A maior rede de estudos do Brasil

FILOSOFIA EM KANT

Qual a diferença entre autonomia e heteronomia para Kant?

Filosofia

UNICEUB


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

User badge image

RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Primeiramente, vamos precisar entender em que contexto surge os conceitos de autonomia e herenomia na filosofia kantiana para, posteriormente, entender qual a diferença que separa os dois conceitos.
A autonomia e heteronomia aparecem na filosofia moral kantiana. De modo geral e não filósofico, sabemos que autonomia é a liberdade que cada um teria de agir segundo sua própria vontade. A heteronomia é um conceito criado por Kant para se opor a esta noção de autonomia.
Para o filósofo, no âmbito da moral, a autonomia quer dizer que cada ser humano teria a capacidade de identificar o que é uma ação moral sem que haja normas exteriores, como religiões, normas culturais ou leis do direito, que estabelecessem o que é uma ação moralmente boa. Neste sentido, a autonomia se refere ao livre-arbítrio e à liberdade dos seres humanos.
A heteronomia, por sua vez, diz respeito justamente as normas exteriores que são criadas visando coagir as pessoas a seguir estas leis. Deste forma, as pessoas devem agir de certa forma ao seguir as leis do estado, normas de condutas da sociedade ou pressupostos religiosos. O que impele uma ação não é o próprio desejo humano, mas a vontade de uma entidade coletiva superior.
Por fim, temos que a autonomia e heteronomia dizem respeito à filosofia moral kantiana. Enquanto a autonomia é um conceito que indica que as ações práticas dos seres humanos são feitas em referência à própria vontade individual e subjetiva, a heteronomia indica as ações que são realizadas em virtude de normas estabelecidas de maneira externa e coletiva.
Primeiramente, vamos precisar entender em que contexto surge os conceitos de autonomia e herenomia na filosofia kantiana para, posteriormente, entender qual a diferença que separa os dois conceitos.
A autonomia e heteronomia aparecem na filosofia moral kantiana. De modo geral e não filósofico, sabemos que autonomia é a liberdade que cada um teria de agir segundo sua própria vontade. A heteronomia é um conceito criado por Kant para se opor a esta noção de autonomia.
Para o filósofo, no âmbito da moral, a autonomia quer dizer que cada ser humano teria a capacidade de identificar o que é uma ação moral sem que haja normas exteriores, como religiões, normas culturais ou leis do direito, que estabelecessem o que é uma ação moralmente boa. Neste sentido, a autonomia se refere ao livre-arbítrio e à liberdade dos seres humanos.
A heteronomia, por sua vez, diz respeito justamente as normas exteriores que são criadas visando coagir as pessoas a seguir estas leis. Deste forma, as pessoas devem agir de certa forma ao seguir as leis do estado, normas de condutas da sociedade ou pressupostos religiosos. O que impele uma ação não é o próprio desejo humano, mas a vontade de uma entidade coletiva superior.
Por fim, temos que a autonomia e heteronomia dizem respeito à filosofia moral kantiana. Enquanto a autonomia é um conceito que indica que as ações práticas dos seres humanos são feitas em referência à própria vontade individual e subjetiva, a heteronomia indica as ações que são realizadas em virtude de normas estabelecidas de maneira externa e coletiva.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas