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Transcrição


Olá, Amigos do Estratégia Concurso prosseguindo com o nosso curso de Direito Administrativo especificamente o assunto Princípios administrativos Nessa hora nós vamos falar sobre o princípio da moralidade em relação aos demais princípios constitucionais da moralidade. É um dos princípios mais subjetivos de mais difícil. Conceituação. Não. Sua tela, então, na saúde, hoje, é a moralidade. Como acabei de falar é um conceito mais difícil, desde a própria doutrina. É difícil conceituar o que exatamente a moralidade, mas vamos lá o princípio da moralidade. Ele basicamente, exigiu que uma conduta dos agentes dos agentes públicos, que ela deve se fundamentar em preceitos éticos. Temos aqui vários nomes que a gente pode usar aqui para atuação, como por exemplo, a necessidade, o dever de improbidade, lealdade, porém, para mim, então é uma coisa da moralidade básica, é se relaciona com o dever de atuação ética do agente público. A gente vai ver agora, no próximo item, que existe uma diferença entre moralidade e legalidade fosse papel. Então, por muito tempo, a doutrina criticou a diferença entre moralidade legalidade. Muitos consideravam que a moralidade nada mais era do que uma parte do princípio da legalidade. Então, na verdade, para esses autores mais ativos existia tão somente o princípio da legalidade da moralidade. Apenas uma de suas aplicações, Todavia, com novo teste funcional, vem para mim. Ela alega ter se funcionar o artigo. Trinta e sete carros já vêm aqui. A moralidade e a legalidade são tratadas como princípios autônomos. A gente não pode imaginar para supor que na Constituição tenha alguma palavra, um teste inútil. Então, se a Constituição preferiu tratar de forma diferenciada, porque há algum significado diferente lá para tela, então muitos criticou. Sobre isso. Hoje, todavia, já se considera claramente a modalidade como princípio autônomo do direito administrativo. O que é interessante é o seguinte tanto a moralidade quanto à legalidade, elas forem causar a nulidade do ato administrativo, vem para mim. Então, a moralidade. Ela ganhou um sentido jurídico, a gente vai ver que o agente público ele pode atuar dentro dos parâmetros previstos em lei, ou seja, de forma legal, mas de forma imoral. Por outro lado e, com isso o Poder Judiciário poderá intervir e anular o ataque no site. Quando a gente estuda sobre a anulação e revogação de atos administrativos, a gente vê que a anulação ela decorre de ilegalidade. Isso é uma máxima regional administrativo. É uma coisa muito comum viverem em provas de concursos. Mas a gente deve saber que as causas anulação não são apenas a ilegalidade. A imoralidade também é causa de anulação do ato administrativo. Por possuir então, no sentido jurídico sua tela, não colocarei de falar. A moralidade é um princípio autônomo dentro do direito administrativo, porque vai levar as disposições da Constituição Federal. Primeiro, o próprio artigo trinta e sete, capte coloca moralidade como um princípio constitucional. Além disso, lá no artigo treze e sete, ainda no parágrafo quarto, mas vai ver que os atos de improbidade administrativa, eles podem portar suspensão dos direitos políticos, perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e ressarcimento ao erário não estiver em algumas normas constitucionais realizadas. Audi ao princípio da moralidade, mas principalmente, o dever de probidade. Também na Constituição Artigo catorze, parágrafo nono, com a nova redação Pela primeira de revisão quatro, noventa e quatro, a gente tem ali os casos de inelegibilidade para proteger, entre outras coisas, a probidade administrativa e a moralidade, para o exercício de mandato, pela chamada lei que poderá dispor sobre isso. Além disso, o artigo oitenta e cinco cinco considera como crime de responsabilidade das artes do presidente da República contra a probidade administrativa. A gente ainda vê la no artigo quinto, setenta e três da Constituição Federal, que qualquer cidadão é parte legítima, vai propor ação popular que visa anular o ato lesivo à moralidade administrativa. Então aqui de rapidamente desviou pelo menos quatro disposições constitucionais que se relaciona com princípio da moralidade. Além disso, lá na lei nove sete, oito, quatro, de noventa e nove, mas vai ter um artigo, segundo o cargo, de que o princípio da moralidade é um dos princípios aplicáveis à administração pública federal. Obviamente, para mim, obviamente, a Lei nove sete oito quatro uma lei federal aplicava, portanto, somente, ao governo federal, mas, obviamente, por estar inscrito no artigo trinta e sete, caput do princípio da moralidade, aplicava todas as administrações seja qual for o nível de governo. Aqui é só para dar um exemplo, tendo em vista que a legislação federal é o que mais caiu em concursos públicos. E além disso, as legislações sobre processo administrativo normalmente, então por base o mesmo texto da Lei nove, sete, oito, quatro anos na tela. Então, lá na, no artigo, segundo ele, é um princípio e também no artigo Segundo parágrafo único, inciso quatro estiver a exigência de atuação segundo padrões éticos, de probidade e decoro e Boff Então, a gente vê várias normas legais e constitucionais falando sobre o dever de atuação, segunda moral, segundo os padrões de improbidade de ética, de uma necessidade. E por aí vamos até lá dentro dessa linha, a gente pode ver aqui o ensinamento da professora Maria de Pedro, que ela diz o seguinte, que já foi cobrar literalmente o concurso. Sempre que em matéria administrativa se verificar o comportamento da administração ou do administrado que com ela se relaciona chama a atenção para essa aqui, da administração ou do administrado com que ela se relaciona. A gente vê que, segundo os ensinamentos da autora, o princípio da moralidade se aplica tanto a administração quanto aos particulares, os administrados. Então a gente vê um conceito mais uma aplicação mais ampla nesse princípio. Além disso, segundo a autora, embora juridicamente o ato seja consonância com a lei, se ele ofender a moral e os bons costumes, as regras de boa administração, os princípios de justiça e equidade, a ideia de honestidade estará havendo uma ofensa ao princípio da moralidade. Então segundo, segundo o ensinamento da autora, ainda que o ato esteja de acordo com a lei, ainda quatro seja legal. Ele poderá ofender o princípio da moralidade e, portanto, ser passível de anulação. O que passou muito simples, bem para mim. Então, um ato administrativo não basta legal, ele deve também ser moral se não é passível de anulação com base no princípio da moralidade, um assunto muito relevante. Muito cobrado em concurso público no Supremo Tribunal Federal, ele passou a entender não só com o princípio da moralidade, mais com nossos princípios, como o princípio da impessoalidade, que a quando o agente público nomear, simplificar a praticar o tal do nepotismo quando renomeia o parente irmão por aí, vai. Mesmo que não exista lei proibindo tal conduta. Então, só com base naqueles princípios já se pressupõe que esse ato imoral. Ilegal também. Então, o que acontece? Eu não posso nomear o meu irmão ou algum parente, tendo em vista que eu estou cometendo o Executivo? Não vamos até lá. Com base nesse raciocínio, elaborou a súmula vinculante número treze. Portanto, por ser vinculante, ela vincula e o Poder Judiciário e também a administração pública, que conselho assuma a nomeação de cônjuge, companheiro, parente, em linha reta, colateral ou por afinidade até o terceiro grau, inclusive da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica, autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento para o exercício de cargo em comissão ou de confiança, ou ainda de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios. Portanto, toda a administração pública se submete a regra da súmula vinculante número três, compreendido ainda o ajuste mediante designações recíprocas. Isso tudo viola a Constituição, Então, algun