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Transcrição


alô, você que a gente vai trabalhar agora para trabalhar a tortura e nove mil quatrocentos acontecendo de noventa e sete hora só esse tipo de questão. Quando ele cai, vem associado a lei nove mil e quatrocentos e trinta e cinco e geralmente se veem na sua prova parte especial do Código Penal. Você vai ver que tem uma coisa que vai fazer um confronto. Lamento muito legal que é o caso da tortura qualificado pela morte, que é chamado crime. Pré- ter doloso E você vai ter também quando a tortura e meio para chegar à morte. Aí você vai ter, por exemplo, um homicídio qualificado pela tortura. Mas daqui a pouco a gente chega lá para você entender quando for trabalhando a parte das qualificadoras da tortura que é bem legal. Vai trabalhar também a tortura própria e a tortura impróprias. Para entender como ela funciona, vai ver confronta mento que tem como a gente garantidor, quando o cara responde pela tortura própria, quando ele fica propriamente na tortura imprópria. Com parágrafo segundo, daqui a pouco a gente chega lá. Não tem muita coisa legal para ver a tortura, então você já sabe que lei de tortura vai ter sempre associado a outras situações, tanto a parte geral do Código Penal, quando a participação, mas o problema não que eu vou relembrando aqui, trabalhando com você. A gente vai dedo na ferida do que as questões de concursos ou não fazer o seguinte A primeira coisa que você tem que ter, onde tal fundamento constitucional eu tenho, o artigo quinto inciso terceiro, diz o artigo Quinto artigo quinto é obrigatório era os direitos fundamentais, onde diz que todo cidadão tem direito à vida, à liberdade, à igualdade, segurança nos termos da lei. E vem o inciso terceiro. Diz que ninguém terá tratamento desumano, degradante. Ninguém poderá sofrer tortura de acordo com a Constituição Federal. Sai do Pacto de São José da Costa Rica que, na verdade, a declaração dos direitos humanos lá de mil novecentos e quarenta e oito tranquilo. E você tem aqui o artigo quinto, que também trata para você o que não pode ser dado no caso do crime de tortura. Tem uma coisa muito legal. A gente tem que o crime de tortura é inafiançável, assim como terrorismo assim, também como o tráfico de entorpecentes e drogas afins é insuscetível de graça e anistia, a gente vai trabalhar mais à frente e você vai ver que a Constituição ele trata. O nome graça e a própria lei nove mil quatrocentos e cinco de noventa e sete. Ela proíbe também um indulto fala por Evando, agora complicou ela. Só indulto. A lei de tortura proíbe a graça, anistia e o indulto. E a Constituição Federal não fala indulto. Só fale graça, anistia, tudo bem. Mas o STF decidiu o seguinte que a graça que está previsto dentro da Constituição Federal de mil novecentos e oitenta e oito é um gênero que ela comporta espécie que indulto. Então, na verdade, quando você ler a Constituição Federal, ela implicitamente está falando para você olha, é insuscetível a tortura de graça, que está dentro. Indulto também. E a anistia, quando você pega nove mil quatrocentos e cinco, também tranquilo, porque ela, da proibição de graça, indulto e anistia para você alguns detalhes que você precisa ter, a gente entra propriamente nos crimes da tortura, da primeira coisa. Tortura é crime comum, salvo se a gente tiver trabalhando, inciso dois, do artigo primeiro, que a gente vai ver daqui a pouco, que é quando você tem a guarda proteção à vigilância da pessoa. E você vai emprega um intenso sofrimento físico e mental. Ela e tem algumas situações que qualificou o sujeito ativo, que obrigatoriamente tem que ser um funcionário público. Ele tem que ser um pai, um curador ou tutor. Tem que ter a custódia da pessoa. Mas isso a gente vai chegar lá, então o restante da tortura vai dizer que é crime. Como, ou seja, qualquer pessoa pode cometer tortura ilegal. Era só você para explicar. E a partir do artigo primeiro, como funciona o primeiro esquema das torturas que a tortura própria quer dizer que qualquer pessoa, mesmo não sendo funcionário público, pode cometer, Ela pode ser problema. Nenhum tentativa é possível relativa é possível se você, por exemplo, empregar a violência contra a pessoa e você não conseguir atingir o objetivo. Mas é possível, em certos casos, a tentativa no caso de tortura. Então que a gente já pegou? Existe a tortura, a própria tortura imprópria ecologicamente, fazer isso que ele vou abrir para você No final, em esquema de riso, você já sabe que existe a própria imprópria e você já sabe o que é crime comum, a própria e que a tentativa é possível. Outra coisa legal você vai ver se você empregar violência ou grave ameaça contra uma pessoa causando sofrimento físico e mental nela para obrigar, ela cometeu um fato que não seja crime, mas sim que seja contravenção penal. A gente sai da tortura e entra no chamado constrangimento ilegal. Eu vou dar um exemplo para você para você entender, a gente vai revelar na coação moral irresistível, que exclui a culpabilidade pela potencial, com seis da licitude dentro do Código Penal. Imagina o seguinte Imagina se eu obrigo uma pessoa, eu pego a arma e o obriga uma pessoa a cometer um crime. Eu forço ela cometeu um crime e para isso, com o elemento subjetivo, com a vontade de causar um sofrimento físico e mental. Nela, eu tortura ela para que ela cometa um crime. Se ela fizer isso, respondo pela tortura. Tem uma espécie de tortura da gente, já vai ver agora. E se você fizer esse mesmo exemplo, mas para obrigar a pessoa a não cometer um crime a cometer um constrangimento ilegal, sai do crime de tortura e você vai entrar no próprio crime de constrangimento ilegal. Eu obriguei, causa um sofrimento físico e mental. Obriguei a pessoa a cometer uma contravenção penal. Não um crime vai responder por constrangimento ilegal. Eu entreguei uma violência ou grave ameaça para forçar a cometer um crime. Vai responder pelo crime de tortura, Beleza Agora a gente passa aqui a gente tem os crimes em espécie que contém os crimes, em especial, tem o mesmo nome jurídico para o artigo. Primeiro inteiro, mais uma lida no artigo, você vai conseguir diferenciar. Eu vou dar um exemplo o artigo primeiro trabalho seguinte, a chamada tortura prova a tortura para a prática de crimes e a tortura discriminatória, O que conta que o que conta que o chamado elemento subjetivo polegar, levando o que é o elemento subjetivo elementos objetivo é a vontade, é um elemento coletivo, a vontade de estar na cabeça das pessoas que querem a tortura, outra pessoa para uma finalidade específica. Com a verdade, eu tenho três finalidades. Aqui eu tenho a primeira finalidade do artigo. Primeiro tem que ter junto o verbo constranger, mas tem que emprega violência ou grave ameaça à pessoa mais tem que emprega um sofrimento físico e mental. Aqui olha, a gente está no inciso primeiro do artigo primeiro A gente tem que tomar cuidado para fazer a diferenciação que daqui a pouco vai adiantar. A gente vai estudar o artigo primeiro, só com o inciso dois que a diferença básica é que esse primeiro aqui é crime comum, não é crime própria, qualquer pessoa pode cometer esse inciso do artigo primeiro inciso, segundo que a gente vai ver. Ele é chamado crime próprio, porque ele tem uma qualidade especial do agente e mais aqui tem que ter o chamado intenso sofrimento físico e mental. Lembrando que as questões são muito comuns. Dizer assim, trazendo as questões. É correto afirmar para que o crime de tortura aconteça? O sofrimento físico e mental tem que ser intenso, Está errado porque a tortura própria não necessita que seja intenso sofrimento físico e mental. O intenso só vai entrar no artigo primeiro, inciso dois Mente, fazer daqui a pouco beleza, então era só o primeiro, é chamada tortura, prova que é o que se há tortura pessoa pública, informação é muito comum que só a evando, mas olha só nesse caso concreto. Aqui acontece que os policiais vão, enfim, um pedaço de pau de mau Educar a coautoria do Canadá, Choque no cara para que o cara conte aonde a pessoa presa de que é pegar algum tipo de informação, então é crime própria. For funcionário público cometeu negativ