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Quais fatores contribuiram para o aumento da taxa de desemprego em 2015


3 resposta(s)

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Bernardo Cardoso Mattos

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Gustavo Milani

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Joaquin Levy tesourou tudo

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Dommenique

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Queda na construção

A pesquisa mostrou ainda queda no contingente do grupamento da construção. De acordo com Cimar Azeredo, houve retração de 6,7% na construção, ou uma redução de 509 mil pessoas, em relação ao trimestre anterior, e recuo de 8,6% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, ou menos 673 mil pessoas.


Fonte: IBGE


Regiões

No segundo trimestre, a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa de desocupação, de 10,3%, e a região Sul, a menor, atingindo 5,5%. Segundo Cimar Azeredo, houve recorde na taxa de desocupação em quatro unidades da federação: Paraná (6,2%), São Paulo (9%), Rio Grande do Sul (5,9%) e Goiás (7,3%), e três regiões, Sul (5,5%), Sudeste (8,3%) e Centro Oeste (7,4%).


Em relação ao mesmo período de 2014, a taxa de desocupação cresceu em todas as regiões: Norte (de 7,2% para 8,5%), Nordeste (de 8,8% para 10,3%), Sudeste (de 6,9% para 8,3%), Sul (de 4,1% para 5,5%) e Centro-Oeste (de 5,6% para 7,4%). Entre as unidades da federação, Bahia teve a maior taxa (12,7%) e Santa Catarina, a menor (3,9%).

“Se a gente olhar em quase todas as regiões, a procura por trabalho foi forte, aconteceu. Principalmente na região Sul, 35,6%, 223 mil pessoas, é a maior entre as regiões [em comparação com o ano anterior]. A região Sudeste também merece destaque, puxada por São Paulo. A taxa de desocupação de São Paulo foi a mais alta da série, então, chama atenção o percentual de Porto Alegre, mas a região Sudeste, mas por ser mais populosa tem percentual mais baixo, mas contingente, um aumento maior”.

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