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Aula 00-01 tributariovideo play button

Transcrição


Olá, meu amigo, minha amiga você que está começando agora curso direito tributário. Espero que você preste bastante atenção nas nossas aulas O professor Fábio Dutra, que vai conduzir vocês no caminho da aprovação legal. Então esse é o meu compromisso. Nós vamos aqui trabalhar bastante para que isso ocorra. Vamos trazer um conteúdo de alto nível, tudo bem. Então, preciso que você preste muita atenção no que será falado na aula de hoje. Nós vamos falar sobre o conceito de tributo perto. Olha só comigo aqui, conceito de tributo bom, porque é imprescindível estudar o conceito de tributo. Horas está estudando direito tributário, direito tributário, o ramo do direito que disciplina ali as regras e princípios norteadores da instituição. A arrecadação, fiscalização de tributos, então essencial você conhecer o conselho de tributo também não pode sair da aula de hoje sem saber a definição de tributos. E você vai entender bastante coisa. Você que nunca estudou direito tributário, que confundia que tributo, imposto? Que taxa não tinha a ver com o tributo, Mas na verdade, taxa tem a ver com o tributo. Muita gente costuma generalizar a inspeção, taxa mais, taxa, tributo e nem sempre o que você está pagando. É uma taxa bom, vamos tomar cuidado aqui. Vamos entender esses conceitos. Vem comigo. Vamos focar aqui, no estudo do conceito de tributo. Acabam vamos lá, pessoal, primeira informação importante quando a gente estuda o conceito de multa estudar esse dispositivo aqui. O artigo Terceiro do Código Tributário Nacional, artigo terceiro do Código Tributário Nacional pessoal e traz a definição de tributos certo. Agora, que esse Código Tributário Nacional, Professor, estou começando estudar agora. Não sei o que é o Código Tributário Nacional, da onde saiu. Isso aí quem deu essa competência ao Código Tributário Nacional para definir tributos da onde sai? Sai, vamos lá. Vamos com calma que está bom. Primeiramente, nós temos que entender que a Constituição Federal de oitenta e oito ela define. Ela define o que a Constituição Federal, de oitenta e oito ela define que uma lei complementar deverá trazer a definição de tributos. Uma lei complementar trará o que a definição de tributos certo? E essa lei complementar que define tributos, qual é pessoal, agora o CMN, mas espera. Existe uma informação importante para e cuidado. O CT é uma lei complementar, formalmente não é pessoal e aí vem um ponto que eu gostaria de esclarecer como vocês aqui olha só a Constituição diz que uma lei complementar que trará que normas gerais, direito tributário, especialmente o que a definição de tributos, aí ela vem, fala o seguinte olha ele, a lei cinco mil é a lei cinco, mil, cento e setenta e dois, de sessenta e seis. Ele é uma lei, ele não é uma lei complementar. Então, formalmente o que é uma lei ordinária, ele foi editado com o rito processual, o processo legislativo rito de uma lei ordinária, mas ele possui um status de lei complementar. Como assim? Ora, a primeira informação, se ele é de sessenta e seis e a nossa constituição é de oitenta e oito, você tem. Então, ele é uma norma pré- constitucional, uma norma editada antes da vigência da nossa Constituição Federal. As leis pré- constitucionais, elas são recepcionadas pela atual Constituição Federal. Se elas forem compatíveis com o texto da Constituição Federal, você ter renda compatível. Em grande parte. Sim, existe alguns dispositivos que não são compatíveis, tudo bem, mas em grande parte sim, o artigo terceiro é compatível. Então esse artigo terceiro, ele foi recepcionado, aí a gente entende o seguinte olha só olha como a doutrina construiu essa teoria da recepção dessas normas pré constitucionais. O conteúdo é compatível. É compatível? É compatível com o qual norma, na atual Constituição Federal, Hora atual Constituição Federal diz que uma lei complementar que vai disciplinar o que é a definição de tributos então setenta e traz a definição de tributos. Então ele vai ser o que materialmente compatível com uma lei complementar. O seu conteúdo é o conteúdo de uma lei complementar. Então, formalmente, o CT é uma lei ordinária, mas ele possui status de lei complementar na atual Constituição Federal, porque, então, para a gente alterar o conceito de tributo, alterar o texto do CT é necessário. Uma lei complementar, na vigência da atual Constituição Federal está, nós temos, por exemplo, a lei complementar cento e quatro, de dois mil e um. Tudo bem que alterou se até uma lei complementar. Os detalhes são importantes. Antes mesmo da gente começa a estudar o conceito de tributos. Agora vamos verificar, então o conceito de tributos aqui pessoal, aquele disse Vamos de forma bem tranquila aqui para a gente esmiuçar esses conceitos Tributo é toda a prestação pecuniária compulsória em moeda, cujo valor nela se possa exprimir que não constitua sanção de ato ilícito que seja instituída em lei e que seja ainda cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. São várias informações e, por isso, nós vamos tratar sobre cada uma delas. São cinco informações importantes que você precisa saber aqui está cinco informações importantes. Então vamos, comeu tributo a prestação pecuniária e aí o próprio entende isso em moeda cujo valor delas posso prever de forma até um pouco redundante, porque prestação pecuniária já uma prestação em moeda. Tá então o tributo na prestação pecuniária em moeda ou algo cujo valor possa ser expressa em moeda. Ele disse o seguinte Olha, vamos lá, é uma prestação, tem moeda cujo valor nela se possa exprimir, por que possa ser expresso em moeda, Tudo bem ou aqui. É uma prestação com compulsória, uma prestação obrigatória. Esta é uma prestação obrigatória e eu gosto de relacionar esta esta característica do tributo com esta característica aqui em baixo, vamos lá. É uma prestação compulsória porque não depende de vontade. Independe da manifestação de vontade por parte do contribuinte por parte de quem vai pagar o tributo é uma prestação obrigatória. Está em tela, independe da manifestação de vontade. do contribuinte. Na verdade, só que aí então, uma vez ocorrido fato gerador, que o fato gerador, hora, por exemplo, depois de renda, o fato gerador do imposto de Renda auferir renda auferida o seu salário, Então quando você deixa o seu salário, você tem que pagar imposto de renda, mesmo que você não queira. Eu não concordo com essa alíquota de vinte e sete e meio por cento, e não existe esta pessoal. Por isso que se diz, é uma prestação compulsória, bom prestação compulsória. Agora, porque eu relaciono a compulsoriedade com a questão da cobrança vinculada. Olha que eu falei que eu goste relacionar a questão da compulsoriedade com a questão da cobrança vinculada. Na verdade, porque porque na compulsoriedade nós estamos falando da obrigatoriedade, por parte do contribuinte em pagar, Nós estamos olhando a ótica do contribuinte, na verdade, aqui embaixo, nós estamos olhando a ótica do fisco, da fazenda pública, porque é professor. Ora, o contribuinte ocorreu. Vamos supor que ocorreu o fato gerador do IPTU. Você compra uma casa, você deve pagar. Você não tem a opção de dizer Não gosto não, não quero pagar o IPTU, não quero contribuir com esse imposto, Você vai ter que pagar porque ela é compulsória. Agora, uma vez também ocorrido o fato gerador do IPTU, você vai ter que pagar. Eu fiz com a Fazenda pública Municipal. Deve cobrar ela não pode dizer olha o fulano é um cara que está passando um período de necessidades financeiras, ele não está desempregado. Então, não vamos cobrar esse petróleo da Unidão pessoa uma vez devido, deve ser cobrado da bom. Então, sob a ótica do contribuinte compulsório sobre a ótica do fisco, ele é cobrado de forma vinculada mediante a atividade administrativa de cobrança. Plenamente vinculada. Está bom, então é bem tranquilo da gente entender isso aí, Então, todo e qualquer tributo pessoal tem a sua cobrança vinculada. Está isso. Você precisa memorizar, porque a cobrança vinculada, joia Além disso, vamos lá. O tributo não constitui sanção por ato ilícito. Então ele é uma prestação em moeda em dinheiro