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a machete enuncia um juizo de fato. reformule-o de modo a transformá-lo num juizo de valor

Filosofia

Colegio Pedro II


1 resposta(s)

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anamirele silva

Há mais de um mês

Juízos de fato são aqueles que dizem o que as coisas são, como são e por que são.

Juízos de valor são avaliações sobre coisas, pessoas, situações. São juízos que enunciam obrigações e avaliam intenções e ações segundo o critério do correto e do incorreto.

Vamos então, reescrever a manchete do PM DO 174 É INOCENTADO -Sindicância conclui que soldado só queria neutralizar o delinquente, expressando juízo de valor.

Colocando em risco a vida da recreadora infantil Geisa Firmo, de apenas 20 anos, o soldado Marcelo Oliveira dos Santos, atirou duas vezes, utilizando uma submetralhadora, em direção ao assaltante Sandro Nascimento, alegando que queria apenas neutralizar o delinquente, que reagindo, supostamente atirou e matou uma inocente vítima, a recreadora infantil.

Mais uma vez, ao inocentar a ação do policial, nos deparamos com a omissão da justiça e da sociedade em criminalizar a despreparada ação do soldado que, colocando em risco a vida de pessoas próximas e na clara intenção de matar o assaltante, não dispensou tempo em avaliar critérios humanos em lidar com a situação, quando toda a vida deve ser respeitada e valorizada.

O discurso "bandido bom é o bandido morto", cabe somente a uma elite que, omissa, não se detém em lidar positivamente com profundas diferenças sociais, criminalizando os segmentos menos favorecidos pelas políticas públicas básicas: saúde, educação e segurança.

Juízos de fato são aqueles que dizem o que as coisas são, como são e por que são.

Juízos de valor são avaliações sobre coisas, pessoas, situações. São juízos que enunciam obrigações e avaliam intenções e ações segundo o critério do correto e do incorreto.

Vamos então, reescrever a manchete do PM DO 174 É INOCENTADO -Sindicância conclui que soldado só queria neutralizar o delinquente, expressando juízo de valor.

Colocando em risco a vida da recreadora infantil Geisa Firmo, de apenas 20 anos, o soldado Marcelo Oliveira dos Santos, atirou duas vezes, utilizando uma submetralhadora, em direção ao assaltante Sandro Nascimento, alegando que queria apenas neutralizar o delinquente, que reagindo, supostamente atirou e matou uma inocente vítima, a recreadora infantil.

Mais uma vez, ao inocentar a ação do policial, nos deparamos com a omissão da justiça e da sociedade em criminalizar a despreparada ação do soldado que, colocando em risco a vida de pessoas próximas e na clara intenção de matar o assaltante, não dispensou tempo em avaliar critérios humanos em lidar com a situação, quando toda a vida deve ser respeitada e valorizada.

O discurso "bandido bom é o bandido morto", cabe somente a uma elite que, omissa, não se detém em lidar positivamente com profundas diferenças sociais, criminalizando os segmentos menos favorecidos pelas políticas públicas básicas: saúde, educação e segurança.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes