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Resumo do filme Brava Gente, A História de Ana Néri, --destacando suas principais ações que contribuíram para a evolução da Enfermagem.


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Francieli Mathers

Há mais de um mês

Durante a Guerra Do Paraguai, em 1865, surge uma mulher que viria a se tornar, como proclamada pelos militares do Brasil –mãe dos brasileiros-, além de um ícone na Enfermagem nacional.

Após três de seus filhos serem convocados à guerra, Ana Neri resolve se filiar à junta médica do exército brasileiro, como enfermeira. Mas ao se deparar com as regras de não cuidar de pacientes da “bolha”, ou seja, pacientes desenganados ou com doenças contagiosas e desconhecidas, a risco de expulsão se as desobedeces, Ana Neri se vê desgostosa ao imaginar as condições daqueles enfermos.

Em sua primeira noite, Ana logo descobre que crianças também estão à mercê da morte, somente por serem paraguaias, então ao avisar o médico e ser ignorada, Ana resolve fazer suas operações às escondidas.

Ana é descoberta, mas o Capitão resolve não lhe expulsar, mas atribui uma pena, lavar toda a roupa suja da enfermaria. Ana, como sempre sendo proativa, resolve fazer mais que isso, e esteriliza todo o leito, implementando uma melhor higiene, para proteger os pacientes de futuras infecções, o que foi uma excelente tática de prevenção e gerou bons resultados.

Ana percebe então que mais difícil que lidar com a saúde dos enfermos, é lidar com o machismo dos tenentes do exército que atrapalham seu trabalho. Após ouvir tristes histórias sobre o isolamento, a “bolha”, Neri resolve investigar e tentar entender o porquê daquelas pessoas estarem sendo tratadas de formas desumanas. Ao caminhar na surdina da noite até o galpão de isolamento, Ana descobre então que na realidade, a “bolha” é um campo de tortura. Após isso, ela resolve libertar os prisioneiros de guerra, incluindo um famoso tenente do exército paraguaio, seu lema de trabalho é “Eu vim para salvar vidas, não para escolhe-las”.

O exército descobre a traição à pátria e convoca um inquérito para descobrir o feitor de tal ato, considerado extremamente problemático. O capitão do exército chega junto ao grupo de investigação, mas logo se contagia com o carisma de Ana e a elogia pelos métodos de trabalho, chamando-a de heroína brasileira. Mas nem tudo são flores, a investigação descobre que Ana foi a feitora do ato de traição. Ao ser instigada à assumir, Ana também conta a todos das práticas de tortura. De surpresa, durante a realização do inquérito, houve um ataque pelas tropas inimigas, que acabou atingindo o coronel que viria a realizar o julgamento final. Assim, Ana ficou livre de suas acusações, mas até o final do ataque, nenhuma vida da qual ela poderia vir a salvar foi negligenciada.

Texto Dos Créditos Finais Do Filme:

Ana Justina Ferreira Neri, nasceu em 13 de dezembro de 1814, na Bahia e morreu aos 66 em 1880. O exército brasileiro a denominou “mãe dos brasileiros”, por seu carinho e dedicação ao trabalhar como enfermeira voluntária na Guerra Do Paraguai. Ana perdeu um filho e um sobrinho na guerra, vencida pelo Brasil em Março de 1879.

Durante a Guerra Do Paraguai, em 1865, surge uma mulher que viria a se tornar, como proclamada pelos militares do Brasil –mãe dos brasileiros-, além de um ícone na Enfermagem nacional.

Após três de seus filhos serem convocados à guerra, Ana Neri resolve se filiar à junta médica do exército brasileiro, como enfermeira. Mas ao se deparar com as regras de não cuidar de pacientes da “bolha”, ou seja, pacientes desenganados ou com doenças contagiosas e desconhecidas, a risco de expulsão se as desobedeces, Ana Neri se vê desgostosa ao imaginar as condições daqueles enfermos.

Em sua primeira noite, Ana logo descobre que crianças também estão à mercê da morte, somente por serem paraguaias, então ao avisar o médico e ser ignorada, Ana resolve fazer suas operações às escondidas.

Ana é descoberta, mas o Capitão resolve não lhe expulsar, mas atribui uma pena, lavar toda a roupa suja da enfermaria. Ana, como sempre sendo proativa, resolve fazer mais que isso, e esteriliza todo o leito, implementando uma melhor higiene, para proteger os pacientes de futuras infecções, o que foi uma excelente tática de prevenção e gerou bons resultados.

Ana percebe então que mais difícil que lidar com a saúde dos enfermos, é lidar com o machismo dos tenentes do exército que atrapalham seu trabalho. Após ouvir tristes histórias sobre o isolamento, a “bolha”, Neri resolve investigar e tentar entender o porquê daquelas pessoas estarem sendo tratadas de formas desumanas. Ao caminhar na surdina da noite até o galpão de isolamento, Ana descobre então que na realidade, a “bolha” é um campo de tortura. Após isso, ela resolve libertar os prisioneiros de guerra, incluindo um famoso tenente do exército paraguaio, seu lema de trabalho é “Eu vim para salvar vidas, não para escolhe-las”.

O exército descobre a traição à pátria e convoca um inquérito para descobrir o feitor de tal ato, considerado extremamente problemático. O capitão do exército chega junto ao grupo de investigação, mas logo se contagia com o carisma de Ana e a elogia pelos métodos de trabalho, chamando-a de heroína brasileira. Mas nem tudo são flores, a investigação descobre que Ana foi a feitora do ato de traição. Ao ser instigada à assumir, Ana também conta a todos das práticas de tortura. De surpresa, durante a realização do inquérito, houve um ataque pelas tropas inimigas, que acabou atingindo o coronel que viria a realizar o julgamento final. Assim, Ana ficou livre de suas acusações, mas até o final do ataque, nenhuma vida da qual ela poderia vir a salvar foi negligenciada.

Texto Dos Créditos Finais Do Filme:

Ana Justina Ferreira Neri, nasceu em 13 de dezembro de 1814, na Bahia e morreu aos 66 em 1880. O exército brasileiro a denominou “mãe dos brasileiros”, por seu carinho e dedicação ao trabalhar como enfermeira voluntária na Guerra Do Paraguai. Ana perdeu um filho e um sobrinho na guerra, vencida pelo Brasil em Março de 1879.

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