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o que é um contrato formal e um informal, qual o mais seguro?

💡 6 Respostas

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Jorge Antonio de Farias França

ambos, tem segurança juridica, e ambos devem ter testemunhas e ou avalistas

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Francklin Grégory

Contratos formais ou solenes são os contratos que, para a sua validade, é exigida determinada forma preestabelecida em lei, normalmente a escrita, podendo ser por instrumento público (em cartório) ou por instrumento particular. Portanto, contrato formal nada mais é que aquele instrumento de declaração de vontade que para ter validade, depende de forma legal.Vejamos o Código Civil:

Em regra Art. 107. A validade da declaração de vontade não dependerá de forma especial, senão quando a lei expressamente a exigir. Sendo assim, um contrato verbal (que possua agente capaz; objeto lícito e possível, determinado ou determinável) é um contrato válido.

Entendendo o Contrato formal, passemos ao informal, que é a via de regra (contrato verbal de prestação de serviços):

Contrato Informal ou de forma livre– não exige formalidade, sendo a regra geral entre os contratos (Ex. prestação de serviços). Quanto à definitividade do contrato Contrato Preliminar ou Pré-contrato ( pactum de contrahendo ) – tende à celebração de outro negócio jurídico no futuro (Ex. compromisso de compra e venda de imóvel),

Há que se ater na existência do Contrato Atípico – não há previsão legal mínima (Ex. contrato de estacionamento ou garagem). 

Portanto, o contrato informal, via de regra geral, não exige forma e é o mais utilizado!

Em termos de segurança jurídica, o contrato Formal é o mais seguro, haja vista o cumprimento de formalidades previstas legalmente, tomemos como exemplo o contrato de Locação de um imóvel feito com instrumento particular (contrato de locação feito e discutido pelas partes). No caso em tela, haja vista a celebração do contrato, em caso de inadimplência que todas as vias administrativas e amigáveis tenham se esgotado, a cobrança é muito mais célere, até por já existir o título executivo extrajudicial (contrato com os termos pré-estabelecidos e vencimentos com data já acertada), ou seja, você entra direto com um processo de cobrança em vez de um processo de conhecimento, como teria de ser feito em caso de locação do imóvel por apenas e tão somente um contrato informal (locação do imóvel por acerto verbal), o que demanda tempo até o processo de conhecimento terminar e ter o título judicial para a execução.

Espero ter ajudado de alguma forma no teu aprendizado! - Att. Francklin - OAB/MS 7982-E.

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Jose silva biria tabuba

A classificação dos contratos é uma questão propedêutica, necessária para desvendar a sua natureza jurídica, e, por consequência, revelar os seus efeitos.

Trata-se de um raciocínio lógico e sistemático, consistente na reunião dos contratos com características comuns, cujo escopo é facilitar o exame da matéria.

Convém salientar, como recorda Silvio Rodrigues, que um mesmo fenômeno pode ser classificado de diversas maneiras, conforme variar o ângulo em que se colocar o observador.

 

Quanto à forma como se aperfeiçoam, podem ser:

a)  Solenes e Não-solenes

Por contratos solenes deve se entender aqueles em que a lei exige como requisito de validade uma forma especial. Por isso são também chamados de contratos formais. Exemplos: compra e venda, doação, permuta de bem imóvel, pois dependem de escritura pública. Outros exemplos: penhor, seguro, fiança exigem a forma escrita, portanto, também são contratos solenes. Em todos os casos, a violação da forma gera nulidade do contrato.

Por contratos não solenes deve se entender aqueles que se formam pelo simples acordo de vontades, independentemente de forma especial. Por isso são chamados de contratos informais ou não formais. Exemplos: locação, comodato, parceria, etc. Nesses casos, qualquer forma é válida, inclusive a verbal e a tácita. Nada obsta porém, que as partes promovam estes contratos estipulando que os mesmos não valerão sem instrumento público, conforme preceitua o art. 109, CC. Em tal situação, o instrumento público passa a ser da substância do negócio jurídico, figurando portanto, como requisito de validade do ato.

O contrato formal é sempre mais seguro.

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