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Disserte sobre os indicativos dessa perda que a criança surda mostra desde seu nascimento.

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Tamires S P Teodoro

Há mais de um mês

  1. Dificuldade para se comunicar em lugares ruidosos

Isso ocorre, principalmente, pela dificuldade de escutar em lugares com ruídos, como em shoppings, festas, feiras, entre outros. Os sons de fundo exercem grande influência nas pessoas em todos os níveis de perda auditiva e reduzem a compreensão da fala.

Por esse motivo, é importante observar se a pessoa fica indisposta para conversar em ambientes barulhentos ou demonstra não compreender o que as outras pessoas dizem, pedindo sempre para repetir a informação ou se isolando.

2. Leitura labial durante a conversa

As dificuldades na comunicação são um dos principais sinais da perda auditiva e, normalmente, são iniciadas com o não entendimento da fala. Muitas vezes, a pessoa ouve, mas não consegue compreender as palavras. Nesses casos, é comum pedir para repetir o que disseram por diversas vezes.

Outro ponto que merece atenção é quando há entendimento de fala apenas quando falam de frente para a pessoa, ou seja, quando há a possibilidade dela usar a leitura labial como ferramenta para ajudar na compreensão.

Também é comum a dificuldade de entender vozes femininas ou de crianças ao telefone (que costumam ser sons mais agudos). Com o tempo, esse problema piora e passa também a ocorrer durante os diálogos presenciais.

3. Escuta de zumbido

O zumbido pode ser caracterizado pela percepção de um som que não se relaciona a nenhum estímulo sonoro externo, como cliques, toques ou chiados. Podem ainda ser contínuos ou intermitentes, causando estresse e desconforto.

Embora ele não seja umas das causas da perda auditiva, o surgimento desse zumbido pode ocorrer caso a perda auditiva não seja tratada. Portanto, apresentar zumbido pode ser um sinal de alteração da via auditiva, responsável por conduzir os sons para o cérebro.

4. Tem intolerância a sons intensos

Um aspecto muito comum em pacientes com perda de audição é a hipersensibilidade em relação aos sons altos ou nem tão altos assim.. Por exemplo, quando os idosos se queixam do alto volume da música no rádio que, na verdade, se encontram em níveis normalmente tolerados por pessoas com audição normal.

Isso explica o motivo pelo qual falar muito alto com pacientes surdos pode ser prejudicial. Além do desconforto, conforme já comentamos, as vogais de frequências baixas (sons graves) são ampliadas, enquanto as consoantes (geralmente sons médios e agudos) permanecem inaudíveis, o que pode causar um grande desconforto para o paciente e ele continuar sem entender.

Dessa forma, é importante observar que na surdez em idosos, o problema se relaciona muito mais às frequências do som do que propriamente à intensidade. Portanto, falar muito alto ou gritar só faz sentido se o paciente apresentar outras causas para a perda auditiva, como por exemplo, excesso de cera no ouvido que pode obstruir a passagem do som.

5. Dificuldade para ouvir aparelhos eletrônicos

Uma mudança de hábito muito comum se refere ao som da televisão e do rádio. O indivíduo passa a ter dificuldade para escutar os aparelhos eletrônicos e começa, gradativamente, a apresentar necessidade de aumentar o volume.

Quando as músicas do rádio e programas de TV são acompanhadas por ruídos ao fundo, por trás das falas, dificulta ainda mais o entendimento do que está sendo dito.

6. Isolamento social

A dificuldade em escutar provoca o isolamento social, causando um grande impacto na vida da pessoa, levando inclusive à baixa na autoestima. Para evitar situações constrangedoras, é comum o idoso perder o interesse em compartilhar pensamentos e sentimentos.

 

7. Depressão

A limitação que a pessoa sente para fazer coisas simples, como ir ao cinema, assistir TV ou se reunir com os familiares, somada à sensação de inutilidade, pode provocar um estado depressivo.

Nesse caso, muitas vezes é necessário um tratamento multidisciplinar envolvendo vários profissionais especializados, como otorrinolaringologista, fonoaudiólogo e psicólogo a fim de auxiliar o paciente nesse processo.

  1. Dificuldade para se comunicar em lugares ruidosos

Isso ocorre, principalmente, pela dificuldade de escutar em lugares com ruídos, como em shoppings, festas, feiras, entre outros. Os sons de fundo exercem grande influência nas pessoas em todos os níveis de perda auditiva e reduzem a compreensão da fala.

Por esse motivo, é importante observar se a pessoa fica indisposta para conversar em ambientes barulhentos ou demonstra não compreender o que as outras pessoas dizem, pedindo sempre para repetir a informação ou se isolando.

2. Leitura labial durante a conversa

As dificuldades na comunicação são um dos principais sinais da perda auditiva e, normalmente, são iniciadas com o não entendimento da fala. Muitas vezes, a pessoa ouve, mas não consegue compreender as palavras. Nesses casos, é comum pedir para repetir o que disseram por diversas vezes.

Outro ponto que merece atenção é quando há entendimento de fala apenas quando falam de frente para a pessoa, ou seja, quando há a possibilidade dela usar a leitura labial como ferramenta para ajudar na compreensão.

Também é comum a dificuldade de entender vozes femininas ou de crianças ao telefone (que costumam ser sons mais agudos). Com o tempo, esse problema piora e passa também a ocorrer durante os diálogos presenciais.

3. Escuta de zumbido

O zumbido pode ser caracterizado pela percepção de um som que não se relaciona a nenhum estímulo sonoro externo, como cliques, toques ou chiados. Podem ainda ser contínuos ou intermitentes, causando estresse e desconforto.

Embora ele não seja umas das causas da perda auditiva, o surgimento desse zumbido pode ocorrer caso a perda auditiva não seja tratada. Portanto, apresentar zumbido pode ser um sinal de alteração da via auditiva, responsável por conduzir os sons para o cérebro.

4. Tem intolerância a sons intensos

Um aspecto muito comum em pacientes com perda de audição é a hipersensibilidade em relação aos sons altos ou nem tão altos assim.. Por exemplo, quando os idosos se queixam do alto volume da música no rádio que, na verdade, se encontram em níveis normalmente tolerados por pessoas com audição normal.

Isso explica o motivo pelo qual falar muito alto com pacientes surdos pode ser prejudicial. Além do desconforto, conforme já comentamos, as vogais de frequências baixas (sons graves) são ampliadas, enquanto as consoantes (geralmente sons médios e agudos) permanecem inaudíveis, o que pode causar um grande desconforto para o paciente e ele continuar sem entender.

Dessa forma, é importante observar que na surdez em idosos, o problema se relaciona muito mais às frequências do som do que propriamente à intensidade. Portanto, falar muito alto ou gritar só faz sentido se o paciente apresentar outras causas para a perda auditiva, como por exemplo, excesso de cera no ouvido que pode obstruir a passagem do som.

5. Dificuldade para ouvir aparelhos eletrônicos

Uma mudança de hábito muito comum se refere ao som da televisão e do rádio. O indivíduo passa a ter dificuldade para escutar os aparelhos eletrônicos e começa, gradativamente, a apresentar necessidade de aumentar o volume.

Quando as músicas do rádio e programas de TV são acompanhadas por ruídos ao fundo, por trás das falas, dificulta ainda mais o entendimento do que está sendo dito.

6. Isolamento social

A dificuldade em escutar provoca o isolamento social, causando um grande impacto na vida da pessoa, levando inclusive à baixa na autoestima. Para evitar situações constrangedoras, é comum o idoso perder o interesse em compartilhar pensamentos e sentimentos.

 

7. Depressão

A limitação que a pessoa sente para fazer coisas simples, como ir ao cinema, assistir TV ou se reunir com os familiares, somada à sensação de inutilidade, pode provocar um estado depressivo.

Nesse caso, muitas vezes é necessário um tratamento multidisciplinar envolvendo vários profissionais especializados, como otorrinolaringologista, fonoaudiólogo e psicólogo a fim de auxiliar o paciente nesse processo.

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