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Quais as exceções do Artigo 97 CF/88?

Art 97 CF/88


2 resposta(s)

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Sônia de Almeida Toledo

Há mais de um mês

A cláusula de reserva de plenário, também chamada de “full bench”, “full court” ou “julgamento en banc”, tem como fundamento a presunção de constitucionalidade das leis e é prevista no art. 97 da CF/88, bem como nos arts. 948 a 950 do CPC/15.

Consiste na exigência de que somente pelo voto da maioria absoluta dos membros da Corte ou dos integrantes do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público.

O Supremo, por meio da Súmula Vinculante nº 10, fixou a tese de que as decisões de órgão fracionário de Tribunal que embora não declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público, afasta sua incidência, no todo ou em parte, viola a cláusula de reserva de plenário.

Entretanto, há exceções? Sim! elencamos para vocês algumas exceções previstas na jurisprudência do STF e na doutrina, constantemente cobradas em provas de concurso:

  1. Decisão que realização interpretação conforme a Constituição;
  2. Decisão sobre normas pré-constitucionais (recepção ou revogação);
  3. Decisão pela manutenção de constitucionalidade da norma;
  4. Decisão das Turmas Recursais dos juizados especiais;
  5. Decisão em sede de medida cautelar
  6. Quando já houver pronunciamento do plenário ou órgão especial do Tribunal ou do STF sobre a questão (art. 949, parágrafo único, do CPC/15)


Obs.: Existe um julgado da 2ª Turma do STF, da Relatoria da Min. Ellen Gracie, que afasta a aplicação da cláusula da reserva de plenário ao STF, nos seguintes termos: “O STF exerce, por excelência, o controle difuso de constitucionalidade quando do julgamento do recurso extraordinário, tendo os seus colegiados fracionários competência regimental para fazê-lo sem ofensa ao art. 97 da Constituição Federal.”

(RE 361829 ED, Relatora Min. Ellen Gracie, Segunda Turma, julgado em 02/03/2010)

Link: https://canalveritas.com.br/2019/04/18/excecoes-clausula-reserva-plenario/

A cláusula de reserva de plenário, também chamada de “full bench”, “full court” ou “julgamento en banc”, tem como fundamento a presunção de constitucionalidade das leis e é prevista no art. 97 da CF/88, bem como nos arts. 948 a 950 do CPC/15.

Consiste na exigência de que somente pelo voto da maioria absoluta dos membros da Corte ou dos integrantes do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público.

O Supremo, por meio da Súmula Vinculante nº 10, fixou a tese de que as decisões de órgão fracionário de Tribunal que embora não declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público, afasta sua incidência, no todo ou em parte, viola a cláusula de reserva de plenário.

Entretanto, há exceções? Sim! elencamos para vocês algumas exceções previstas na jurisprudência do STF e na doutrina, constantemente cobradas em provas de concurso:

  1. Decisão que realização interpretação conforme a Constituição;
  2. Decisão sobre normas pré-constitucionais (recepção ou revogação);
  3. Decisão pela manutenção de constitucionalidade da norma;
  4. Decisão das Turmas Recursais dos juizados especiais;
  5. Decisão em sede de medida cautelar
  6. Quando já houver pronunciamento do plenário ou órgão especial do Tribunal ou do STF sobre a questão (art. 949, parágrafo único, do CPC/15)


Obs.: Existe um julgado da 2ª Turma do STF, da Relatoria da Min. Ellen Gracie, que afasta a aplicação da cláusula da reserva de plenário ao STF, nos seguintes termos: “O STF exerce, por excelência, o controle difuso de constitucionalidade quando do julgamento do recurso extraordinário, tendo os seus colegiados fracionários competência regimental para fazê-lo sem ofensa ao art. 97 da Constituição Federal.”

(RE 361829 ED, Relatora Min. Ellen Gracie, Segunda Turma, julgado em 02/03/2010)

Link: https://canalveritas.com.br/2019/04/18/excecoes-clausula-reserva-plenario/

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Natália Ferreira

Há mais de um mês

  1. Decisão que realização interpretação conforme a Constituição;
  2. Decisão sobre normas pré-constitucionais (recepção ou revogação);
  3. Decisão pela manutenção de constitucionalidade da norma;
  4. Decisão das Turmas Recursais dos juizados especiais;
  5. Decisão em sede de medida cautelar
  6. Quando já houver pronunciamento do plenário ou órgão especial do Tribunal ou do STF sobre a questão (art. 949, parágrafo único, do CPC/15)


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