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Para que a espermatogêne se ocorra, é necessário que a temperatura dos testículos esteja entre 4°C e 7°C graus abaixo da temperatura orgânica. Expliq


1 resposta(s)

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Gabriela Simao

Há mais de um mês

termorregulação testicular ocorre por meio de um processo que mantém a temperatura dos testículos dos animais, sendo que esta deve encontrar-se entre 4 a 7°C abaixo da temperatura orgânica para que a espermatogênese ocorra normalmente.

Dentre os diversos mecanismos locais que desempenham um importante papel na termorregulação testicular, estão:

  • Fluxo sanguíneo regular;
  • Controle da posição do testículo em relação ao corpo;
  • Sudorese;
  • Troca de calor em contracorrente no cone vascular;
  • Radiação global de calor da superfície escrotal.

O cone vascular, composto pelas veias do plexo pampiniforme circundando a artéria testicular, possibilita a troca de calor em contracorrente, a regulação do fluxo sanguíneo e a perda de calor por irradiação.

O escroto penduloso aumenta a área de superfície, facilitando, assim, a exposição do cone vascular ao meio ambiente, além de permitir que os testículos mantenham relativa distância do corpo, já que as gônadas masculinas da maioria dos mamíferos terrestres têm localização extracorporal. A pele escrotal é delgada, possui pouco tecido adiposo subcutâneo e apresenta-se praticamente sem pelos; conta ainda com sistemas linfático e sanguíneo bem desenvolvido, facilitando a perda térmica por irradiação e evaporação. A sudorese é uma importante perda de calor por parte do escroto, pois possui grande quantidade de glândulas sudoríparas.


termorregulação testicular ocorre por meio de um processo que mantém a temperatura dos testículos dos animais, sendo que esta deve encontrar-se entre 4 a 7°C abaixo da temperatura orgânica para que a espermatogênese ocorra normalmente.

Dentre os diversos mecanismos locais que desempenham um importante papel na termorregulação testicular, estão:

  • Fluxo sanguíneo regular;
  • Controle da posição do testículo em relação ao corpo;
  • Sudorese;
  • Troca de calor em contracorrente no cone vascular;
  • Radiação global de calor da superfície escrotal.

O cone vascular, composto pelas veias do plexo pampiniforme circundando a artéria testicular, possibilita a troca de calor em contracorrente, a regulação do fluxo sanguíneo e a perda de calor por irradiação.

O escroto penduloso aumenta a área de superfície, facilitando, assim, a exposição do cone vascular ao meio ambiente, além de permitir que os testículos mantenham relativa distância do corpo, já que as gônadas masculinas da maioria dos mamíferos terrestres têm localização extracorporal. A pele escrotal é delgada, possui pouco tecido adiposo subcutâneo e apresenta-se praticamente sem pelos; conta ainda com sistemas linfático e sanguíneo bem desenvolvido, facilitando a perda térmica por irradiação e evaporação. A sudorese é uma importante perda de calor por parte do escroto, pois possui grande quantidade de glândulas sudoríparas.


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