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quais os principios da redução de custo na logistica 4.0

Logística

UNIP


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Manu Neris

Há mais de um mês

1.1. Estoque e armazenagem. ...

1.2. Embalagem. ...

1.3. Transportes e fretes. ...

1.4. Logística tributária. ...

1.5. Tecnologia. ...

1.6. Operações de distribuição. ...

1.7. Custo humano.

Explicação:

1.1.1. CUSTO DE PRODUTO

Este é o investimento que foi feito em cada material adquirido com os fornecedores.

1.1.2. CUSTO DE FALTA DO PRODUTO

Refere-se à falta de itens no estoque, o que pode acontecer por conta de atrasos na entrega do fornecedor ou de produtos que foram perdidos, danificados, quebrados ou que deterioraram ou venceram. Esse último aspecto é causa de grandes prejuízos para a empresa.

1.1.3. CUSTO DE MANUTENÇÃO

Essas despesas estão relacionadas à mão de obra, inventário, aluguel do espaço físico, impostos, entre outros, além dos gastos que materiais parados ou encalhados geram.

Processos logísticos bem-sucedidos estão relacionados à rapidez e à eficiência nas etapas de recebimento e distribuição de produtos. Por isso, se as operações de estoque e armazenagem são otimizadas, a empresa tem grandes chances de reduzir gastos significativos.

Além disso, um controle eficaz do estoque é essencial para que um empreendimento atinja o equilíbrio entre a oferta e a demanda, o que envolve também o setor de compras. Desperdícios, vendas perdidas e excesso de produtos são fontes de preocupação que podem ser evitadas com um mapeamento mais inteligente da armazenagem.

1.2. EMBALAGEM

A embalagem é fundamental não somente para causar uma ótima impressão no cliente ao receber seu produto, mas também porque o acondicionamento correto dos itens evita acidentes e defeitos nas mercadorias, redobrando a segurança.

Além de intensificar a proteção, é possível economizar e otimizar o uso do espaço dentro dos veículos quando embalagens adequadas e boas práticas de empacotamento — como enviar itens desmontados — são adotadas.

Assim, a embalagem certa pode ser um grande diferencial e gerar economia até na etapa de armazenamento.

1.3. TRANSPORTES E FRETES

O custo de transportes é de fato um dos mais expressivos para as empresas — sobretudo para aquelas que possuem frota própria. As despesas envolvem aquisição de veículos, manutenção, ociosidade, depreciação, combustível, entre outros.

Como a maior parte do que é produzido no Brasil é escoado ao longo de sua vasta malha rodoviária, os veículos precisam percorrer grandes distâncias, o que contribui para o desgaste mais rápido do caminhão, além de aumentar a exposição a riscos.

Afinal, problemas como acidentes e roubos de cargas são, infelizmente, muito comuns nas estradas brasileiras. Assim, a necessidade de investir em práticas de gestão de risco faz com que o preço final do frete fique ainda mais elevado.

1.4. LOGÍSTICA TRIBUTÁRIA

O Brasil é um país que possui uma alta carga tributária e também uma legislação conhecida por ser complexa. Um planejamento tributário bem pensado e estruturado é vital para que a empresa tome conhecimento de isenções fiscais, evite multas, ou até busque sistemas de sociedade diferenciados para reduzir a cobrança de taxas.


1.1. Estoque e armazenagem. ...

1.2. Embalagem. ...

1.3. Transportes e fretes. ...

1.4. Logística tributária. ...

1.5. Tecnologia. ...

1.6. Operações de distribuição. ...

1.7. Custo humano.

Explicação:

1.1.1. CUSTO DE PRODUTO

Este é o investimento que foi feito em cada material adquirido com os fornecedores.

1.1.2. CUSTO DE FALTA DO PRODUTO

Refere-se à falta de itens no estoque, o que pode acontecer por conta de atrasos na entrega do fornecedor ou de produtos que foram perdidos, danificados, quebrados ou que deterioraram ou venceram. Esse último aspecto é causa de grandes prejuízos para a empresa.

1.1.3. CUSTO DE MANUTENÇÃO

Essas despesas estão relacionadas à mão de obra, inventário, aluguel do espaço físico, impostos, entre outros, além dos gastos que materiais parados ou encalhados geram.

Processos logísticos bem-sucedidos estão relacionados à rapidez e à eficiência nas etapas de recebimento e distribuição de produtos. Por isso, se as operações de estoque e armazenagem são otimizadas, a empresa tem grandes chances de reduzir gastos significativos.

Além disso, um controle eficaz do estoque é essencial para que um empreendimento atinja o equilíbrio entre a oferta e a demanda, o que envolve também o setor de compras. Desperdícios, vendas perdidas e excesso de produtos são fontes de preocupação que podem ser evitadas com um mapeamento mais inteligente da armazenagem.

1.2. EMBALAGEM

A embalagem é fundamental não somente para causar uma ótima impressão no cliente ao receber seu produto, mas também porque o acondicionamento correto dos itens evita acidentes e defeitos nas mercadorias, redobrando a segurança.

Além de intensificar a proteção, é possível economizar e otimizar o uso do espaço dentro dos veículos quando embalagens adequadas e boas práticas de empacotamento — como enviar itens desmontados — são adotadas.

Assim, a embalagem certa pode ser um grande diferencial e gerar economia até na etapa de armazenamento.

1.3. TRANSPORTES E FRETES

O custo de transportes é de fato um dos mais expressivos para as empresas — sobretudo para aquelas que possuem frota própria. As despesas envolvem aquisição de veículos, manutenção, ociosidade, depreciação, combustível, entre outros.

Como a maior parte do que é produzido no Brasil é escoado ao longo de sua vasta malha rodoviária, os veículos precisam percorrer grandes distâncias, o que contribui para o desgaste mais rápido do caminhão, além de aumentar a exposição a riscos.

Afinal, problemas como acidentes e roubos de cargas são, infelizmente, muito comuns nas estradas brasileiras. Assim, a necessidade de investir em práticas de gestão de risco faz com que o preço final do frete fique ainda mais elevado.

1.4. LOGÍSTICA TRIBUTÁRIA

O Brasil é um país que possui uma alta carga tributária e também uma legislação conhecida por ser complexa. Um planejamento tributário bem pensado e estruturado é vital para que a empresa tome conhecimento de isenções fiscais, evite multas, ou até busque sistemas de sociedade diferenciados para reduzir a cobrança de taxas.


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gabriel figueiro

Há mais de um mês

Internet das Coisas

Com a modernização da logística, a IoT apresenta grande relevância nos diversos trabalhos realizados no setor. Ela tem como função conectar equipamentos utilizados no dia a dia à internet.

Com a Internet das Coisas, alguns equipamentos já são capazes de funcionar de forma automatizada, seguindo apenas as orientações estipuladas pelos sistemas. Isso aumenta a produtividade e reduz custos operacionais, além de riscos com profissionais.

Inteligência Artificial

Com a Inteligência Artificial é possível que uma máquina tome decisões automáticas durante os processos. Também é possível prever comportamentos e antecipar possíveis problemas do setor.

Essa tecnologia também pode garantir mais eficiência e rapidez nas atividades, diminuindo a chance de erros. Outra facilidade é que a IA dá a possibilidade de atender o cliente de forma personalizada, através da análise inteligente de dados.

Cloud Computing

Os serviços de cloud computing estão se tornando cada vez mais comuns nas empresas. A tendência é a virtualização dos serviços e, por conta disso, a cloud computing se tornou uma solução essencial, tanto para a logística como para a indústria 4.0.

Essa tecnologia 4.0 facilita o gerenciamento de informações, que permite coletar, armazenar e disponibilizar dados muito mais rápidos e seguros de qualquer lugar. Isso ajuda bastante as empresas do ramo logístico, por permitir que elas prestem serviços em diferentes localidades.

Big Data

Outra tecnologia que pode ser implementada na logística 4.0 é o Big Data. Isso porque o setor trabalha com uma grande quantidade de informações e diversos dados importantes que não podem passar despercebidos.

Desse modo, o Big Data é um complemento muito importante para o setor logístico, a fim de que a empresa consiga ter uma visão mais estratégica de toda a cadeia produtiva.



Digital twin

O conceito de digital twin está relacionado com uma versão digital de um produto, como um protótipo. É uma tecnologia que vem sendo explorada por diversos segmentos, inclusive a logística.

Nesse cenário, as fábricas podem criar os seus gêmeos digitais para avaliar as mudanças e ver a melhor logística dentro do espaço disponível. Assim, o planejamento logístico se torna muito mais eficiente.

Machine learning

O machine learning, ou aprendizado da máquina, é um recurso que busca analisar informações de forma automática para a formação de modelos analíticos. Em outras palavras, permite que as máquinas aprendam automaticamente para que possam agir de forma autônoma.

Na logística, esse conceito pode aumentar a precisão de dados em relação aos estoques de segurança. Além de permitir ampliar a conectividade entre as atividades, também apresentam a função de manter a logística mais ágil, conectada e inteligente.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes