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Como dimensionar a diversidade biológica?

Biologia

UFRA


3 resposta(s)

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Vanessa Gonçalves Almeida

Há mais de um mês

Dimensionando a diversidade biológica

Quando falamos de diversidade biológica, duas coisas precisam ficar bem claras: 1 – As espécies apresentam grupos e táxons distintos que as tornam diferentes; 2 – Dentro de cada grupo há caracteres distintos, que podem ser iguais ou diferentes aos de outros grupos.
Dimensionando a diversidade biológica

Quando falamos de diversidade biológica, duas coisas precisam ficar bem claras: 1 – As espécies apresentam grupos e táxons distintos que as tornam diferentes; 2 – Dentro de cada grupo há caracteres distintos, que podem ser iguais ou diferentes aos de outros grupos.
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Vanessa Gonçalves Almeida

Há mais de um mês

Para quem não tem familiaridade com a diversidade biológica, é difícil imaginar quantos organismos o planeta já abrigou. Estimativas para florestas tropicais indicam que só de fauna podem haver centenas de milhares ou até mais de um milhão de espécies. Agora some a isso os microrganismos como bactérias e protozoários, fungos e as espécies vegetais. Muita coisa, não? E se somarmos todas as espécies que existem atualmente, isso não refletiria nem 1% de toda a vida que já existiu durante os 4,6 bilhões de anos do planeta.
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Vanessa Gonçalves Almeida

Há mais de um mês

Considerando tamanha riqueza de espécies, é de se esperar que o número de caracteres seja proporcionalmente elevado e que isso proporcione várias possibilidades de comparações. Por isso, é relativamente muito fácil encontrar bons objetos de estudos na Sistemática Filogenética, já que ainda estamos descobrindo continuamente várias espécies de organismos e para classificá-los, rotineiramente recorremos às comparações.
Do mesmo modo que existem várias estimativas de diversidade, para quantificar o número de espécies em determinada área, há também um número de estimativa de caracteres. Para estimar a quantidade de caracteres que existe em cada organismo, é possível fazer uma análise genética através de um exame detalhado do DNA da espécie em questão. No ponto de vista evolutivo, pouco importa quais partes do DNA são repetitivas e/ou não tem expressão no fenótipo, já que eles não podem expressar variação fenotípica no momento mas podem ser úteis ao longo da evolução do grupo.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes