filantropia

Segundo Ricardo Voltolini, a filantropia sempre existiu, desde que o mundo é mundo. Entre empresas e empresários, o que mudou foi, sobretudo, a sua lógica. Até a ascensão do conceito de responsabilidade social empresarial, prevalecia um modelo onde o generoso empresário doava recursos, como pessoa física e não jurídica. Ele entregava a uma organização social a pequena fração de uma fortuna acumulada ao longo dos anos, sem nenhuma relação entre este ato e as suas empresas, pouco ou nenhum interesse em planejar o investimento, dar publicidade ao gesto, participar mais ativamente da gestão da causa, avaliar resultados e monitorar o impacto para a causa apoiada. O envolvimento esgotava-se na assinatura do cheque e na sensação do “dever cumprido”.

I.As empresas estão mudando as suas formas de gestão socioambiental, passando de “doadoras filantrópicas” e de “práticas pontuais” para adotantes de “programas estratégicos de planejamento”, centrados em investimento comunitário orientado para plano de negócios.

PORQUE

IIAlgumas organizações sem fins lucrativos cuja existência está voltada para disseminar o conceito de investimento social privado, e estimular a sua prática, dando apoio à criação de institutos ou fundações empresarias, como o IDIS – Instituto de Desenvolvimento do Investimento Social e o GIFE- Grupo de Institutos, Corporação Financeira Internacional (CFI), Fundações e Empresas, definem claramente este conceito como sendo recursos alocados em benefício da sociedade.A esse respeito, conclui-se que:

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