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Tomada de decisão intuitiva é o que?


4 resposta(s)

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Kímberlly

Há mais de um mês

A tomada de decisão é um processo cognitivo que envolve tanto a razão quanto a emoção dos sujeitos.

Trata-se de escolher a melhor opção entre várias alternativas.

Cada decisão tomada gera uma consequência, que nem sempre é prevista.

De acordo com Dan Ryan, consultor de aquisição de talentos e desenvolvimento pessoal, em artigo para a Revista Forbes, a tomada de decisões é algo que todos nós fazemos o tempo inteiro.

“Algumas vezes, o processo pode ser quase automático, enquanto em outros, pode ser lento e pesado”, afirma.

Seja na vida pessoal, seja na vida profissional, quanto mais consciente for esse processo, melhor ele poderá ser guiado.

Esse cuidado evita resultados inesperados e aumenta as chances de sucesso.

Nas empresas, não é diferente: a tomada de decisão apresenta riscos e oportunidades.

gestor geralmente é quem se responsabiliza por esse processo, que pode envolver diferentes graus de dificuldade.

Afinal, nem sempre é fácil fazer escolhas que, sem dúvidas, trarão impacto ao negócio.

No entanto, a tomada de decisão é absolutamente importante para uma organização.

Sem ela, a empresa pode perder negociações e descartar oportunidades de crescimento no mercado, por exemplo.

Por isso, as escolhas ocorrem a todo momento: quando é preciso investir em produtos, negociar com fornecedores e reformular uma equipe, entre outros.

Em uma decisão, dois aspectos principais entram em jogo: a razão e a emoção.

Encontrar um balanço entre os dois, muitas vezes, é difícil.

Mas esse equilíbrio é fundamental para que o gestor não acabe fazendo escolhas erradas e mal planejadas.

Quanto mais dados tiver em mãos para fazer uma análise, melhor.

E seu senso de comprometimento com os valores e a missão da empresa também é essencial.

Na esfera pessoal, em vez da missão do negócio, entram em jogo os seus valores e a sua visão de mundo, que contempla não apenas quem você é, mas também os seus objetivos e sua estratégia para chegar lá.

Mesmo assim, seja em uma reunião com os sócios ou em uma conversa sobre o relacionamento conjugal, o embasamento e a prudência não eliminam completamente a dúvida.

Em qualquer tomada de decisão, há uma série de variáveis que são simplesmente imprevisíveis.

Ao longo dos próximos tópicos, você vai entender melhor como lidar com a incerteza e como reduzir ao máximo a margem de erro.


A tomada de decisão é um processo cognitivo que envolve tanto a razão quanto a emoção dos sujeitos.

Trata-se de escolher a melhor opção entre várias alternativas.

Cada decisão tomada gera uma consequência, que nem sempre é prevista.

De acordo com Dan Ryan, consultor de aquisição de talentos e desenvolvimento pessoal, em artigo para a Revista Forbes, a tomada de decisões é algo que todos nós fazemos o tempo inteiro.

“Algumas vezes, o processo pode ser quase automático, enquanto em outros, pode ser lento e pesado”, afirma.

Seja na vida pessoal, seja na vida profissional, quanto mais consciente for esse processo, melhor ele poderá ser guiado.

Esse cuidado evita resultados inesperados e aumenta as chances de sucesso.

Nas empresas, não é diferente: a tomada de decisão apresenta riscos e oportunidades.

gestor geralmente é quem se responsabiliza por esse processo, que pode envolver diferentes graus de dificuldade.

Afinal, nem sempre é fácil fazer escolhas que, sem dúvidas, trarão impacto ao negócio.

No entanto, a tomada de decisão é absolutamente importante para uma organização.

Sem ela, a empresa pode perder negociações e descartar oportunidades de crescimento no mercado, por exemplo.

Por isso, as escolhas ocorrem a todo momento: quando é preciso investir em produtos, negociar com fornecedores e reformular uma equipe, entre outros.

Em uma decisão, dois aspectos principais entram em jogo: a razão e a emoção.

Encontrar um balanço entre os dois, muitas vezes, é difícil.

Mas esse equilíbrio é fundamental para que o gestor não acabe fazendo escolhas erradas e mal planejadas.

Quanto mais dados tiver em mãos para fazer uma análise, melhor.

E seu senso de comprometimento com os valores e a missão da empresa também é essencial.

Na esfera pessoal, em vez da missão do negócio, entram em jogo os seus valores e a sua visão de mundo, que contempla não apenas quem você é, mas também os seus objetivos e sua estratégia para chegar lá.

Mesmo assim, seja em uma reunião com os sócios ou em uma conversa sobre o relacionamento conjugal, o embasamento e a prudência não eliminam completamente a dúvida.

Em qualquer tomada de decisão, há uma série de variáveis que são simplesmente imprevisíveis.

Ao longo dos próximos tópicos, você vai entender melhor como lidar com a incerteza e como reduzir ao máximo a margem de erro.


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Vera

Há mais de um mês

Tomar uma decisão através da própria intuição.
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Danilo

Há mais de um mês

A tomada de decisão é um processo cognitivo que envolve tanto a razão quanto a emoção dos sujeitos.

Trata-se de escolher a melhor opção entre várias alternativas.

Cada decisão tomada gera uma consequência, que nem sempre é prevista.

De acordo com Dan Ryan, a tomada de decisões é algo que todos nós fazemos o tempo inteiro.

“Algumas vezes, o processo pode ser quase automático, enquanto em outros, pode ser lento e pesado”, afirma.

Seja na vida pessoal, seja na vida profissional, quanto mais consciente for esse processo, melhor ele poderá ser guiado.

Esse cuidado evita resultados inesperados e aumenta as chances de sucesso.

Nas empresas, não é diferente: a tomada de decisão apresenta riscos e oportunidades.

O gestor geralmente é quem se responsabiliza por esse processo, que pode envolver diferentes graus de dificuldade.

Afinal, nem sempre é fácil fazer escolhas que, sem dúvidas, trarão impacto ao negócio.

No entanto, a tomada de decisão é absolutamente importante para uma organização.

Sem ela, a empresa pode perder negociações e descartar oportunidades de crescimento no mercado, por exemplo.

Por isso, as escolhas ocorrem a todo momento: quando é preciso investir em produtos, negociar com fornecedores e reformular uma equipe, entre outros.

Em uma decisão, dois aspectos principais entram em jogo: a razão e a emoção.

Encontrar um balanço entre os dois, muitas vezes, é difícil.

Mas esse equilíbrio é fundamental para que o gestor não acabe fazendo escolhas erradas e mal planejadas.

Quanto mais dados tiver em mãos para fazer uma análise, melhor.

E seu senso de comprometimento com os valores e a missão da empresa também é essencial.

Na esfera pessoal, em vez da missão do negócio, entram em jogo os seus valores e a sua visão de mundo, que contempla não apenas quem você é, mas também os seus objetivos e sua estratégia para chegar lá.

Mesmo assim, seja em uma reunião com os sócios ou em uma conversa sobre o relacionamentoconjugal, o embasamento e a prudência não eliminam completamente a dúvida.

Em qualquer tomada de decisão, há uma série de variáveis que são simplesmente imprevisíveis.

Ao longo dos próximos tópicos, você vai entender melhor como lidar com a incerteza e como reduzir ao máximo a margem de erro.

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