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Aula 039   Iter Criminisplay_circle_filled

Transcrição


olá pessoal, vamos dar continuidade ao estudo do Inter. Crimes está e agora? Nós vamos conhecer alguns institutos que visam cuidar das situações em que o sujeito chega na execução, mas não chega a consumação porque veja nós vimos porque o Inter crimes possui as seguintes fases cogitação dados de preparação, atos de execução e consumação, Então perceba se o sujeito cogitou preparar um que cogitou praticar um crime, preparou se para a prática daquele crime, iniciou a execução daquele crime. Sociedade convive comigo que o mais natural é que ele alcance a consumação, mas existem situações em que o sujeito ele chega na execução, mas em que pese ele ter chegado na execução, ele não chega a consumação. E aí são essas situações que nós vamos começar a estudar a partir de agora está então em solo se o sujeito chegou na execução e não chegou na consumação. Quatro são os caminhos em que ele pode ter tomado. Se ele chegou na execução e não chegou a consumação, pode ter havido uma situação de tentativa. Se ele chegou na execução e não chegou na consumação, pode ter havido uma situação de crime impossível se ele chegou na execução e não chegou na consumação. Pode ter havido uma situação e da existência voluntária e se ele chegou na execução e não chegou a consumação, pode ter havido uma situação de arrependimento eficaz. Então são esses institutos que estudaremos doravante está, começaremos, pois pela tentativa, então aqui tentativa bom, segundo o Código Penal, ocorre tentativa quando iniciada a execução, o crime não se consuma por circunstâncias alheias. A vontade do agente por circunstâncias alheias à vontade do agente, então imagina o seguinte Imagine que João quer matar Maria e aí João, adquirir uma arma de fogo para matar Maria? Ele se dirige. Até Maria Arma está em funcionamento quando ele vai disparar a arma contra Maria, por alguma razão. Esta arma, opina, não deflagra o projeto. Daí Maria não é acertada, consegue fugir e aí João não conseguiu seu intento. Perceba Ele cogitou uma tá, Maria se preparou para matar Maria iniciou a execução do crime de homicídio. Entretanto, o curso, uma circunstância contrária à sua vontade, haja vista que a sua vontade era consumar. O crime era matar. Maria opinou e aí Maria conseguiu fugir. Conseguiu se evadir e João não conseguiu praticar o seu intento, que era matar Maria então nesse caso, nós temos um clássico exemplo de tentativa de homicídio porque é iniciada a execução. Não ocorreu a consumação por circunstâncias alheias à vontade do sujeito. Então volta aqui no quadro. Dado um exemplo aí para você acoplar a esse conceito de tentativa, nós vamos colocar aqui que para haver tentativa, nós precisamos ter elementos elementos da tentativa. Então, embora o que é que eu preciso ter para haver tentativa, então está aqui início início da execução. Não consumação dois Não consumação por circunstâncias alheias à vontade do sujeito dono, ou seja, intenção de consumar o crime. E quatro resultado era possível. O resultado era possível, então preciso tem início da execução. Não consumação por circunstâncias alheias à vontade do agente. Intenção de consumar o crime e que o resultado fosse possível de ser alcançado. Porque se o resultado não fosse possível de ser alcançado, nós teríamos a figura de um instituto que veremos doravante que se chama crime impossível e a gente, como se dá a punição no crime culposo, Perdão na tentativa de crime. Como se dá a punição? Então perceba a punição da tentativa no Brasil adota a teoria objetiva ou realística. Por que? Porque tem que ser observado o aspecto objetivo do delito perfeito adotar. Adotando se a teoria objetiva, o sujeito, ele iniciou execuções e tem intenção de consumar o crime tão aspecto subjetivo. O dólar estava perfeito. Entretanto, no aspecto objetivo no mundo dos fatos é que ele não conseguiu que ele queria. E aí que pede sua intenção, está integrado por ele não ter conseguido no mundo dos fatos o que ele queria. Não se pode punir a tentativa com o mesmo rigor do crime consumado. Então por isso, está aqui no artigo catorze, no artigo catorze, parágrafo único do Código Penal. Se pode acompanhar a leitura aí na sua casa aqui comigo. Ele diz que, salvo disposição em contrário, polícia tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois três. Então, por exemplo, um crime de homicídio simples tem pena de seis a vinte anos. Então, digamos que João tentou matar Maria, então cerveja, não temos um crime de homicídio consumado. Temos um crime de homicídio, tentado mais o juiz. Na hora de dosar a pena, ele precisa, primeiro, calcular como se o crime tivesse sido consumado. Então, se ele tem esse patamar de pena de seis a vinte. Digamos que na hora do cálculo da pena, ele chega à conclusão de aplicar a pena de doze anos. Só que esses doze anos seria se o crime tivesse sido consumado. Como o crime foi tentado, a lei manda diminuir a pena de comanda diminuir a pena de um terço a dois terços. Digamos que o juiz, hipoteticamente, diminua um terço, então doze menos um terço vai dar uma pena de oito anos. Então, perceba essa pena de doze seria seu crime houvesse sido consumado essa pena de oito seu crime for atentado aplicada. A redução de um a dois terços nesse caso aqui foi de um terço. Certo, É o seguinte se o juiz ele tem de um terço a dois terços de quanto de pena para diminuir, como é que a gente, qual critério que ele vai utilizar? Se ele vai ter um terço ser, vai ter a dois terços? Ou vai ter alguma fração que esteja aqui no meio? O critério é o seguinte a jurisprudência já definiu isso de forma bastante límpida. Está bastante declinado? É o seguinte quanto maior a distância da consumação, maior a diminuição, que nesse caso seria dois terços quanto menos a distância da consumação, menor a diminuição fical seria acontece beleza a gente. Então isso aqui o critério adotado pelo STJ e pelo pelo CNJ e pelo STF, agora veja quando nós fizemos a leitura do artigo catorze parágrafo único, nós lemos que está escrito lá, salvo disposições, parecem contrário polícia tentativa com a pena correspondente do crime consumado, diminuída de um a dois terços. Observe que começou dizendo, salvo disposição expressa em contrário, então quer dizer que existe casos em que excepcionalmente a conduta tentada terá a mesma pena da conduta consumada, sim, existem. Mas aí nós temos o que se chama de crimes de atentado ou crimes de empreendimento. E aí nós temos um exemplo e no Código Penal, no artigo três cinco dois tem lá, conduza de Eva, disse, ao tentar evadir se o preso. Veja que o próprio tipo penal ele diz que se você se eles se evadir, etapa perfeito tipo se ele tentar se evadir, também está perfeito. Tipo então, por isso que evadiu tentar evadir se. Por haver essas duas descrições do tipo, o crime vai estar consumado, o que se chama de crime de atentado ou crime de empreendimento. Mas Tirando estes crimes de atentado e do empreendimento, o crime tentado receberá a pena do consumado com diminuição de um a dois terços. No caso dos crimes atentados ou de empreendimento, não há essa redução, porque o próprio tipo já atrás afeiçoado as condutas de consumação e tentativa, e ambas vão receber a mesma pena. Beleza Então volta daqui para o quadro outra equipe, o quadro ainda temos excepcionalíssimas mente, casos em que se pune apenas a tentativa, apenas a tentativa já consumo ao crime. E o próprio crime não traz a previsão para a forma consumada. Você tem aí os artigos onze, dezessete da Lei sete mil e setenta barra oitenta e três. Isso aqui eu nunca vi cobrar só para você sabe aí está bom, Então, continuando ainda sobre tentativa espécies de tentativa, então agora, espécie de tentativa a letra A Quanto ao caminho percorrido, a tentativa pode ser imperfeita, inacabada e pode ser perfeita. Acabada, crime falho. Crime frustrado tudo isso, um sinônimo, esta gente, tudo isso são sinônimos. Quanto ao resultado produzido na vítima, ela pode ser branca ou em cruenta e pode ser vermelha, o cruenta Então beleza, Vamos agora conceito a cada uma dessas espécies de tentativa. Então a tentativa impe