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A HISTORIA DAS DOENCAS

Epidemiologia

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Maryanne Soares Verified user icon

Há mais de um mês

Modelos explicativos do processo saúde-doença-cuidado: modelo processual. Relaciona-se com a história natural da doença. Envolve processos/etapas (conjunto interativo de fenômenos que criam um estímulo para que o ser entre em contato com um contexto) a serem seguidas. É um modelo criado inicialmente por Leavell & Clarck, utilizado para determinar medidas de prevenção. Há dois domínios: o externo ou epidemiológico (pré-patogênico) e o interno ou patológico (patogênico). Almeida Filho e Rouquayrol atribuem a multicausalidade ao período pré-patogênico. Iniciam-se as discussões sobre fatores determinantes/condicionantes à saúde, que envolvem variantes econômicas, culturais, biológicas e psicossociais. “Por que há mais chances de uma determinada população (p. ex. profissionais do sexo) num determinando contexto (p. ex. relação sexual desprotegida de modo recorrente) ser acometida por um determinada categoria de adoecimento (p. ex. ISTs – infecções sexualmente transmissíveis)?” Este fato relaciona-se ao conceito de risco (probabilidade de adoecimento, avaliado a partir de um contexto). Faz-se necessário a compreensão da influência da cultura sobre o aumento ou redução de risco. A publicidade está diretamente envolvida com as escolhas de uma população. Uma história de Moacir Scliar enfatiza a alteração da percepção popular sobre o tabagismo por cachimbo. “O primeiro cigarro a gente nunca esquece”. E assim aumentam-se casos de câncer de pulmão. “É possível ter causa necessária, mas não ter causa suficiente?” Sim. Poque causa suficiente envolve um modelo de causa necessária e causa componente. De acordo com Rothman, causa componentes relacionam-se com o indivíduo adoecido. Os conceitos do modelo preventivo que envolvem: prevenção primordial (engloba os macrodeterminantes saúde-doença, objetiva evitar padrões de vida que aumentem o risco de adoecimento), primária (pré-patogênico que envolve promoção a saúde e proteção direcionada a grupo específico), secundária (diagnóstico precoce e tratamento oportuno), terciária (envolve reduzir custos e reintegrar), quaternária (visa reduzir o excesso de prevenção, ou seja, de intervenções – diagnóstico e terapêutica – desnecessárias no paciente) e quinquenária (objetiva prevenir danos ao paciente cuidando dos profissionais da saúde, evitando relações abusivas). O modelo sistêmico, explicativo do processo saúde-doença-cuidado, envolve um sinergismo multifatorial para o adoecimento. Sendo, os três componentes no sistema epidemiológico, a tríade ecológica: suscetibilidade, agente e ambiente. As doenças podem ser classificadas pelo reservatório e sentido da transmissão: zoonose, antropose, zooantroponose, antropozoonose, anfixetose e fitonose. Há também a classificação por portador: ativo convalescente ou ativo incubado e passivo; eficiente e ineficiente.
Modelos explicativos do processo saúde-doença-cuidado: modelo processual. Relaciona-se com a história natural da doença. Envolve processos/etapas (conjunto interativo de fenômenos que criam um estímulo para que o ser entre em contato com um contexto) a serem seguidas. É um modelo criado inicialmente por Leavell & Clarck, utilizado para determinar medidas de prevenção. Há dois domínios: o externo ou epidemiológico (pré-patogênico) e o interno ou patológico (patogênico). Almeida Filho e Rouquayrol atribuem a multicausalidade ao período pré-patogênico. Iniciam-se as discussões sobre fatores determinantes/condicionantes à saúde, que envolvem variantes econômicas, culturais, biológicas e psicossociais. “Por que há mais chances de uma determinada população (p. ex. profissionais do sexo) num determinando contexto (p. ex. relação sexual desprotegida de modo recorrente) ser acometida por um determinada categoria de adoecimento (p. ex. ISTs – infecções sexualmente transmissíveis)?” Este fato relaciona-se ao conceito de risco (probabilidade de adoecimento, avaliado a partir de um contexto). Faz-se necessário a compreensão da influência da cultura sobre o aumento ou redução de risco. A publicidade está diretamente envolvida com as escolhas de uma população. Uma história de Moacir Scliar enfatiza a alteração da percepção popular sobre o tabagismo por cachimbo. “O primeiro cigarro a gente nunca esquece”. E assim aumentam-se casos de câncer de pulmão. “É possível ter causa necessária, mas não ter causa suficiente?” Sim. Poque causa suficiente envolve um modelo de causa necessária e causa componente. De acordo com Rothman, causa componentes relacionam-se com o indivíduo adoecido. Os conceitos do modelo preventivo que envolvem: prevenção primordial (engloba os macrodeterminantes saúde-doença, objetiva evitar padrões de vida que aumentem o risco de adoecimento), primária (pré-patogênico que envolve promoção a saúde e proteção direcionada a grupo específico), secundária (diagnóstico precoce e tratamento oportuno), terciária (envolve reduzir custos e reintegrar), quaternária (visa reduzir o excesso de prevenção, ou seja, de intervenções – diagnóstico e terapêutica – desnecessárias no paciente) e quinquenária (objetiva prevenir danos ao paciente cuidando dos profissionais da saúde, evitando relações abusivas). O modelo sistêmico, explicativo do processo saúde-doença-cuidado, envolve um sinergismo multifatorial para o adoecimento. Sendo, os três componentes no sistema epidemiológico, a tríade ecológica: suscetibilidade, agente e ambiente. As doenças podem ser classificadas pelo reservatório e sentido da transmissão: zoonose, antropose, zooantroponose, antropozoonose, anfixetose e fitonose. Há também a classificação por portador: ativo convalescente ou ativo incubado e passivo; eficiente e ineficiente.

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