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Transcrição


tem quarenta e um anos. Sou professora formada em Letras, Pedagogia, Letras, Português, inglês. Terminado a graduação, ele foi fazer especialização. Eu trabalho há quatro dias por semana numa escola da prefeitura de São Paulo. A minha trajetória escolar, ela se confunde Um pouquinho ordinário, é muito parecida, contraditória os alunos contendo hoje há cinco anos. É um trabalho na sala de apoio, acompanhamento da inclusão. Trabalho nessa sala. É primeiro trabalhar ao aluno com ele vez ele se aceitando, ele devendo como uma pessoa com deficiência, assim fazem. Um trabalho que eu faço com esses alunos, é ele mesmo. Ele e um grupo menor, ele numa sociedade, apesar de ter as barras aqui para o lado de dentro, uma coisa que precisa melhorar. O banheiro é a colocação da barra, tanto do lado de dentro quanto do lado de fora, porque quando o cadeirante ele vai sair, não tem como fazer isso aqui como que eu consegui? Fez uma manobra. Se tivesse a barra na marcha da porta, uma prática cada escola a gente coloca a rotina, as atividades na noite. Todos querem copiar. Passado a lição, ele escreveu no quadro Não atende ao caso até uma hora para fazer daqui por aquela alcança nenhum vai deixar a minha altura prescrever. Baixa. Eu sou canhoto, então assim, ajudava porque tinha escrevendo aqui, escreva até uma altura boa. Eu consegui, esteve aqui, conseguiu controlar a sala. Quantas cadeiras o produtor, realidade. Costa tramita Costa escrevendo aqui, assim ele não tem. Se ele não consegue, eu acho que o olhar das pessoas não pode ser aquele olhar de piedade. As pessoas têm que mudar esse olhar de verdade. Diversos benefícios, como? Coitadinho Como aquele em defesa, Tem que começar a olhar como um ser humano, como que apenas tem uma diferença ou ele no ano. Ele não chegou a disputa. Mas ele é uma pessoa que tem que ter suas limitações sim. Tem que levar bronca, tem que receber carinho e têm todos os direitos. Não pode casar, pode ter feito, pode namorar, pode brigar. Acho que tem que mudar mesmo. Olhar das pessoas Os alunos aprendem a aceitar o colega do jeito que é. A gente começa a entender que o filho dele, mesmo tendo uma deficiência, ele pode ser. Como dizem que ele pode ser alguém na vida, ele tem condições dados, que isso. Acho que todo mundo aprende dentro desse processo de inclusão. Trabalhar com a diferença em aceitar o outro, como ele