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CLASSIFICAÇÃO DE HIPEREMIA?


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Há mais de um mês

A hiperemia acontece quando há aumento da circulação de sangue em determinado órgão ou tecido do corpo. Ela pode ser classificada em hiperemia ativa e passiva

Na hiperemia ativa há o aumento do fluxo sanguíneo por dilatação arterial, que pode ser causado por mecanismos neurogênicos simpáticos ou ação de substâncias vasoativas. A hiperemia ativa pode ser fisiológica, quando há maior necessidade de sangue no corpo, ou patológica, como no caso de inflamações agudas.

Já na hiperemia passiva ou congestão ocorre a redução da drenagem do sangue, que pode ser causada pela obstrução extrínseca ou intrínseca, no caso de compressão do vaso, trombose, etc, ou redução do retorno venoso, por insuficiência cardíaca.

A hiperemia acontece quando há aumento da circulação de sangue em determinado órgão ou tecido do corpo. Ela pode ser classificada em hiperemia ativa e passiva

Na hiperemia ativa há o aumento do fluxo sanguíneo por dilatação arterial, que pode ser causado por mecanismos neurogênicos simpáticos ou ação de substâncias vasoativas. A hiperemia ativa pode ser fisiológica, quando há maior necessidade de sangue no corpo, ou patológica, como no caso de inflamações agudas.

Já na hiperemia passiva ou congestão ocorre a redução da drenagem do sangue, que pode ser causada pela obstrução extrínseca ou intrínseca, no caso de compressão do vaso, trombose, etc, ou redução do retorno venoso, por insuficiência cardíaca.

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Danielle Campos

Há mais de um mês

Hiperemia é um processo ativo pelo qual uma maior quantidade de sangue necessária à uma área é levada até ela. Em circunstâncias normais, o sangue flui através de alguns poucos capilares em um tecido, sendo na sua maior parte desviado através das pontes artério-venosas. A quantidade de fluxo sanguíneo usualmente corresponde à quantidade de trabalho que está sendo realizado, variando, portanto em diferentes áreas e em diferentes ocasiões. Esse aspecto diz respeito ao conceito de reserva funcional.

Hiperemia ocular. Foto: Sergii Chepulskyi / Shutterstock.com

No entanto, quando há a necessidade de mais sangue em uma área, além do requerimento de uma carga intensa, todos os capilares e anastomoses artério-venosas se abrem, os vasos se dilatam e uma quantidade muito maior de sangue se é desviado para a área em questão. Deste modo, o tecido se torna bem avermelhado, em consequência do aumento do número de hemácias presentes, e também devido ao sangue presente ser arterial e, portanto, bem oxigenado, sendo denominada esta região avermelhada de hiperêmica.

A ocorrência mais comum de hiperemia se dá na inflamação, apresentando uma coloração vermelho-viva. Usualmente, esse processo ativo ocorre em áreas localizadas, pois se ocorresse de uma maneira difusa, não haveria sangue suficiente nos vasos principais para manter a pressão sangüínea sistêmica, levando ao choque circulatório. Algumas substâncias vasoativas liberadas pelo organismo, como a histamina e o ácido láctico, e o controle neurogênico dos vasos, possuem um importante papel no advento da hiperemia.

A hiperemia pode ser ativa ou passiva. No caso da primeira, ela pode ser fisiológica (durante exercícios ou quando um indivíduo enrubesce), ou pode ser patológica (inflamações agudas, agressões térmicas e traumatismo). No segundo caso (hiperemia passiva) pode ser devido à uma congestão causada por uma obstrução extrínseca ou intrínseca de uma veia, ou então, por redução do retorno venoso. As hiperemias passivas mais importantes são: congestão pulmonar, congestão hepática e congestão esplênica.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas