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Mas e as coisas materiais,como os corpos são meras fantasias?

Filosofia

Centro De Ensino Arimathea Cysne


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Há mais de um mês

Para conseguirmos suspender o juízo em relação à existência de corpos materiais e argumentar como estes corpos podem ser só fantasias da nossa mente, vamos recorrer às dúvidas céticas propostas como começo da filosofia cartesiana.
No contidiano e na nossa vida prática nunca questionamos se as coisas que vemos, tocamos, ouvimos, cheiramos ou comemos existem de fato. Nós entendemos isso como uma verdade óbvia, até banal: as coisas são como elas são. Entretanto, avaliando estas coisas filosoficamente, podemos perceber que não é o caso. Quando olhamos para um lápis dentro de um copo d’água vemos sua forma desigual, como se estivesse quebrado, mesmo sabendo que não é o caso. Também podemos ver estrelas pequenas no céu, mesmo sabendo que são grandes. Assim, se os sentidos nos enganam as vezes, porque não nos enganam sempre?
Mais do que isso, como diferenciar o sono da vígilia? Como podemos saber que ao ler este documento no computador e achar que ele é muito verdadeiro e real, não estamos apenas sonhando? E nada disso existe?
Para além disso, podemos pensar que fomos criados de modo com que sempre erremos e que, quando vemos objetos externos, não estamos vendo nada, mas somos apenas cérebos numa cuba onde há um cientista que está colocando imagens no nosso cérebro ou mesmo que estamos vivendo numa matrix.
Finalmente, podemos perceber que por mais que os objetos corpóreos e materiais pareçam muito reais, podemos sim questionar sua existência.
Para conseguirmos suspender o juízo em relação à existência de corpos materiais e argumentar como estes corpos podem ser só fantasias da nossa mente, vamos recorrer às dúvidas céticas propostas como começo da filosofia cartesiana.
No contidiano e na nossa vida prática nunca questionamos se as coisas que vemos, tocamos, ouvimos, cheiramos ou comemos existem de fato. Nós entendemos isso como uma verdade óbvia, até banal: as coisas são como elas são. Entretanto, avaliando estas coisas filosoficamente, podemos perceber que não é o caso. Quando olhamos para um lápis dentro de um copo d’água vemos sua forma desigual, como se estivesse quebrado, mesmo sabendo que não é o caso. Também podemos ver estrelas pequenas no céu, mesmo sabendo que são grandes. Assim, se os sentidos nos enganam as vezes, porque não nos enganam sempre?
Mais do que isso, como diferenciar o sono da vígilia? Como podemos saber que ao ler este documento no computador e achar que ele é muito verdadeiro e real, não estamos apenas sonhando? E nada disso existe?
Para além disso, podemos pensar que fomos criados de modo com que sempre erremos e que, quando vemos objetos externos, não estamos vendo nada, mas somos apenas cérebos numa cuba onde há um cientista que está colocando imagens no nosso cérebro ou mesmo que estamos vivendo numa matrix.
Finalmente, podemos perceber que por mais que os objetos corpóreos e materiais pareçam muito reais, podemos sim questionar sua existência.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas