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Qual a diferença entre Freud e Einstein?

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borgesbiabb@icloud.com

Há mais de um mês

Dois dos maiores pensadores da história moderna mantiveram um contato próximo para dialogar sobre o lado destrutivo da humanidade. 

Em suas respectivas áreas, cada um tentou levantar hipóteses para explicar os motivos da raça humana recorrer à violência sempre. 

“Existe alguma forma de livrar a humanidade da ameaça de guerra?” abre a carta escrita para Freud por Einstein. 

O físico recorria ao psicanalista um auxílio para que pudesse compreender por outras vias a inclinação destrutiva da humanidade. 

partir daí, Freud e Einstein dariam início a uma conversação urgente a respeito do futuro da humanidade. 

Às vésperas da invasão nazista na Áustria, o documento também questionava como mecanismos de poder sugestionam homens à morte. 

O mesmo questiona se poderíamos evoluir a tal ponto de nos tornamos blindados à psicose do ódio. 

Freud, por sua vez, respondia às perguntas com base na sua doutrina de vida, respeitando os princípios de cada um. 

Ele procura enfatizar que o homem tende a prender em sua essência um desejo de ódio massivo e destruição. 

Por causa dessa paixão doentia, uma psicose coletiva tomaria conta das massas e a empurraria mais fundo à guerra. 

Mas aqui apenas um especialista na mente humana, como Freud, teria gabarito de resolver isso na ciência dos instintos humanos. 

Embora pareça uma massagem de ego no tocante à psicoterapia, temos aqui algum reconhecimento mais influente de sua atuação. 

Em busca de encontrar um ponto de elucidação, Einstein saiu de sua zona de conforto e caminhou para áreas que pouco conhecia. 

De início, apontou que o tema de como proteger a humanidade da guerra poderia ser respondido por estadistas. 

A fome de poder político se mostrava insaciável e inconsequente, de maneira a mostrar um comportamento mais egoísta que o comum. 

Nisso, uma forma eficaz de aumentar a expansão desse poder era por meio do uso das guerras. 

Ao longo do tempo a perseguição a qualquer indivíduo que contrariasse uma “religião majoritária” sempre gerou sequelas grandiosas. 

Ao longo da história, diversos soberanos se valeram de suas diretrizes religiosas para impor o ódio e controle nos demais. 

Negros, gays, deficientes, grupos religiosos menores, mulheres… A seu modo, cada um desses indivíduos sofreu graves provações por não se encaixarem em padrões nocivos e desumanos.

Dois dos maiores pensadores da história moderna mantiveram um contato próximo para dialogar sobre o lado destrutivo da humanidade. 

Em suas respectivas áreas, cada um tentou levantar hipóteses para explicar os motivos da raça humana recorrer à violência sempre. 

“Existe alguma forma de livrar a humanidade da ameaça de guerra?” abre a carta escrita para Freud por Einstein. 

O físico recorria ao psicanalista um auxílio para que pudesse compreender por outras vias a inclinação destrutiva da humanidade. 

partir daí, Freud e Einstein dariam início a uma conversação urgente a respeito do futuro da humanidade. 

Às vésperas da invasão nazista na Áustria, o documento também questionava como mecanismos de poder sugestionam homens à morte. 

O mesmo questiona se poderíamos evoluir a tal ponto de nos tornamos blindados à psicose do ódio. 

Freud, por sua vez, respondia às perguntas com base na sua doutrina de vida, respeitando os princípios de cada um. 

Ele procura enfatizar que o homem tende a prender em sua essência um desejo de ódio massivo e destruição. 

Por causa dessa paixão doentia, uma psicose coletiva tomaria conta das massas e a empurraria mais fundo à guerra. 

Mas aqui apenas um especialista na mente humana, como Freud, teria gabarito de resolver isso na ciência dos instintos humanos. 

Embora pareça uma massagem de ego no tocante à psicoterapia, temos aqui algum reconhecimento mais influente de sua atuação. 

Em busca de encontrar um ponto de elucidação, Einstein saiu de sua zona de conforto e caminhou para áreas que pouco conhecia. 

De início, apontou que o tema de como proteger a humanidade da guerra poderia ser respondido por estadistas. 

A fome de poder político se mostrava insaciável e inconsequente, de maneira a mostrar um comportamento mais egoísta que o comum. 

Nisso, uma forma eficaz de aumentar a expansão desse poder era por meio do uso das guerras. 

Ao longo do tempo a perseguição a qualquer indivíduo que contrariasse uma “religião majoritária” sempre gerou sequelas grandiosas. 

Ao longo da história, diversos soberanos se valeram de suas diretrizes religiosas para impor o ódio e controle nos demais. 

Negros, gays, deficientes, grupos religiosos menores, mulheres… A seu modo, cada um desses indivíduos sofreu graves provações por não se encaixarem em padrões nocivos e desumanos.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes