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Claudia

Há mais de um mês

mortalidade materna, por sua dimensão e consequências negativas, tem sido considerada um problema crucial de saúde pública. Evitável em mais de 90% dos casos, constitui-se uma grave violação dos direitos reprodutivos e, portanto, dos humanos. É um dos indicadores da assistência à saúde das mulheres e, por esta razão, revela a qualidade da atenção à saúde e, indiretamente, as condições de vida e saúde da população. No Brasil, a hipertensão arterial na gravidez constitui a primeira causa de morte materna. Estudo recente apontou que, nas capitais brasileiras, os transtornos hipertensivos lideram as causas deste tipo de morte, representando em torno de 25% dos óbitos maternos investigados.

SOARES, V.M.N.; SOUZA, K.V.; FREYGANG, T.C.; CORREA, V.; SAITO, M.R. Mortalidade materna por pré-eclâmpsia/eclâmpsia em um estado do Sul do Brasil. Rev Bras Ginecol Obstet..31(11):566-573, 2009.

Sobre a pré eclâmpsia podemos afirmar que:

I- A etiopatogenia da hipertensão arterial gestacional ainda é desconhecida, bem como a patogênese de suas manifestações. Sabe-se que o surgimento ocorre na segunda metade da gestação e normalmente após a 20ª semana. Há elevação da pressão arterial além de 140/90 mmHg ou o aumento de 30 mmHg para a pressão sistólica e de 15 mmHg para a diastólica.
II- A mortalidade por hipertensão gestacional tem relação diretamente proporcional com a rápida e criteriosa avaliação obstétrica, ao diagnóstico e pronto atendimento.
III- Estão entre os fatores de risco a obesidade, primiparidade, idades extremas, antecedentes familiares, história de pré-eclâmpsia ou eclâmpsia em gestações anteriores, gemelaridade e ganho excessivo de peso.
mortalidade materna, por sua dimensão e consequências negativas, tem sido considerada um problema crucial de saúde pública. Evitável em mais de 90% dos casos, constitui-se uma grave violação dos direitos reprodutivos e, portanto, dos humanos. É um dos indicadores da assistência à saúde das mulheres e, por esta razão, revela a qualidade da atenção à saúde e, indiretamente, as condições de vida e saúde da população. No Brasil, a hipertensão arterial na gravidez constitui a primeira causa de morte materna. Estudo recente apontou que, nas capitais brasileiras, os transtornos hipertensivos lideram as causas deste tipo de morte, representando em torno de 25% dos óbitos maternos investigados.

SOARES, V.M.N.; SOUZA, K.V.; FREYGANG, T.C.; CORREA, V.; SAITO, M.R. Mortalidade materna por pré-eclâmpsia/eclâmpsia em um estado do Sul do Brasil. Rev Bras Ginecol Obstet..31(11):566-573, 2009.

Sobre a pré eclâmpsia podemos afirmar que:

I- A etiopatogenia da hipertensão arterial gestacional ainda é desconhecida, bem como a patogênese de suas manifestações. Sabe-se que o surgimento ocorre na segunda metade da gestação e normalmente após a 20ª semana. Há elevação da pressão arterial além de 140/90 mmHg ou o aumento de 30 mmHg para a pressão sistólica e de 15 mmHg para a diastólica.
II- A mortalidade por hipertensão gestacional tem relação diretamente proporcional com a rápida e criteriosa avaliação obstétrica, ao diagnóstico e pronto atendimento.
III- Estão entre os fatores de risco a obesidade, primiparidade, idades extremas, antecedentes familiares, história de pré-eclâmpsia ou eclâmpsia em gestações anteriores, gemelaridade e ganho excessivo de peso.

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