A maior rede de estudos do Brasil

Qual a natureza Jurídico-Administrativo dos Tribunais de Contas, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas?

Direito Administrativo IHumanas / Sociais

2 resposta(s)

User badge image

lucia hollanda

Há mais de um mês

Resumo: Este artigo tem como objetivo questionar como deverá o jurista, adepto ao positivismo jurídico, proceder ao se deparar com uma norma injusta ou inadequada aos interesses sociais, de forma a ponderar sobre o que ocasiona maior dano, aplicar uma lei injusta, a pretexto de se manter a segurança e a certeza jurídica ou, conferir ao juiz poder para julgar contra legem, a fim de adequar sua decisão ao que lhe pareça ético.


Sumário: 1. A norma injusta e o direito positivo. 2. A “versão forte” do positivismo jurídico ideológico. 3. A “versão fraca ou moderada” do positivismo jurídico ideológico. 4. Avaliação crítica do direito positivo frente à norma injusta.


5. Conclusão. Referências Bibliográficas.


1. A norma injusta e o direito positivo


A palavra Direito é uma expressão que possui múltiplos significados, podendo estar relacionada com os conceitos de lei, justiça, prerrogativa, dever, faculdade, entre outras. A concepção positivista, em exame, entende o Direito como um conjunto de regras, fruto de uma vontade humana soberana, impostas a todos os cidadãos com o intuito de viabilizar a vida comunitária.


O positivismo jurídico, no entanto, ao contrário do que muitos pensam, não se resume a uma única proposição, e foi, justamente no intuito de facilitar a compreensão e distinguir as principais teses atribuidas a respeito dessa expressão que Norberto Bobbio apresentou uma das mais interessantes classificações a respeito do tema: o positivismo jurídico como um ‘método de estudo do direito’; o positivismo jurídico como ‘teoria’; e o positivismo jurídico como ‘ideologia’ (1999, p.39-64).


O positivismo jurídico como ‘método de estudo do direito’ relaciona-se “ao modo como os positivistas delimitam o objeto de suas pesquisas e, por conseguinte, a função que atribuem a pesquisa que empreendem”(Sgarbi, 2007, p. 715)

Resumo: Este artigo tem como objetivo questionar como deverá o jurista, adepto ao positivismo jurídico, proceder ao se deparar com uma norma injusta ou inadequada aos interesses sociais, de forma a ponderar sobre o que ocasiona maior dano, aplicar uma lei injusta, a pretexto de se manter a segurança e a certeza jurídica ou, conferir ao juiz poder para julgar contra legem, a fim de adequar sua decisão ao que lhe pareça ético.


Sumário: 1. A norma injusta e o direito positivo. 2. A “versão forte” do positivismo jurídico ideológico. 3. A “versão fraca ou moderada” do positivismo jurídico ideológico. 4. Avaliação crítica do direito positivo frente à norma injusta.


5. Conclusão. Referências Bibliográficas.


1. A norma injusta e o direito positivo


A palavra Direito é uma expressão que possui múltiplos significados, podendo estar relacionada com os conceitos de lei, justiça, prerrogativa, dever, faculdade, entre outras. A concepção positivista, em exame, entende o Direito como um conjunto de regras, fruto de uma vontade humana soberana, impostas a todos os cidadãos com o intuito de viabilizar a vida comunitária.


O positivismo jurídico, no entanto, ao contrário do que muitos pensam, não se resume a uma única proposição, e foi, justamente no intuito de facilitar a compreensão e distinguir as principais teses atribuidas a respeito dessa expressão que Norberto Bobbio apresentou uma das mais interessantes classificações a respeito do tema: o positivismo jurídico como um ‘método de estudo do direito’; o positivismo jurídico como ‘teoria’; e o positivismo jurídico como ‘ideologia’ (1999, p.39-64).


O positivismo jurídico como ‘método de estudo do direito’ relaciona-se “ao modo como os positivistas delimitam o objeto de suas pesquisas e, por conseguinte, a função que atribuem a pesquisa que empreendem”(Sgarbi, 2007, p. 715)

User badge image

Pedro

Há mais de um mês

Tribunal de Contas da União e seus órgãos correlatos, como os Tribunais de Contas dos Estados, Tribunal de Contas do Distrito Federal e os Tribunais de Contas dos Municípios, no que refere-se às suas funções, competências, historiografia, conceito, natureza jurídica, de modo a permitir uma visão macro dos sistemas de fiscalização do erário público no país. Além de apresenta-los em seus aspectos particulares no que tange a sua importância para proteção do patrimônio público no Brasil, e os procedimentos pelos quais se instaura uma análise de contas públicas, tanto pelo viés orçamentário, quanto pelo aspecto de avaliação e punição sobre comprometimento ilícito dos bens do Estado Brasileiro, cuja finalidade é detalhar os procedimentos e ações dos Tribunais de Contas frente aos órgãos federais e agentes públicos. A representatividade para o estado democrático de direito das "Cortes de Contas" mostra que a sua presença junto aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário é de suma importância, tanto para a Administração Pública Federal, pois demonstra a lisura das contas pública e do emprego do erário público em todo território nacional, quanto para a concretização da democracia e cidadania do povo brasileiro.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes