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Quais são as regras que CORRESPONDEM ao sistema de princípios constitucionais vigentes para o Direito de Família?

Direito Civil V

ESTÁCIO


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Carlos Eduardo Ferreira de Souza Verified user icon

Há mais de um mês

A doutrina varia muito, listando diversos princípios que são distintos entre si, variando conforme o material escolhido. Assim, nos valeremos daqueles princípios que parecem trazer maior concordância entre os doutrinadores. São eles:

  1. Princípio da dignidade da pessoa humana: é princípio constitucional basilar que permeia todo o ordenamento jurídico. No Direito de Família, impõe que todos os indivíduos que a compõem devem ter sua dignidade respeitada, com acesso a moradia, alimentação, educação, dentre outros direitos semelhantes, mas também ao afeto, ao respeito, ao convívio.
  2. Princípio da solidariedade familiar: é o princípio que determina que os membros da família devem se apoiar, se cuidar mutuamente, se proteger e tutelar os direitos. É esse o princípio que fundamenta a necessidade de prestar alimentos e sua reciprocidade.
  3. Princípio da igualdade familiar: importante princípio que estabelece a isonomia entre o homem e a mulher na direção do núcleo familiar, mas que também veda a discriminação aos filhos, sejam naturais ou adotados, sejam havidos dentro ou fora do casamento.
  4. Princípio da não-intervenção, da liberdade ou da intervenção mínima: segundo esse princípio, o Estado e instituições privadas em geral devem evitar intervir na esfera íntima da família, salvo quando couber atuar como instância protetiva, para prover recursos, guardar interesses do menor ou da mulher, dentre outros.
  5. Princípio do pluralismo familiar: é o princípio que informa que o rol constitucional, que lista a família matrimonial, a monoparental e a composta pela união estável entre o homem e a mulher não é taxativo, mas meramente exemplificativo, podendo emergir, portanto, outras formas de configuração familiar, como a já reconhecida união homoafetiva.
  6. Princípio da afetividade: é princípio basilar do direito de família, pois frequentemente diferenciará aquilo que pode ser considerado como núcleo familiar e o que não deve ser. Por afetividade, temos o desejo de constituir família, o convívio, o carinho, o respeito, a consideração, ou seja, aqueles elementos afetivos que devem estar presentes em todas as famílias.
  7. Princípio do melhor interesse do menor: informa esse princípio que, no exercício do poder familiar, que é o poder diretivo que possuem, em regra, ambos os pais na vida do menor, deve ser tutelado sempre aquilo que melhor atende às necessidades do menor. Ademais, deve ser observado na definição da guarda, na investigação de paternidade, na regulamentação de visitas, na prestação de alimentos, na tutela, dentre outros.

A doutrina varia muito, listando diversos princípios que são distintos entre si, variando conforme o material escolhido. Assim, nos valeremos daqueles princípios que parecem trazer maior concordância entre os doutrinadores. São eles:

  1. Princípio da dignidade da pessoa humana: é princípio constitucional basilar que permeia todo o ordenamento jurídico. No Direito de Família, impõe que todos os indivíduos que a compõem devem ter sua dignidade respeitada, com acesso a moradia, alimentação, educação, dentre outros direitos semelhantes, mas também ao afeto, ao respeito, ao convívio.
  2. Princípio da solidariedade familiar: é o princípio que determina que os membros da família devem se apoiar, se cuidar mutuamente, se proteger e tutelar os direitos. É esse o princípio que fundamenta a necessidade de prestar alimentos e sua reciprocidade.
  3. Princípio da igualdade familiar: importante princípio que estabelece a isonomia entre o homem e a mulher na direção do núcleo familiar, mas que também veda a discriminação aos filhos, sejam naturais ou adotados, sejam havidos dentro ou fora do casamento.
  4. Princípio da não-intervenção, da liberdade ou da intervenção mínima: segundo esse princípio, o Estado e instituições privadas em geral devem evitar intervir na esfera íntima da família, salvo quando couber atuar como instância protetiva, para prover recursos, guardar interesses do menor ou da mulher, dentre outros.
  5. Princípio do pluralismo familiar: é o princípio que informa que o rol constitucional, que lista a família matrimonial, a monoparental e a composta pela união estável entre o homem e a mulher não é taxativo, mas meramente exemplificativo, podendo emergir, portanto, outras formas de configuração familiar, como a já reconhecida união homoafetiva.
  6. Princípio da afetividade: é princípio basilar do direito de família, pois frequentemente diferenciará aquilo que pode ser considerado como núcleo familiar e o que não deve ser. Por afetividade, temos o desejo de constituir família, o convívio, o carinho, o respeito, a consideração, ou seja, aqueles elementos afetivos que devem estar presentes em todas as famílias.
  7. Princípio do melhor interesse do menor: informa esse princípio que, no exercício do poder familiar, que é o poder diretivo que possuem, em regra, ambos os pais na vida do menor, deve ser tutelado sempre aquilo que melhor atende às necessidades do menor. Ademais, deve ser observado na definição da guarda, na investigação de paternidade, na regulamentação de visitas, na prestação de alimentos, na tutela, dentre outros.
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Isadoli Teixeira

Há mais de um mês

O princípio da paternidade responsável orientador,entre outras questões da lei dos Alimentos gravidicos

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