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Eletrônicos podem ser benéficos no ensino a crianças com autismo?

Pedagogia

ESTÁCIO


4 resposta(s)

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Andressa Fabio

Há mais de um mês

tecnologias digitais para o ensino de pessoas com autismo no Brasil no período de 2000 a 2017. É um estudo bibliográfico e exploratório, que busca levantar o conteúdo de recentes pesquisas sobre o tema e discutir sobre seus resultados. Apoiados nos estudos de Almeida e Passerino justificamos a importância das tecnologias digitais na promoção de habilidades fundamentais para o desenvolvimento de pessoas com autismo. Como metodologia, mapeamos os trabalhos científicos em alguns bancos de dados digitais. Dos estudos encontrados, vinte e sete trabalhos foram escolhidos por conciliarem adequadamente o uso das tecnologias e o ensino de pessoas com autismo. Com base nos resumos destes trabalhos, observamos os problemas das pesquisas e resultados alcançados. Da análise dos dados coletados concluímos que existem muitos estudos voltados à comprovação dos benefícios das ferramentas digitais para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sócio- emocionais em autistas, no entanto, há uma escassez de pesquisas voltadas ao uso das tecnologias digitais no ensino de conteúdos escolares para pessoas com autismo, bem como sobre formação de professores dentro do tema. Verificamos também que os princípios do Ensino Estruturado podem ser mais explorados para orientar a criação e uso das ferramentas digitais visando o aprendizado de conteúdos escolares por pessoas com autismo.
tecnologias digitais para o ensino de pessoas com autismo no Brasil no período de 2000 a 2017. É um estudo bibliográfico e exploratório, que busca levantar o conteúdo de recentes pesquisas sobre o tema e discutir sobre seus resultados. Apoiados nos estudos de Almeida e Passerino justificamos a importância das tecnologias digitais na promoção de habilidades fundamentais para o desenvolvimento de pessoas com autismo. Como metodologia, mapeamos os trabalhos científicos em alguns bancos de dados digitais. Dos estudos encontrados, vinte e sete trabalhos foram escolhidos por conciliarem adequadamente o uso das tecnologias e o ensino de pessoas com autismo. Com base nos resumos destes trabalhos, observamos os problemas das pesquisas e resultados alcançados. Da análise dos dados coletados concluímos que existem muitos estudos voltados à comprovação dos benefícios das ferramentas digitais para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sócio- emocionais em autistas, no entanto, há uma escassez de pesquisas voltadas ao uso das tecnologias digitais no ensino de conteúdos escolares para pessoas com autismo, bem como sobre formação de professores dentro do tema. Verificamos também que os princípios do Ensino Estruturado podem ser mais explorados para orientar a criação e uso das ferramentas digitais visando o aprendizado de conteúdos escolares por pessoas com autismo.
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Tania Martins Castilho

Há mais de um mês

É interessante lembrar que essas crianças nasceram em uma época em que o uso de tecnologias é imperativo. Por isso, existe uma certa facilidade na manipulação destes dispositivos, além da atração que eles exercem nos pequenos. Pacientes autistas, portanto, também podem aproveitar bastante da tecnologia.Uma das características do autismo é a dificuldade de conexão do paciente com outras pessoas. Nesse sentido, o uso de tablets, smartphones e computadores pode ser uma forma de os pais e profissionais se conectarem com a criança. Os dispositivos tecnológicos se tornam, assim, uma ferramenta para criação de vínculo.Mas, atenção: o uso excessivo de tecnologias por pacientes autistas pode, em alguns casos, atrapalhar o desenvolvimento. Isso porque a criança autista tem dificuldade de se comunicar com outras pessoas e tende a ter comportamentos repetitivos. Com o uso de dispositivos tecnológicos, essas características podem ser potencializadas. Em vez de aprimorar a capacidade comunicativa, a criança pode se fechar ainda mais naquele mundo eletrônico.Pais e profissionais que acompanham a criança devem ter em mente que as brincadeiras digitais visam promover momentos de troca. É preciso que a relação interpessoal seja estimulada. A escolha de programas que assegurem o desenvolvimento da criança deve ser feita cautelosamente. Os adultos precisam acompanhar a criança e estimular um espaço de aprendizagem e diversão interativo.
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Amanda Mendes

Há mais de um mês

creio eu que podem, na era tecnológica pode ajudar muito no desenvolvimento, ainda mais quando a criança autista não gosta de contato

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