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Transcrição


pessoal para nossa quarta- nossa quarta-, tema dessa aula. Vamos falar sobre os modelos lógico, físico e relacional. Além de falar desses modelos lógico e físico e relacional, vamos mostrar onde eles estão localizados dentro, dentro do escopo do desenvolvimento do banco de dados, com a posição de cada um. Então um modelo lógico. Eles são propriedades necessárias para a tradução do modelo conceitual. Ele vai detalhar, então, detalhando os atributos, a chave de acessos e a integridade referencial. Certo, lembrando lá um modelo conceitual é aquele modelão que você pega na entrevista com contra o cliente. Então o modelo, lógico, eles são a tradução desse modelo conceitual, ele independente de rádio. O que isso quer dizer? Esse independente de Arruda quer dizer que para você montar um modelo conceitual, o melhor modelo lógico, você não interessa qualquer. Tem o equipamento onde você vai gravar, concorre até o CBD. Então essas coisas não vão interessar Por que? Porque na tecnologia e de um modelo lógico, ele não. Ele não vai se prender a nenhum recurso de rádio. Não se define as características particulares de cada tributo, como tamanho ou tipo de campo. Então, no modelo, lógico, ele não é definido nem tamanho, nenhum tipo de campo, nenhum tipo de nenhum tipo de dado eu eu trouxe aqui dois modelos. A nossa aula de banco de dados ele tem. Ele tem três autores e dois autores principais. Um é o Alves e outra e outra é a fuga. O que eles fazem? Eles tratam esse modelo lógico, de maneiras diferentes. Então, resolvi trazer os dois modelos para a gente ter essa comparação e também evitado de professor, mostra somente o modelo. E daí você vai pesquisar, você acaba, acaba sendo outro modelo dentro da nossa própria biografia. Então, para Alves, o modelo biológico dele é isso. Então, fechando junto comigo aqui eu tenho clientes que seriam as nossas entidades. E tem aqui essas aqui são os atributos código do cliente, nome do cliente, CPF, endereço, certo. Tem aqui também a entidade máxima do produto. E eu tenho o código do produto, descrição do produto, unidade de medida, preço unitário. Olha que isso aqui é muito importante, não se define características, nem tamanho, nem tipo de dado, então eu só tenho que isso aqui é um código do cliente, não sei que tipo de dado que ele vai ser, que tamanho que ele vai ser, tenho CPF tem um endereço e para a fuga, ela transforma esse modelinho um pouquinho diferente. Mas eu tenho os mesmos dados, só que ela ainda ela coloca a chave primária como como evidência, então aquilo que eu tenho eu tenho a minha entidade chamado motorista certo e esse motorista eu tenho código do motorista que é a minha chave primária ou atributo identificador. Eu tenho aqui os outros atributos o nome do nascimento data, nascimento, CPF do motorista, sexo do motorista. Então Alves coloca de uma maneira E Puga já faz o desenho. Ela faz o desenho, O desenho é um pouco mais fácil, mais fácil de entender, mais fácil interpretar. Mas as duas maneiras estão certas. Isso é muito importante, o modelo físico. Ela é a etapa final do projeto do banco de dados, porque ela considerada a etapa final, porque ela é ali que você vai saber as nuances de cada banco de dados, porque ali que você vai escolher qualquer até o sistema de gerenciamento de banco de dados, certo? Professor mais qual é a diferença de usar sistema ao sistema B? É que os tipos de campos, os tamanhos e campos eles podem variar, são pequenas variações, mas eles têm variações sim. Então, por isso que o modelo físico que é onde é definida, esses tipos de campos, eles são eles são, é utilizado como etapa final. E o modelo físico representa a estrutura para armazenamento físico dos dados. Certo também existem, né? O Alves trata de uma maneira e a pulga trata de outra. O modelo físico é muito importante. Três coisas qualquer tipo de dado certo, Que tipo de dado é aquele? Aquele atributo? Então, qual é o tamanho daquele tributo? Qual o tamanho máximo? Na verdade, e qual é a chave primária para aquele atributo certo? Qual achava primeira para aquela entidade? O Alves trata esse modelo físico, basicamente como aquele? Essa eleição não é um conteúdo que vamos ver nas nossas próximas aulas, mas para simplificar aqui, então, Alves se trata de uma maneira como eles querem. Então está criando clientes. Então o código do cliente é do tipo inteiro. Então, qualquer tipo de dado, então código do cliente inteiro o nome do cliente do tipo baixar. Então eu tenho. Eu tenho o nome do meu atributo, do ladinho. Aqui eu tenho tipo dele e do ladinho. Eu tenho tamanho, então tenha sempre tipo e tamanho. Então a CPMF é do tipo char, com catorze tamanho catorze endereço, baixar com até cinquenta caracteres e chave primária. O que essa minha chave primária que daqui a primeira fiquei código do cliente? Então e aqui aqui, a criação do cliente e aqui a criação do produto, então assim professor não entende nada do que está escrito aí para ministro grego. Na verdade isso não é grego e a matéria para nossas próximas aulas. Mas foi obrigado a trazer aqui porque é o jeito que Alves trata como um modelo físico para a fuga, ela trata um pouquinho diferente. Ela trata. Ela pega aquele mesmo modelo que ela tinha ideológico e traz para cá o físico. Então, ela separou aqui o código do motorista do tipo não de cinco. Ela colocou os outros atributos separados aqui embaixo. O nome do motorista é do tipo vai chegar de quarenta, data de nascimento do tipo leite, CPF, do tipo não saber o sexo do tipo cheio de um. Então olha a diferença, Os dois são modelos físicos, mas cada autor trata diferente. Eu prefiro da pulga para agora que a gente não conhece aquele. Por isso eu fiz uma um comparativo do modelo lógico com o modelo físico. Então, ano modelo lógico, os dois são a entidade motorista, são os dois são entidade motorista, só tecnológico. Eu tenho apenas o nome dos atributos. Lembram porque não lógico, eu não coloco nada com com um tipo de campo, com tamanho de campo, porque isso aparece somente no físico, porque ela no modelo físico, que eu vou definir, qual é o meu sistema de gerenciamento de banco, unidades e esses nomes aqui podem variar o Nando. Ele é de um GB de um sistema de gerenciamento de banco. Idades outro usa como interagir com o inteiro. Eles são o mesmo tipo de dados, mas um nome diferente para determinados a CBF. Então eu prefiro o modelo da pulga, porque é um modelo mais mais simples, mais visual, e a gente consegue realmente ver o código do motorista, minha chave primária, cerca essa chave primária. Ela é do tipo Nando, com tamanho cinco, também mais também também mais detalhado, daí o modelo relacional. Para que serve, ele serve para transformar o modelo de entidade de relacionamento em modelo relacional. Alguns conceitos recebem outros nomes, então quer dizer lá no modelo da entidade de relacionamento. Nós chamamos de entidade o que vimos bastante sobre entidades hoje, só que a mesma, a mesma, o mesmo objeto que chamamos de entidade lá, no modelo de entidade de relacionamento, vamos chamar de tabela lá, no modelo relacional. Certo? É a mesma coisa, só que vai receber o nome diferente. Foi preparado uma tabelinha para a gente entender como a gente estava chamando lá no modelo de entidade de relacionamento. E como vamos chamar agora que no modelo relacional, o que chamamos de entidades lá? Agora vamos chamar de tabela. Então a entidade aluno agora vamos chamar de tabela aluno agora no modelo relacional a chamar os de entidade veículo. Agora tabelas veículo atributo simples simplesmente como coluna atributo derivado também A gente chama de coluna atributo derivado. Lembro lá quando deriva como exemplo, usei a data nascimento e a idade para o modelo relacional era simplesmente uma coluna. O atributo identificador é a chave primária ou chave secundária. Tudo vai depender, mas lembra o identificador era o cara que era o mais importante, que era o cara que não podia repetir que era o cara, que garantia que aquela entidade fosse única. Ele faz a mesma coisa que só que aqui no modelo relacional, ele vai receber o nome de chave primá