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Como a frutose 2,6-bifosfato interfere na via glicolítica?

Bioquímica I

Biológicas / Saúde


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

A via glicolítica tem o papel de degradar a glicose para a geração de ATP. Em vias metabólicas temos uma enzima chamada Fosfofrutocinase. Ela tem a função de catalisar a reação especifica da glicólise, então é algo preciso para a chamada etapa “regulada” da glicose. No entanto, há uma inibição da Fosfofrutocinase, que funciona como ponto de crucial de controle, quando diminui-se o pH, advindo da baixa de energia.

É ai que entra a frutose 2,6-bifosfato. Ela atua como um ativador alostérico dessa enzima, que vai aumentar a afinidade da enzima pela frutose e diminuir o efeito negativo da falta de ATP.

A via glicolítica tem o papel de degradar a glicose para a geração de ATP. Em vias metabólicas temos uma enzima chamada Fosfofrutocinase. Ela tem a função de catalisar a reação especifica da glicólise, então é algo preciso para a chamada etapa “regulada” da glicose. No entanto, há uma inibição da Fosfofrutocinase, que funciona como ponto de crucial de controle, quando diminui-se o pH, advindo da baixa de energia.

É ai que entra a frutose 2,6-bifosfato. Ela atua como um ativador alostérico dessa enzima, que vai aumentar a afinidade da enzima pela frutose e diminuir o efeito negativo da falta de ATP.

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Vanessa Santos

Há mais de um mês

A frutose 2,6-bifosfato modula a PFK-1. A enzima que gera a frutose 2-6-bifosfato, PFK-2, é pouco e gera moléculas quando tem muita frutose 1-6-bifosfato na célula. A PFK-1 então atua para fazer a via glicolítica continuar.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas