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Transcrição


voltando à aula, vamos ver qual foi a alternativa que você indicou e eu espero que você tenha acertado essa interatividade com a indicação da alternativa, bem como sendo aqui a alternativa correta e aí afirmativa que eu fazia sobre o desenvolvimento capitalista e a questão da concentração e centralização de capitais, ela é parcialmente correta, depois falta ali na afirmação incluir a importância adquirida pela exportação de capitais e a exportação de capitais. Ela é muito importante nos movimentos da globalização da economia, principalmente por conta do advento das empresas multinacionais, como foi apresentado lá na unidade um, Quando falávamos sobre a globalização produtiva e a globalização produtiva, ela tem como empreendimento as empresas multinacionais que fazem a exportação de capitais de um país desenvolvido para um país que seja subdesenvolvido. Então, nós temos uma evolução bastante grande em termos de movimento de capitais e influenciado pelas empresas multinacionais que elas também são importantes. E os movimentos relativos ao comércio exterior, já que falávamos sobre exportações de capitais, tem que buscar uma relação comercial que seja um pouco mais justa. Então essa discussão que se trava sobre a questão da exportação dos capitais, eles são importantes porque um país subdesenvolvido ou em desenvolvimento. Ele necessita de capital de empréstimo de aplicação efetuado por um país desenvolvido. Mas essa transação entre eles tem que ser dado em bases um pouco mais justas do que aquelas que são verificadas na atualidade. Então, como que se poderia operacionalizar a proposta de um livre comércio numa sociedade de relação exterior com mais justiça? Isso que se coloca em termos de crítica, de crítica e que se abre ao debate contemporâneo acerca do assunto? Então o conceito ele foi formulado Da livre do livre comércio ao conceito do livre comércio. Ele foi formulado, ao menos teoricamente, pelo pai da economia moderna, o inglês. A dois, admite. Ele imaginou que, em um mundo sem livre, com Márcio, o trânsito de pessoas de países com menor aquisição de capital, na forma de maquinário e tecnologia e, portanto, com baixos salários para países que detêm capital necessário para investir em altas tecnologias, por sua vez com alto salário, seria muito grande. Então, o que acontece se não tem comércio? Pessoas de um país subdesenvolvido que tem pouca dotação tecnológico, pouco capital, tenderiam a sair desse país e buscar a modernidade em outro país, enfraquecendo e empobrecendo mais ainda naquele país, que é mais fraco do ponto de vista da inovação tecnológica. É o que está dito aqui, fazendo uma analogia. Então, com o ideário do limite, o modelo da globalização, poderíamos concluir que a globalização ela permite que as pessoas fiquem em seus países e tenham acesso aos bens produzidos em outros países. Então, o fato da liberdade económica do livre comércio permite que cada sociedade permaneça na sua região, que cada sociedade permaneça no seu local e tenha acesso por importações ou mesmo por produção a esse desenvolvimento tecnológico que é efetuado no exterior. Então essa é a razão do livre comércio efetuado aqui, então pela propositura do limite. Só que a história provou que o mundo, proposto por admite está longe de ser conquistado de forma tranquila. Ou seja, a questão da Justiça não está no bojo da discussão das melhorias sociais. No livre comércio, os trabalhadores dos países desenvolvidos sofrem com a perda de direitos conquistados após anos de lutas trabalhistas. A flexibilidade do mercado de trabalho, o engessamento das leis trabalhistas faz com que, ao longo do tempo, as empresas encontrem alternativas diferentes para sair fora da legislação. Quem é que pede os trabalhadores. Segundo os Tigres, um dos grandes estudiosos sobre a globalização e o mundo contemporâneo moderno, o setor que mais sofre com a instabilidade causada pela globalização é o emprego, já que qualquer aumento da produção no exterior pode gerar déficit no emprego local, que significa isso aqui significa que isso o mercado externo tem mais desenvolvimento tecnológico e produz coisas melhores e coisas mais modernas. Uma economia doméstica passa a importar esse produto e não adquire o produto que é produzido internamente. Daí então eu tenho uma tendência ao empobrecimento e o aumento do número de desempregados neste setor, de forma que eu estou aumentando a renda e o emprego naquele país onde você tem o desenvolvimento tecnológico mais avançado e mais mundano. Observa se, portanto, que a concorrência com produtos estrangeiros barateados pelo baixo preço da mão de obra ou pela desvalorização de uma moeda também provoca crise na indústria interna. Então a liberdade ela é boa, mas precisa tomar cuidado com a flexibilidade dessa liberdade, do ponto de vista de trazer para o mercado interno um elevado volume de produção do exterior. Para Stiglitz, a questão qual é a melhor maneira de aprender? Alguns sustentam que a melhor maneira e provavelmente, a única de aprender a produzir aço é produzir aço, como fez a Coreia do Sul quando investiu na siderurgia. Na época, sua vantagem comparativa era plantar arroz. Mas mesmo que os agricultores coreanos se tornassem os produtores de arroz mais eficientes do mundo, suas rendas ainda seriam limitadas. O governo coreano deu se conta de que, se quisesse desenvolver o país, teria de transformar sua economia de agrícola para industrial. Qual é a mensagem que essa frase de Cibeles traz para nós se aprender a um mercado internacional ao ingresso? O desenvolvimento do comércio internacional ou aprender é pela produção? E essa produção? Ela não pode ser uma produção meramente do setor primário da economia relacionada com a agricultura e relacionada somente com a pecuária. Porque a agricultura e pecuária produzem uma grande quantidade de bens, mas são bens de baixo valor agregado. O que o Tigre está colocando para nós aqui, é que a importância é que cada país saia do setor agrícola como o principal gerador de renda, e entre numa trajetória, industrializam antes e ao entrar numa trajetória de industrializando, procure fazer o que a produção de bens com alto valor agregado que está dentro da indústria do setor secundário da economia, então, aprendendo através da verificação de como os outros países também fazem essa mensagem principal, que os meios de trás para a aula mais forte do que o argumento da indústria nascente é o argumento da economia nascente. Trata se de um argumento dado por países de matriz agrícola que, buscando passar a matriz industrial restrigem através de barreiras tarifárias, a entrada de bens manufaturados, criando melhores condições para o desenvolvimento da indústria interna. Então, quando um país vai desenvolver a sua indústria que ainda tem que fazer fortalecer essa indústria pela proteção e mais do que fortalecer a indústria pela proteção, tem que ser fortalecida a economia pela proteção do setor internacional. Essa recomendação que está aqui, Ademais, um setor industrial grande, crescente e as tarifas sobre os bens manufaturados propicia receitas com as quais o governo pode financiar a educação, a infraestrutura e outros ingredientes necessários para o crescimento de base ampla. O crescimento de Brasília ampla proporciona aos países aumento das exportações, o que se provou correto no caso do leste asiático. Então, o leste asiático também foi uma região do globo muito pouco desenvolvida, Uma carência de investimentos tecnológicos muito grande. Uma questão de pobreza enraizada ali também muito forte, que mudou a característica daquele espaço geográfico daquele território A partir do momento que eles incentivaram o processo de industrialização, e aí eu vou ter uma melhoria das condições sociais, uma melhoria das condições da produção do consumo e também da geração da riqueza. Estamos falando então basicamente de inovação e crescimento e inovação tecnológica. E a tecnologia vem ocupando um papel cada vez maior dentro das empresas. O setor de pesquisa e desenvolvimento é fundamental na concorrência ou cooperação entre diferentes