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Porque o pensamento inatista tem dupla origem?


1 resposta(s)

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Juliana

Há mais de um mês

O pensamento inatista tem dupla origem porque, embora se respeitasse a ideia das diferenças geneticamente herdadas, observava-se, contudo a semelhança no que se refere ao desenvolvimento humano. O médico, professor e Doutor em psicologia, Arnold Gesell, dedicou seu estudo à evolução da criança - do nascimento aos 16 anos - do desenvolvimento físico, motor e comportamental; priorizando seu foco de investigação sobre a maturação, que segundo Falcão (2002, p. 46 e 47), é o “processo de diferenciações estruturais e funcionais do organismo, levando a padrões específicos de desenvolvimento ”.


Considerando as premissas da Teoria Inatista, a evolução psicológica da criança também seria determinada biologicamente e, ao meio social apenas restava limitar ou facilitar tal evolução. Podemos observar que ambos os estudiosos da Teoria Inatista tem formação médica e, considerando suas crenças pessoais e profissionais, tendem a valorizar os aspectos fisiológicos, estruturais do ser humano.


Agora pensemos em nós: será que acataríamos alguma derrota ou limitação pelo fato exclusivo de não termos herdado geneticamente esta ou aquela característica? Será que é possível superar dificuldades, estudar, crescer mesmo com pais analfabetos? É verdadeiro o ditado popular que “Filho de peixe, peixinho é?”


Conclui-se, portanto, a prevalência do desenvolvimento sobre a aprendizagem nesta Teoria. A cada fase do desenvolvimento, o ser humano aprende novos conhecimentos. É como se a aprendizagem estivesse dependente do desenvolvimento e esta é uma crítica à Teoria Inatista, no que se refere à Educação. Será que todos aprendem do mesmo jeito, em quantidade e qualidade, quando tem a mesma idade cronológica? Seria o processo de maturação determinante para a execução de tarefas e construção de novos conhecimentos? Na visão Inatista, a Educação é um processo de dentro para fora.



O pensamento inatista tem dupla origem porque, embora se respeitasse a ideia das diferenças geneticamente herdadas, observava-se, contudo a semelhança no que se refere ao desenvolvimento humano. O médico, professor e Doutor em psicologia, Arnold Gesell, dedicou seu estudo à evolução da criança - do nascimento aos 16 anos - do desenvolvimento físico, motor e comportamental; priorizando seu foco de investigação sobre a maturação, que segundo Falcão (2002, p. 46 e 47), é o “processo de diferenciações estruturais e funcionais do organismo, levando a padrões específicos de desenvolvimento ”.


Considerando as premissas da Teoria Inatista, a evolução psicológica da criança também seria determinada biologicamente e, ao meio social apenas restava limitar ou facilitar tal evolução. Podemos observar que ambos os estudiosos da Teoria Inatista tem formação médica e, considerando suas crenças pessoais e profissionais, tendem a valorizar os aspectos fisiológicos, estruturais do ser humano.


Agora pensemos em nós: será que acataríamos alguma derrota ou limitação pelo fato exclusivo de não termos herdado geneticamente esta ou aquela característica? Será que é possível superar dificuldades, estudar, crescer mesmo com pais analfabetos? É verdadeiro o ditado popular que “Filho de peixe, peixinho é?”


Conclui-se, portanto, a prevalência do desenvolvimento sobre a aprendizagem nesta Teoria. A cada fase do desenvolvimento, o ser humano aprende novos conhecimentos. É como se a aprendizagem estivesse dependente do desenvolvimento e esta é uma crítica à Teoria Inatista, no que se refere à Educação. Será que todos aprendem do mesmo jeito, em quantidade e qualidade, quando tem a mesma idade cronológica? Seria o processo de maturação determinante para a execução de tarefas e construção de novos conhecimentos? Na visão Inatista, a Educação é um processo de dentro para fora.



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