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Sobre procedimentos e tutelas. Porque alguns procedimentos são especiais e outros não?


1 resposta(s)

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Silas Miranda

Há mais de um mês

Procedimentos especiais foram pensados para casos especiais. Temos que lembrar que o processo existe para um fim e não como um fim em si mesmo. Pra isso deve haver uma regra geral de como o processo se desenvolve, que é o procedimento comum. Mas há certos litígios que demandam mais urgência, ou que dependem de provas cuja produção é mais complexa, ou que em razão da matéria não se poderia ter um procedimento como o comum. Então por isso há os procedimentos especiais, justamente porque foram pensados especificamente para casos especiais e por isso mesmo tem atos processuais próprios, tutelas próprias, etc. Exemplos disso são a ação de alimentos que tem lei própria, justamente porque demanda urgência e ações possessórias que também demandam um procedimento específico em razão da matéria.
Procedimentos especiais foram pensados para casos especiais. Temos que lembrar que o processo existe para um fim e não como um fim em si mesmo. Pra isso deve haver uma regra geral de como o processo se desenvolve, que é o procedimento comum. Mas há certos litígios que demandam mais urgência, ou que dependem de provas cuja produção é mais complexa, ou que em razão da matéria não se poderia ter um procedimento como o comum. Então por isso há os procedimentos especiais, justamente porque foram pensados especificamente para casos especiais e por isso mesmo tem atos processuais próprios, tutelas próprias, etc. Exemplos disso são a ação de alimentos que tem lei própria, justamente porque demanda urgência e ações possessórias que também demandam um procedimento específico em razão da matéria.

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