Organização dos poderes Aprenda tudo que você precisa

  • play_arrow 6 videos
  • subject1 Resumo
lock

Esse conteúdo é exclusivo para assinantes.

Assine o Plano Premium e tenha acesso ilimitado a todas as aulas

AssinarVeja aula grátis

Estados membros - Teoria - parte 3

Apresentação das competências dos Estados-membros e características finais.

  • thumb_down 1
  • Plano completo
  • Transcrição
  • play_arrowUnião - Teoria

    lockEstados membros - Teoria - parte 1

    lockEstados membros - Teoria - parte 2

    lockEstados membros - Teoria - parte 3

    lockMunicípios - Teoria

    lockDistrito Federal e Territórios Federais - Teoria

    lockResumo - organização dos poderes - Resumo

  • Fala, galera. Hoje, a gente vai fechar o conteúdo sobre os estados-membros para poder prosseguir no estudo dos entes federativos.
    Vamos ver, então, as competências dos estados-membros. Como a gente viu no caso da União, elas podem ser não legislativas ou legislativas.
    A competência não legislativa pode ser comum, que também é chamada de cumulativa ou paralela, quando ela é comum aos quatro entes federativos, a União, o estado, o Distrito Federal e os municípios, de acordo com o artigo 23 da Constituição. Ela pode ser também residual, que a gente pode chamar também de remanescente ou reservada.
    Assim, são reservadas aos estados as competências administrativas que não são vedadas, ou a competência que sobrar, ou seja, aquelas que forem da União, do Distrito Federal ou dos municípios. A competência legislativa é aquela definida no texto da Constituição sobre a elaboração de leis.
    Para os estados-membros, ela é definida como expressa, residual, que podemos chamar também de remanescente ou reservada, delegada pela União, concorrente, suplementar, e tributária expressa. A competência legislativa expressa está prevista no caput do artigo 25 da Constituição Federal.
    Ela representa a capacidade de auto-organização dos estados-membros, que são regidos pelas constituições e pelas leis que adotarem, de acordo com os princípios previstos na Constituição Federal. A competência residual está prevista no parágrafo 1º do artigo 25 da Constituição e representa toda competência que for vedada, e, por isso, está reservada aos estados-membros.
    Ou seja, o que não for de competência expressa dos outros entes, e nos casos em que não tiver vedação, a competência vai ser do estado. Aqui, como a gente sabe, a União pode, por meio de lei complementar, autorizar os estados a legislar sobre questões específicas das matérias que seriam competência privativa da União, lá no artigo 22 e incisos na Constituição.
    Esse é o caso da competência legislativa delegada pela União. No caso da competência legislativa concorrente, a concorrência se dá entre a União, os estados e o Distrito Federal.
    Cabe à União legislar sobre normas gerais, e aos estados, sobre normas específicas. É a previsão do artigo 24 da Constituição Federal.
    Como a gente já disse, da legislação concorrente, a União estabelece normas gerais, e os estados, normas específicas. No caso de inércia da União, os estados podem, então, suplementar a legislação, regulamentando as regras gerais, e, caso, posteriormente, a União se manifeste, lançando uma lei federal sobre normas gerais, a norma estadual geral suplementar tem eficácia suspensa nos pontos em que for contrária à lei federal.
    A competência suplementar se divide em Complementar, nos casos em que já existe lei federal sobre a matéria, e os estados e o Distrito Federal completam essas leis, ou supletiva, nos casos em que a lei federal não existe, e os estados e o Distrito Federal passam a ter temporariamente competência plena sobre a matéria. Como a gente viu também no caso da União, a competência tributária é matéria de direito tributário.
    Por isso, não veremos aqui. Sobre os estados-membros, é importante a gente falar sobre dois pontos.
    O primeiro é a exploração dos serviços locais de gás canalizado, e as regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões. Os serviços locais de gás canalizado devem ser explorados diretamente pelos estados mediante concessão, na forma da lei.
    É vedada a regulamentação da matéria por medida provisória, como prevê o parágrafo 2º do artigo 25, em decorrência do artigo 246 da Constituição. A Lei 9478/1997 dispõe sobre a política energética nacional e sobre as atividades relativas ao monopólio do petróleo.
    Ela instituiu o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional do Petróleo, entre outros pontos importantes sobre esse assunto. De acordo com o artigo 25, parágrafo 3º, os estados podem instituir regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões.
    Isso se dá por meio de lei complementar estadual, pelo agrupamento de municípios limítrofes, com o intuito de integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. A região metropolitana, as aglomerações urbanas e as microrregiões não são dotadas de personalidade.
    Então, não é possível falar em um governo próprio, ou uma administração própria, porque não se trata de pessoas políticas ou administrativas, mas de órgãos. Bom, é isso, meu povo.
    Na próxima aula, a gente vai falar da organização dos municípios. Até lá.
    ...

Tópicos relacionados

Constituição - conceito e classificação (tipologia)

Constituição - conceito e classificação (tipologia)

3 Vídeos 1 Resumo
Poder constituinte

Poder constituinte

3 Vídeos 1 Resumo
Normas constitucionais

Normas constitucionais

1 Vídeo 1 Resumo
Hermenêutica

Hermenêutica

3 Vídeos 1 Resumo
Formação Constitucional do Brasil

Formação Constitucional do Brasil

5 Vídeos 1 Resumo
Federação brasileira

Federação brasileira

2 Vídeos 1 Resumo
Intervenção

Intervenção

1 Vídeo 1 Resumo

Temos o plano de estudo perfeito para você!

R$ 29,90 /mêsCancele quando quiser, sem multa

E mais

  • check Soluções passo a passo
  • check Resumos por tópicos
  • check Salve para ver depois
  • check Disciplinas ilimitadas
  • check Filtros exclusivos de busca