram sair do país morrerem, ou quando exterminarem de uma vez um dos lados mais fortes, como o ISIS e o governo.

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Andre

Há mais de um mês

A guerra na Síria é um conflito civil, religioso e político que ocorre desde 2011. O início da guerra começa desde muito tempo. Com o governo da família el-Assad por mais de 40 anos, os civis começavam a ficar indignados pela falta de democracia. Seu último e atual presidente, Bachar el-Assad, governa a nação desde 2000. Como a economia nacional ia relativamente bem, não haviam tantos protestos por parte da população, mas em 2011, quando houve a primeira manifestação pacífica, isso começou a mudar, e infelizmente, começou a mudar para pior.


Após essa manifestação, o governo começou a tomar medidas violentas contra os civis e isso gerou em um conflito entre o governo e a população. Após certo tempo, esse conflito começou a se virar contra os próprios civis também por questões históricas. A população síria é composta de 90% da população sendo árabes, 9% curdos e 0,8% armênios. Esses povos eventualmente tiveram que se unir forçadamente, resultando em conflitos internos. Uma situação semelhante a esta é na África, por conta da colonização europeia, unificando povos com rivalidades de décadas. Com a chegada do Estado Islâmico (ISIS), o conflito piorou drasticamente, criando a vertente religiosa ao conflito pelas vertentes do islamismo das quais muitos não concordam de haver no local (islamismo, xiismo, sunismo, cristianismo, entre outros). A guerra ocorre há 7 anos, e, mesmo com tentativas falhas de intervenção da ONU, não há uma previsão de término tão cedo.


É difícil pensar em alternativas que possam encerrar a guerra na Síria antes de, talvez, a própria guerra se encerrar, tirando a vida de todos envolvidos. Já são mais de meio milhão de vidas tiradas, e esse número tende a aumentar, infelizmente.

Uma alternativa que possivelmente funcionaria, seria iniciar em partes, a solução do fim da guerra. Removendo o Estado Islâmico do país amenizaria boa parte do conflito. Em segundo, a tentativa de estabelecer uma nova democracia, por meio de eleições e tirando a família el-Assad do poder. E, por último, dividir as terras do país para que cada povo pudesse conviver sem conflitos. Porém, é extremamente difícil considerando que há o apoio da Rússia em relação ao governo, da Arábia Saudita ao Estado Islâmico por princípios religiosos, e dos Estados Unidos por oposição ao governo (ser aliado da Rússia) e ao Estado Islâmico. A guerra, infelizmente, cessará apenas quando todos os civis que não conseguiram sair do país morrerem, ou quando exterminarem de uma vez um dos lados mais fortes, como o ISIS e o governo.

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Andre

Há mais de um mês

A guerra na Síria é um conflito civil, religioso e político que ocorre desde 2011. O início da guerra começa desde muito tempo. Com o governo da família el-Assad por mais de 40 anos, os civis começavam a ficar indignados pela falta de democracia. Seu último e atual presidente, Bachar el-Assad, governa a nação desde 2000. Como a economia nacional ia relativamente bem, não haviam tantos protestos por parte da população, mas em 2011, quando houve a primeira manifestação pacífica, isso começou a mudar, e infelizmente, começou a mudar para pior.


Após essa manifestação, o governo começou a tomar medidas violentas contra os civis e isso gerou em um conflito entre o governo e a população. Após certo tempo, esse conflito começou a se virar contra os próprios civis também por questões históricas. A população síria é composta de 90% da população sendo árabes, 9% curdos e 0,8% armênios. Esses povos eventualmente tiveram que se unir forçadamente, resultando em conflitos internos. Uma situação semelhante a esta é na África, por conta da colonização europeia, unificando povos com rivalidades de décadas. Com a chegada do Estado Islâmico (ISIS), o conflito piorou drasticamente, criando a vertente religiosa ao conflito pelas vertentes do islamismo das quais muitos não concordam de haver no local (islamismo, xiismo, sunismo, cristianismo, entre outros). A guerra ocorre há 7 anos, e, mesmo com tentativas falhas de intervenção da ONU, não há uma previsão de término tão cedo.


É difícil pensar em alternativas que possam encerrar a guerra na Síria antes de, talvez, a própria guerra se encerrar, tirando a vida de todos envolvidos. Já são mais de meio milhão de vidas tiradas, e esse número tende a aumentar, infelizmente.

Uma alternativa que possivelmente funcionaria, seria iniciar em partes, a solução do fim da guerra. Removendo o Estado Islâmico do país amenizaria boa parte do conflito. Em segundo, a tentativa de estabelecer uma nova democracia, por meio de eleições e tirando a família el-Assad do poder. E, por último, dividir as terras do país para que cada povo pudesse conviver sem conflitos. Porém, é extremamente difícil considerando que há o apoio da Rússia em relação ao governo, da Arábia Saudita ao Estado Islâmico por princípios religiosos, e dos Estados Unidos por oposição ao governo (ser aliado da Rússia) e ao Estado Islâmico. A guerra, infelizmente, cessará apenas quando todos os civis que não conseguiram sair do país morrerem, ou quando exterminarem de uma vez um dos lados mais fortes, como o ISIS e o governo.

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Renan

Há mais de um mês

difícil formular uma resposta concreta pra essa pergunta, até porque esses conflitos reunem questoes religiosas, sociais e até mesmo ambientais. Existem autores que trabalham essas questões, como Edward Said, que trabalha com o orientalismo.

boa investigação na busca de sua duvida!

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas