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Vantagem Comparativa e Vantagem Absoluta

Por que se pode obter vanagem absoluta sobre dois produtos ao mesmo tempo, e vantagem comparativa não?

Economia IUECE

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Há mais de um mês

Para respibder à esta pergunta, vamos à seguinte situação prática:

Digamos que cada trabalhador na Rússia seja capaz de produzir 30kg de trigo por ano enquanto que, na Inglaterra, essa capacidade caia para 20kg/trabalhador. Já no cenário relacionado ao aço, cada trabalhador na Rússia é capaz de produzir 6kg ao ano, ao mesmo tempo em que na Inglaterra este número passa para 10kg no mesmo período. De acordo com o cenário citado acima, poderíamos sugerir que a Rússia se especializasse na produção de trigo e a Inglaterra na produção de aço, trocando assim, entre si, os excedentes de produção. Dessa forma, ambos os países sairiam ganhando.

Trazendo esta situação para a vantagem comparativa, vamos imaginar o seguinte cenário: Cada trabalhador na Rússia produz 18kg de milho por ano, enquanto que na Inglaterra esta relação é de 20kg. Já no que se refere ao arroz, a Inglaterra mantém a superioridade na produção, sendo que cada trabalhador produz 10kg desta mercadoria ao ano, enquanto que na Rússia temos apenas 6kg/ano.

Dessa forma, a Inglaterra apresenta uma vantagem absoluta na produção de arroz e uma vantagem absoluta também na produção de trigo, mas repare que na produção deste bem (milho), há uma vantagem absoluta menor, pois de 18 a 20 temos uma variação porcentual de 11,11% enquanto que a variação de 6 a 10 (arroz) é de 66,66%. David Ricardo sugere, neste caso, que a Inglaterra venda o excedente de arroz para a Rússia, enquanto esta, por sua vez, termina por vender seu excedente de milho para a Inglaterra.

Você deve se perguntar, mas por que motivo a Inglaterra está comprando milho da Rússia se a mesma produz este bem com um custo menor? A resposta é simples: Custo Oportunidade. A Inglaterra deve concentrar seus trabalhadores na produção do que faz de melhor (arroz) em vez de diversificá-la produzindo milho. Assim, abre-se espaço para adquirir milho da Rússia, tendo em vista que a vantagem absoluta para este item é menor em comparação à mesma. Em resumo, ambos os países saem ganhando nesta negociação.

Pode-se concluir, através desta teoria, que é vantajoso para um país participar do comércio internacional. Além disso, fica claro que um país deve se especializar na produção dos produtos nos quais apresentam vantagens comparativas. Assim, os países podem elevar o bem-estar de sua população através do comércio internacional, pois dessa forma, atinge níveis de consumo superiores.

Para respibder à esta pergunta, vamos à seguinte situação prática:

Digamos que cada trabalhador na Rússia seja capaz de produzir 30kg de trigo por ano enquanto que, na Inglaterra, essa capacidade caia para 20kg/trabalhador. Já no cenário relacionado ao aço, cada trabalhador na Rússia é capaz de produzir 6kg ao ano, ao mesmo tempo em que na Inglaterra este número passa para 10kg no mesmo período. De acordo com o cenário citado acima, poderíamos sugerir que a Rússia se especializasse na produção de trigo e a Inglaterra na produção de aço, trocando assim, entre si, os excedentes de produção. Dessa forma, ambos os países sairiam ganhando.

Trazendo esta situação para a vantagem comparativa, vamos imaginar o seguinte cenário: Cada trabalhador na Rússia produz 18kg de milho por ano, enquanto que na Inglaterra esta relação é de 20kg. Já no que se refere ao arroz, a Inglaterra mantém a superioridade na produção, sendo que cada trabalhador produz 10kg desta mercadoria ao ano, enquanto que na Rússia temos apenas 6kg/ano.

Dessa forma, a Inglaterra apresenta uma vantagem absoluta na produção de arroz e uma vantagem absoluta também na produção de trigo, mas repare que na produção deste bem (milho), há uma vantagem absoluta menor, pois de 18 a 20 temos uma variação porcentual de 11,11% enquanto que a variação de 6 a 10 (arroz) é de 66,66%. David Ricardo sugere, neste caso, que a Inglaterra venda o excedente de arroz para a Rússia, enquanto esta, por sua vez, termina por vender seu excedente de milho para a Inglaterra.

Você deve se perguntar, mas por que motivo a Inglaterra está comprando milho da Rússia se a mesma produz este bem com um custo menor? A resposta é simples: Custo Oportunidade. A Inglaterra deve concentrar seus trabalhadores na produção do que faz de melhor (arroz) em vez de diversificá-la produzindo milho. Assim, abre-se espaço para adquirir milho da Rússia, tendo em vista que a vantagem absoluta para este item é menor em comparação à mesma. Em resumo, ambos os países saem ganhando nesta negociação.

Pode-se concluir, através desta teoria, que é vantajoso para um país participar do comércio internacional. Além disso, fica claro que um país deve se especializar na produção dos produtos nos quais apresentam vantagens comparativas. Assim, os países podem elevar o bem-estar de sua população através do comércio internacional, pois dessa forma, atinge níveis de consumo superiores.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas