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o que é direito do inimigo?


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Willian Porto

Há mais de um mês

O Direito penal do inimigo pode ser entendido com um instituto pena, onde o Estado abre mão das garantias legais e constitucionais para aplicação da reprimenda as infrações cometidas pelo agente delitivo.

Observa-se que o sistema processual penal é baseado em procedimento legal esculpido e modulado pela constituição, onde a cada infrator é garantido a aplicação de garantias e direitos durante toda a persecução penal, a exemplo do direito ao contraditório e ampla defesa, que permitem ao acusado produzir provas e elaborar uma linha processual voltada para sua defesa.

Mas em uma hipótese de Direito penal do inimigo, existe uma limitação de tais garantias onde o infrator fica a merce da vontade emanada pelo próprio Estado, como por exemplo restrição a mera defesa oral, ou mesmo impossibilidade de apresentação de provas e produção de pedidos.

Visando uma melhor explicação, temos como exemplo hipotético (pois o direito penal do inimigo é para muitos um ideia), o assassinato do extremista Osama Bin laden, que foi morte em uma operação do exercito dos EUA. Nesse caso não houve julgamento com garantias leais (defesa e contraditório), somente foi aplicado uma penal capital, levando o terrorista a vontade vingativa do governo dos EUA.

(Obs: Não estou julgando se foi correto, ou não, só dando o exemplo).

Em terras sul-tropicais temos aqui no brasil um exemplo elucidativo, pois aos que trabalham ou estudando o direito penal na pratica com aplicação aos casos da lei 11.343/06, podem observar que nem sempre as regras legais são garantidas aos acusados, como limitação da produção de provas, ou mesmo imposições de penas que não condizem com os fatos e própria realidade do acusado.

Vejamos o caso do preconceito, ou racismo policial, onde prendem uma pessoa negra após ser apreendida com determinada quantidade de drogas e o colocam na cadeia como traficante, mas deixam que uma pessoa branca de classe média alta, abordada com a mesma quantidade de drogas fique livre, aplicando medidas de usuário. Ou seja, existe a lei e todo o arcabouço jurídico, mas esses só estão garantidos a poucos, aos demais aplica-se o aludido direito penal do inimigo.

O Direito penal do inimigo pode ser entendido com um instituto pena, onde o Estado abre mão das garantias legais e constitucionais para aplicação da reprimenda as infrações cometidas pelo agente delitivo.

Observa-se que o sistema processual penal é baseado em procedimento legal esculpido e modulado pela constituição, onde a cada infrator é garantido a aplicação de garantias e direitos durante toda a persecução penal, a exemplo do direito ao contraditório e ampla defesa, que permitem ao acusado produzir provas e elaborar uma linha processual voltada para sua defesa.

Mas em uma hipótese de Direito penal do inimigo, existe uma limitação de tais garantias onde o infrator fica a merce da vontade emanada pelo próprio Estado, como por exemplo restrição a mera defesa oral, ou mesmo impossibilidade de apresentação de provas e produção de pedidos.

Visando uma melhor explicação, temos como exemplo hipotético (pois o direito penal do inimigo é para muitos um ideia), o assassinato do extremista Osama Bin laden, que foi morte em uma operação do exercito dos EUA. Nesse caso não houve julgamento com garantias leais (defesa e contraditório), somente foi aplicado uma penal capital, levando o terrorista a vontade vingativa do governo dos EUA.

(Obs: Não estou julgando se foi correto, ou não, só dando o exemplo).

Em terras sul-tropicais temos aqui no brasil um exemplo elucidativo, pois aos que trabalham ou estudando o direito penal na pratica com aplicação aos casos da lei 11.343/06, podem observar que nem sempre as regras legais são garantidas aos acusados, como limitação da produção de provas, ou mesmo imposições de penas que não condizem com os fatos e própria realidade do acusado.

Vejamos o caso do preconceito, ou racismo policial, onde prendem uma pessoa negra após ser apreendida com determinada quantidade de drogas e o colocam na cadeia como traficante, mas deixam que uma pessoa branca de classe média alta, abordada com a mesma quantidade de drogas fique livre, aplicando medidas de usuário. Ou seja, existe a lei e todo o arcabouço jurídico, mas esses só estão garantidos a poucos, aos demais aplica-se o aludido direito penal do inimigo.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes