A maior rede de estudos do Brasil

exemplos de reações de SN1 que ocorrem em organismos vivos


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

User badge image

RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

A reação SN1 é uma reação de substituição em química orgânica. Assim, a equação de taxa é frequentemente mostrada como tendo dependência de primeira ordem da dependência eletrofílica e de ordem zero do nucleófilo.


Essa relação vale para situações em que a quantidade de nucleófilo é muito maior que a do intermediário de carbocátion. Em vez disso, a equação da taxa pode ser descrita com mais precisão utilizando a cinética de estado estacionário.


A reacção envolve um intermediário carbocálico e é vulgarmente observada em reacções de halogenetos de alquilo secundários ou terciários sob condições fortemente básicas ou, sob condições fortemente acídicas, com álcoois secundários ou terciários. Com haletos de alquila primários e secundários, ocorre a reação alternativa SN2.


Na química inorgânica, a reação SN1 é conhecida como o mecanismo dissociativo. Esta via de dissociação é bem descrita pelo efeito cis. Esta reação não depende muito da força do nucleófilo ao contrário do mecanismo SN2. Esse tipo de mecanismo envolve duas etapas. O primeiro passo é a ionização reversível do halogeneto de alquilo na presença de acetona aquosa ou de um álcool etílico aquoso.

A reação SN1 é uma reação de substituição em química orgânica. Assim, a equação de taxa é frequentemente mostrada como tendo dependência de primeira ordem da dependência eletrofílica e de ordem zero do nucleófilo.


Essa relação vale para situações em que a quantidade de nucleófilo é muito maior que a do intermediário de carbocátion. Em vez disso, a equação da taxa pode ser descrita com mais precisão utilizando a cinética de estado estacionário.


A reacção envolve um intermediário carbocálico e é vulgarmente observada em reacções de halogenetos de alquilo secundários ou terciários sob condições fortemente básicas ou, sob condições fortemente acídicas, com álcoois secundários ou terciários. Com haletos de alquila primários e secundários, ocorre a reação alternativa SN2.


Na química inorgânica, a reação SN1 é conhecida como o mecanismo dissociativo. Esta via de dissociação é bem descrita pelo efeito cis. Esta reação não depende muito da força do nucleófilo ao contrário do mecanismo SN2. Esse tipo de mecanismo envolve duas etapas. O primeiro passo é a ionização reversível do halogeneto de alquilo na presença de acetona aquosa ou de um álcool etílico aquoso.

User badge image

Andre Smaira

Há mais de um mês

A reação SN1 é uma reação de substituição em química orgânica. Assim, a equação de taxa é frequentemente mostrada como tendo dependência de primeira ordem da dependência eletrofílica e de ordem zero do nucleófilo.


Essa relação vale para situações em que a quantidade de nucleófilo é muito maior que a do intermediário de carbocátion. Em vez disso, a equação da taxa pode ser descrita com mais precisão utilizando a cinética de estado estacionário.


A reacção envolve um intermediário carbocálico e é vulgarmente observada em reacções de halogenetos de alquilo secundários ou terciários sob condições fortemente básicas ou, sob condições fortemente acídicas, com álcoois secundários ou terciários. Com haletos de alquila primários e secundários, ocorre a reação alternativa SN2.


Na química inorgânica, a reação SN1 é conhecida como o mecanismo dissociativo. Esta via de dissociação é bem descrita pelo efeito cis. Esta reação não depende muito da força do nucleófilo ao contrário do mecanismo SN2. Esse tipo de mecanismo envolve duas etapas. O primeiro passo é a ionização reversível do halogeneto de alquilo na presença de acetona aquosa ou de um álcool etílico aquoso.

User badge image

Andre Smaira

Há mais de um mês

A reação SN1 é uma reação de substituição em química orgânica. Assim, a equação de taxa é frequentemente mostrada como tendo dependência de primeira ordem da dependência eletrofílica e de ordem zero do nucleófilo.


Essa relação vale para situações em que a quantidade de nucleófilo é muito maior que a do intermediário de carbocátion. Em vez disso, a equação da taxa pode ser descrita com mais precisão utilizando a cinética de estado estacionário.


A reacção envolve um intermediário carbocálico e é vulgarmente observada em reacções de halogenetos de alquilo secundários ou terciários sob condições fortemente básicas ou, sob condições fortemente acídicas, com álcoois secundários ou terciários. Com haletos de alquila primários e secundários, ocorre a reação alternativa SN2.


Na química inorgânica, a reação SN1 é conhecida como o mecanismo dissociativo. Esta via de dissociação é bem descrita pelo efeito cis. Esta reação não depende muito da força do nucleófilo ao contrário do mecanismo SN2. Esse tipo de mecanismo envolve duas etapas. O primeiro passo é a ionização reversível do halogeneto de alquilo na presença de acetona aquosa ou de um álcool etílico aquoso.

Essa pergunta já foi respondida!