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Direito Constitucional Aula 02 - Parte 02video play button

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estamos de volta à mesma estratégia. Concursos vão continuar estudando aqui os direitos e deveres individuais e coletivos Artigo quinto da Constituição Federal Vem comigo não há preciso. Dois Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Esse aqui, meus amigos é o conhecido princípio da legalidade. Principio da legalidade da legalidade Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa. Senão, em virtude de lei, tem ficar claro para nós o seguinte que o princípio da legalidade Ele tem uma aplicação diferenciada, aplicação diferenciada para o poder público e para os particulares, com assim, aplicação diferenciada para poder público e particulares. Como assim? A gente para o poder público ou para a administração pública, o administrador público, ele está obrigado a fazer, deve fazer. Ele só pode fazer aquilo que a lei prevê, aquilo que a lei manda, com que ele faça, Ele só pode agir conforme a lei. A lei mandou, ele faz porque agora para os particulares é um pouquinho diferente. O particular, ele pode fazer tudo o que a lei não proíbe qualquer. Vou falar de novo a administração pública, o administrador público, Ele só pode fazer o que a lei prevê. Os particulares podem fazer tudo aquilo que a lei não proíbe perfeito. Então, por isso que eu digo o princípio da legalidade, ele tem uma aplicação diferenciada para o poder público e outra para os particulares. Não aplicação diferente para cada um deles. Aqui, quando a gente estuda esse princípio da legalidade, nós temos que fazer uma diferenciação importante, que é a diferenciação entre o princípio da legalidade e o principio da reserva legal. Há diferenças importantes entre o princípio da legalidade e o principio da reserva legal. Isso aqui é cobrada em prova e as bancas examinadoras em cobrando cada vez mais um no nível aprofundado, nós vão aprofundar bastante aqui. Então, quando eu falo o princípio da legalidade eu estou me referindo a palavra lei aqui. Ela não se refere apenas a lei em sentido formal. Então, aqui quando eu falo, ilegalidade, a palavra lei tem sentido mais amplo, sentido mais amplo. Porque sentido mais amplo, porque o princípio da legalidade engloba as condutas, vão ser previstas não somente em lei formal, mas também em atos autorizados pela lei. São atos infralegais, atos autorizados por lei. Por que, então, um decreto por exemplo nesse próprio inciso dois, quando quando esses dois do artigo que fala ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei, não é apenas a lei em sentido formal, também está se referindo a que atos autorizados por lei. Por quê? E o principio da reserva legal o princípio da a reserva legal tem um sentido mais restrito, sentido mais restrito, porém tem um conteúdo mais denso, como assim porque, quando eu falo em reserva legal determinadas matérias estão sujeitas a reserva legal. Eu estou dizendo que aquelas matérias têm que ser reguladas por lei formal apenas porque o então atos com força de lei, poderia ser uma medida provisória também, que tem força de lei, lei formar formam mais atos com força de lei perfeito. Então Reserva legal tem um sentido mais restrito, menos abrem vinte do que o da legalidade, mas tem um conteúdo mais denso. Conteúdo mais denso O que do que o do princípio da legalidade perfeito quando fala em reserva legal existem. A doutrina classifica a reserva legal da seguinte forma Existe a reserva legal, que é uma reserva legal, simples. Reserva legal pode ser uma reserva legal simples ou pode ser uma reserva legal qualificada qualificada, vão entender primeiro o que é a reserva legal simples, uma reserva legal? Simples É quando tenho, na Constituição dispositivo. Esse dispositivo submete àquela matéria, há uma lei, ele fala, precisa de uma lei para regulamentar, mas ele não faz exigências. Não há exigência quanto ao conteúdo quanto ao conteúdo ou a finalidade da lei, quem não há exigência quanto ao conteúdo ou finalidade da lei. Um exemplo de reserva legal simples é o artigo quinto, inciso quinze da construção federal. Ele fala assim que esse artigo quinto inciso quinze, é livre a locomoção em território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele, entrar em amanhecer ou dele sair com seus bens, vejam só aí então está falando podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permaneceram dele sair com seus bens. Vejam que, nesse dispositivo não há qualquer exigência quanto ao conteúdo dessa lei, porque não há qualquer exigência. A lei tem liberdade para definir o seu conteúdo, A lei tem liberdade para definir o seu alcance. Por quê? Pois bem, então é um caso de reserva legal simples e a reserva legal qualificada. Aqui a lei faz exigências, então a condições. Há condições e finalidades que vão ter que ser perseguidas pelo legislador. Como exemplo, aqui eu cito o artigo quinto inciso doze da Constituição Federal, o artigo Quinto, inciso doze da construção federal. Ele fala da inviolabilidade, lá da correspondência, as comunicações telefônicas, como ele fala e falasse, é inviolável sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, salvo no último caso no caso das comunicações telefônicas, por ordem judicial, para fins. Na hipótese, na forma que a lei estabelecer na hipótese da forma que ela estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal, então vejo quando ele falasse por ordem judicial, na hipótese, na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal significa o seguinte que a lei ela só pode estabelecer a possibilidade de violação das comunicações telefônicas para fins de instrução processual penal para fins de investigação criminal? Não pode, por exemplo, a lei chegar e permitir essa violação das comunicações telefônicas em processo administrativo. Então a um conteúdo, uma finalidade que tem que ser perseguida pelo legislador ordinário é o caso de reserva legal qualificada perfeito. Vamos lá ainda. A reserva legal pode ser classificada como reserva legal absoluta ou reserva legal relativa. Vamos entender que cada uma delas é o primeiro reserva legal absoluta. Eu vou estar diante uma reserva legal absoluta quando aconteceu o seguinte A Constituição Federal exige o esgotamento do tema pela lei, quando a construção falasse esgotamento no tema pela lei. Então, isso é que é bastante comum em vários esportes da Constituição, que falam assim. Além de explorar sobre a organização, a lei disporá sobre organização do Poder Judiciário. Assim vai vários casos, quando, quando aparece assim, a lei vai dispor, né? A lei vai esgotar aquele tema. Estamos uma mediante reserva legal, absoluta e reserva legal relativa aqui, na reserva legal, relativa à Constituição Federal exige lei apenas para definir certos critérios. Constam federal, exige lei somente para que para definir critérios ou as bases, porque para a regulamentação. Então, por exemplo, quando aparece a senhora, na Constituição, nos temos da lei, na forma da lei, nos termos da lei, na forma da lei. Aí nós estamos falando de reserva legal relativa. Então a construção vai apenas o que a lei vai fazer o que a lei vai definir critérios definir as bases para a regulamentação porque vamos passar para o próximo inciso aqui em seus três na construção federal, ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante. Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante. Meus amigos, isso, esse esse inciso aqui em seis três, ele é cobrado na literalidade, ele é cobrado em prova sempre por sua literalidade. Então se você soubesse aqui você já a certas questões envolvendo esse inciso, então vejam que isso daí é resultado. Esse inciso terceiro ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano, degradante. Isso daí é resultado. É uma consequência, vamos dizer assim, do nosso do período de ditadura que o Brasil vivenciou. Então, aí o Brasil vinha de um período de ditadura ainda. A C