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Porque o estudo do existencialismo começou no seculo XIX?

Filosofia

UFRB


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Há mais de um mês

Para responder esta questão vamos precisar entender de modo geral no que se baseia o existencialismo e buscar, assim, suas origens que podem explicar como se deu o começo deste estudo.
O existencialismo é uma vertente filosófica que tem como objetivo a busca por explicações de cunho individual e subjetivo. Isto ocorre porque os pensadores existencialistas entendem que a origem de todo o conhecimento e de cada perspectiva de mundo está no próprio sujeito que encara o mundo e entende a realidade a partir do que ele é.
Está corrente de pensamento, que teve seu começo no século XIX e seu ápice no século XX, vai contra uma explicação racionalista. Enquanto os racionalistas entendem que a perspectiva do homem sobre a realidade se dá pelo aparelho cognitivo, os existencialistas entendem que esta perspectiva está ligada intimamente com as vivências de cada sujeito, suas ações, sentimentos e volições. O homem não é mais visto apenas como sujeito pensante, mas como sujeito ativo.
Isto ocorre principalmente porque o século XIX é marcado por transformações profundas na realidade, culminando nas duas guerras mundiais do século XX e muitas guerras locais, tanto no século XIX quanto no século XX. Diante esta destruição, muitos pensadores chegaram a conclusão que a vida se baseava em decepções, miséria e angústia e que o ser humano agia muito mais irracionalmente do que racionalmente.
Finalmente, temos que as mudanças da realidade social e política do século XIX fizeram com que muitos pensadores recusasem a explicação racionalista muito utilizado pelos filósofos modernos, como Descartes, Kant e Hegel, buscando assim explicações voltadas para os desejos irracionais dos humanos e também como estes desejos eram criados.
Para responder esta questão vamos precisar entender de modo geral no que se baseia o existencialismo e buscar, assim, suas origens que podem explicar como se deu o começo deste estudo.
O existencialismo é uma vertente filosófica que tem como objetivo a busca por explicações de cunho individual e subjetivo. Isto ocorre porque os pensadores existencialistas entendem que a origem de todo o conhecimento e de cada perspectiva de mundo está no próprio sujeito que encara o mundo e entende a realidade a partir do que ele é.
Está corrente de pensamento, que teve seu começo no século XIX e seu ápice no século XX, vai contra uma explicação racionalista. Enquanto os racionalistas entendem que a perspectiva do homem sobre a realidade se dá pelo aparelho cognitivo, os existencialistas entendem que esta perspectiva está ligada intimamente com as vivências de cada sujeito, suas ações, sentimentos e volições. O homem não é mais visto apenas como sujeito pensante, mas como sujeito ativo.
Isto ocorre principalmente porque o século XIX é marcado por transformações profundas na realidade, culminando nas duas guerras mundiais do século XX e muitas guerras locais, tanto no século XIX quanto no século XX. Diante esta destruição, muitos pensadores chegaram a conclusão que a vida se baseava em decepções, miséria e angústia e que o ser humano agia muito mais irracionalmente do que racionalmente.
Finalmente, temos que as mudanças da realidade social e política do século XIX fizeram com que muitos pensadores recusasem a explicação racionalista muito utilizado pelos filósofos modernos, como Descartes, Kant e Hegel, buscando assim explicações voltadas para os desejos irracionais dos humanos e também como estes desejos eram criados.

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