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Essa denominação [geografia crítica] advém de uma postura crítica radical frente à Geografia existente (seja a Tradicional ou a Pragmática), a qual será levada ao nível de ruptura com o pensamento anterior. Porém, o designativo de crítica diz respeito, principalmente, a uma postura frente à realidade, frente à ordem constituída. São os autores que se posicionam por uma transformação da realidade social, pensando o seu saber como uma arma desse processo. São, assim, os que assumem o conteúdo político de conhecimento científico, propondo uma Geografia militante, que lute por uma sociedade mais justa. São os que pensam a análise geográfica como um instrumento de libertação do homem”. 

Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MORAES, A. C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1987. p. 42. 

Conforme os conteúdos do livro-base Epistemologia da Geografia: elementos para apre(e)nder e ensinar a dinâmica do espaço sobre o desenvolvimento da geografia crítica no Brasil, assinale a proposição correta:

  A

A preocupação com as questões sociais no estudo da geografia brasileira teve suas primeiras abordagens na década de 1940, com destaque para os trabalhos de Caio Prado Júnior e para os estudos de Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre e Orlando Valverde.

  B

Uma das primeiras propostas de renovação da geografia no país, conforme reconhecem vários epistemólogos foi a obra Quadros da Natureza, de Aziz Ab’Saber em 1978.

  C

A criação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) foi fundamental para a consolidação da geografia crítica no Brasil, pois suas publicações se fundamentam, majoritariamente, em pressupostos marxistas.

  D

A atuação de Milton Santos no processo de renovação da ciência geográfica realizada em território brasileiro, apesar do imenso esforço desse pesquisador, não teve grande impacto e não obteve êxito em influenciar ou subsidiar trabalhos posteriores.

  E

Os primeiros geógrafos críticos da década de 1930 formavam o corpo docente da Universidade de São Paulo e tinham seus interesses ligados às políticas do Estado.

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