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qual a diferença entre mito e filosofia

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Há mais de um mês

Mito é basicamente uma história ou uma parábola que é usada para explicar o inexplicável ou contar sobre um herói que uma vez poderia ter sido. Muitas vezes as histórias envolvem seres sobrenaturais de algum tipo. Pode-se argumentar que textos religiosos como a Bíblia contêm muitos mitos e parábolas.


Sabemos que religião é um conjunto de crenças, valores e práticas baseadas nos ensinamentos de um líder espiritual. Também pode ser dito que é uma crença e reverência por um poder sobrenatural ou poderes considerados como criador e governador do universo.


A filosofia, por outro lado, é a investigação da natureza, das causas ou dos princípios da realidade, do conhecimento ou dos valores, com base no raciocínio lógico, e não nos métodos empíricos, significando usar seus sentidos em vez de acreditar. Muito parecido com filosofia, ciência é a observação, identificação, descrição, investigação experimental, e explicação teórica dos fenômenos. Algumas pessoas podem dizer que a ciência é o que algumas pessoas podem argumentar que faz mais sentido.

Mito é basicamente uma história ou uma parábola que é usada para explicar o inexplicável ou contar sobre um herói que uma vez poderia ter sido. Muitas vezes as histórias envolvem seres sobrenaturais de algum tipo. Pode-se argumentar que textos religiosos como a Bíblia contêm muitos mitos e parábolas.


Sabemos que religião é um conjunto de crenças, valores e práticas baseadas nos ensinamentos de um líder espiritual. Também pode ser dito que é uma crença e reverência por um poder sobrenatural ou poderes considerados como criador e governador do universo.


A filosofia, por outro lado, é a investigação da natureza, das causas ou dos princípios da realidade, do conhecimento ou dos valores, com base no raciocínio lógico, e não nos métodos empíricos, significando usar seus sentidos em vez de acreditar. Muito parecido com filosofia, ciência é a observação, identificação, descrição, investigação experimental, e explicação teórica dos fenômenos. Algumas pessoas podem dizer que a ciência é o que algumas pessoas podem argumentar que faz mais sentido.

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Fausto

Há mais de um mês

Há diferença entre o que chamamos de senso comum, e o senso crítico, ou a consciência filosófica? Que diferença seria essa? Como um professor de filosofia pode incentivar seus alunos a desenvolver a consciência filosófica? *Responda as questões em uma única resposta-texto.

 

Nos dias atuais devido a tecnologia que facilitou as informações chegar até nós, temos vastos campos com diversos assuntos, sendo esses polêmicos ou não, dependo da forma que observamos, da postura do sujeito frente a esse objeto e da sua análise conceitual de averiguação, o seu olhar vai ser de senso comum, senso crítico, ou de consciência filosófica. Há uma diferença na visão de quem vai opinar, ou afirmar, que vai ser baseada no seu conceito de conhecimento. Por isto dizemos que há uma diferença entre o que chamamos de senso comum, e o senso crítico, ou a consciência filosófica.  Acerca deste assunto que vamos tratar neste estudo.

No que se refere aos paralelos conceituais entre senso comum, senso crítico e consciência filosófica, é que em oposições as características do senso comum e as características do senso crítico, está a consciência filosófica. 

Desde tempos remotos podemos observar a humanidade tentado explicar acontecimentos que envolve a sociedade em si, trazendo julgamentos com conceitos das suas próprias tradições que foram passadas de pai para filho, que chegaram até nós neste presente momento. Por muitas das vezes já ouvi falar que manga com leite faz mal, por alguns anos evitei comer manga e tomar leite em seguida, ou vice-versa. Certo momento, ao experimentar pude degustar uma vitamina destes ingredientes e a partir daquele dia este conceito já não fez mais parte de minha vida. Não passava de um senso comum, que passou de família para família, um engano fabricado intencionalmente na época do Brasil Colonial. O leite era um alimento que somente os patrões e os senhores de engenhos tinham em suas mesas. Estes não queriam que os escravos consumissem, por isso inventaram que fazia mal a mistura dos alimentos. Os dois alimentos são na verdade alimentos bastante saudáveis para nossa saúde.

Podemos entender como senso comum o conhecimento espontâneo, a primeira compreensão do mundo resultante da herança do grupo a quem pertencemos e das experiências atuais que continuam sendo efetuadas. No senso comum não há um questionamento, uma pesquisa, uma metodologia, uma reflexão, uma comprovação um aprofundamento para saber se realmente está correto o conhecimento disseminado pelos membros da sociedade. Vivemos a vida toda, sem parar para se perguntar o porquê daquele costume, daquela tradição. O filósofo Platão, ao falar sobre o Mito da Caverna expõe de uma forma bem clara as pessoas que vivem de forma tradicional, sem questionar os fatos de sua realidade, este é comparado aos homens presos dentro da caverna, que vive apenas pela sombra da realidade.

Já o senso crítico é a capacidade de fazer um julgamento pré-estabelecido conscientemente de conceitos que dominam ou tentam dominar, sendo essa conceituação realizada através de uma análise crítica para avaliação e aprofundamentos, trazendo distinção entre o que está correto ou errado.

Para desenvolver o senso crítico não é fácil, vai exigir esforços na busca do conhecimento, não basta somente perguntamos o porquê e não tirar respostas de nossas perguntas, temos que chegar em uma razão. A capacidade crítica para ser desenvolvida necessita de muita leitura em busca de informações. A partir do momento que você está inteirado das informações vem o período dos questionamentos: Como ocorreu a situação? Onde foi o local dos fatos? O que aconteceu? O que levou? Qual seria a melhor forma de resolver? O que estão pesando os envolvidos? No meu questionamento estou me colocando ao lado das duas partes?

Analisar é melhor forma de verificar os fatos. Todas as perguntas feitas no seu questionamento vão necessitar de respostas para legitimar as informações.

Por fim devemos debater nossas ideias, para ver como está o nosso senso crítico, ouvindo outras pessoas. Ao ponto que esta forma de pensar vai se tornar normal em nossas vidas, que não mais nós deixaremos conceitos dominar ou tentar dominar nossos pensamentos. A partir deste momento conseguimos sair da caverna de Platão e ver realmente como são as coisas e não somente as sombras.

Termos a consciência filosófica, por sua vez, é ter o conhecimento pelo raciocínio lógico, mais aprofundado, com dados científicos, de pesquisa. Sua finalidade não está em estabelecer uma verdade absoluta, mas em questionar e, continuamente, refletir sobre as coisas.

O professor de filosofia pode para incentivar seus alunos a desenvolver a consciência filosófica, precisar ensinar sobre o questionamento das informações que recebemos em nosso senso comum ou critico, depois projeta-la em sua mente fazendo com que o aluno entenda este fenômeno através da sua própria consciência, com raciocínio lógico. 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas