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o que é a prisão em segunda instância, quais são seus prós e contras e quais são as suas implicações?


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Primeiramente, temos que a prisão após condenação criminal em segunda instância se refere à imperatividade de que, no ordenamento jurídico brasileiro, o réu condenado à pena privativa de liberdade inicie o seu cumprimento após decisão de segunda instância, ainda que pendentes recursos às instâncias superiores.

Dessa maneira, o último entendimento de permitir a prisão foi decidido por sete votos a quatro pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em fevereiro de 2016, e mantido em uma nova decisão na corte em outubro de 2016, por seis votos a cinco.

Contudo, observa-se que os réus condenados nessa situação têm direito a recorrer aos tribunais superiores, mas não em liberdade, em que desde 07 de novembro de 2019, contudo, o Supremo Tribunal Federal decidiu, por maioria de 6 x 5, que cumprimento da pena deve começar após esgotamento de recursos, apesar de não ter afastado a possibilidade de prisão antes do trânsito em julgado, desde que sejam preenchidos os requisitos do Código de Processo Penal para a prisão preventiva.

Por fim, verificamos que os prós se condensa no fato de que os réus protelam condenação com recursos e os contras estariam de acordo com o fato de que fere o princípio da presunção de inocência.

Primeiramente, temos que a prisão após condenação criminal em segunda instância se refere à imperatividade de que, no ordenamento jurídico brasileiro, o réu condenado à pena privativa de liberdade inicie o seu cumprimento após decisão de segunda instância, ainda que pendentes recursos às instâncias superiores.

Dessa maneira, o último entendimento de permitir a prisão foi decidido por sete votos a quatro pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em fevereiro de 2016, e mantido em uma nova decisão na corte em outubro de 2016, por seis votos a cinco.

Contudo, observa-se que os réus condenados nessa situação têm direito a recorrer aos tribunais superiores, mas não em liberdade, em que desde 07 de novembro de 2019, contudo, o Supremo Tribunal Federal decidiu, por maioria de 6 x 5, que cumprimento da pena deve começar após esgotamento de recursos, apesar de não ter afastado a possibilidade de prisão antes do trânsito em julgado, desde que sejam preenchidos os requisitos do Código de Processo Penal para a prisão preventiva.

Por fim, verificamos que os prós se condensa no fato de que os réus protelam condenação com recursos e os contras estariam de acordo com o fato de que fere o princípio da presunção de inocência.

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Lindyanna Reis

Há mais de um mês

A prisão após condenação criminal em segunda instância refere-se à imperatividade de que, no ordenamento jurídico brasileiro, o réu condenado à pena privativa de liberdade inicie o seu cumprimento após decisão de segunda instância, ainda que pendentes recursos às instâncias superiores.
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George Lucas Goulart

Há mais de um mês

É quando após julgamento pelo tribunal (ex TJ/RS), o réu começa a cumprir sua pena antes que exista julgamento de outros recursos possiveis.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas