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Transcrição


Olá, tudo bem, meu! Querido, decente! Este é o quarto vídeo de jurisdição. Lembre se que nós estamos vão voltar aqui um pouquinho com você. Estamos falando de poderes, da jurisdição. E aí vimos poder de direção. O poder de polícia poder instrutória cuidado em cuidado com o princípio da identidade física do juiz. Tem que julgar a minha causa. Quem terminou a audiência agora existe. A seção exige quando o juiz foi promovido, quando o juiz está licenciado, afastado, cuidado com isso. E paramos aí. E agora nós vamos ao poder decisório que está o maior de todos os poderes, dados à jurisdição. Quando você pensa em poder decisório, você tem que entender exatamente o que meu querido empresário discente, você tem que entender um fato que não é difícil, extremamente simples. O poder decisório é o poder que o Estado deu ao magistrado de decidir dois grandes tipos de problema no processo. Então, qual é o primeiro problema que juiz decide? Juiz decide questão em tal? O que é a questão incidental? São pequenas polêmicas entre autor e réu durante o processo. As pessoas querem autor, Eu não, já estão brigando por alguma coisa estão, estão brigando pela indenização do carro, cinema da batida vai ou não pagar estão brigando pela investigação de paternidade. É ou não pai, mas essa questão não é a incidental. Essa questão é um mérito meu Deus do céu. Então ainda existe briga fora a questão de metas amiguinho que mais tem no processo é briga elite. Então olha que interessante pequenos que nas questões pequenas controvérsias entre autor e réu existiram durante o processo. E essas pequenas controvérsias nós chamamos de questões incidentais. Vou dar um exemplo. Posso vamos ouvir na audiência a testemunha x, y Z, ou não o autor que houve. O réu não quer ouvir, olha, e o juiz tendo que resolver uma questão, quer incidental, vai ter ou não perigo. Dessa vez, o autor não quer perícia. Quem quer a perícia, quem é o réu, pode o juiz de novo dizendo sobre uma questão incidental. Então questão incidental é polêmica. Conflito Élide entre autor e réu durante o processo de Pequim. Na controvérsia durante o processo e a controvérsia que não tem nada a ver com a grande controversa que a questão de médicos, e toda vez que o juiz resolve uma questão incidental, ele faz por intermédio de uma decisão em história. Acompanhe comigo raciocínio artigo Cento e sessenta e dois. A lei diz assim que dá se o nome de decisão interlocutória a decisão proferida pelo juiz que resolve a questão incidental. Questão incidental pequenas polêmicas entre autor e réu. Durante o processo no Sul, pode existir muita polêmica vizinha dessas, pequenas entre autor e réu. Durante o processo amigo pode existir milhares, inúmeros inúmeras questões incidentais e para cada uma o juiz dará uma decisão interlocutória, Então não vou confundir. Na minha prova eu não vou chamar despacho de decisão, interlocutória, despacha mera ordem do juiz para movimentar o feito e decisão interlocutória a decisão do juiz resolvendo a questão incidental, cabe recurso. Cabe a nós que cabe o nome do recurso, é agravo toda vez que tem uma decisão interlocutória. Você pode recorrer através de um recurso chamado agravo. Tá bom. Agora, essa história de agrave. Essa história de recursos fica por uma outra aula. Mas basta você agora, saber que, de cada decisão, interlocutória, cabe agravo ou agravo retido ou agravo de instrumento, mas isso fica para outra. O juiz decide alguma coisa fora as questões incidentais? Óbvio que sim, O juiz também decide um mérito da causa E aqui está a grande, a grande decisão do magistrado, porque acompanho comigo. Não estamos vendo os poderes desses olhos, estamos aqui está o maior dos poderes. O juiz decidiu o mérito. Qual meta polêmica central vai indenizar uma no local da batida? É ou não é pai? Como é que então, numa investigação de paternidade, qual é o mérito é ou não pai, numa indenização com batida de carro, qual é, vai ou não indenizar? E quando o juiz defende o mérito E é isso que a gente quer que o juiz faz, ele está proferindo o que nós chamamos de definitiva, aquele órgão. Então, sentença definitiva, Quando o juiz resolve o mérito da ação Sim, Vá para o artigo duzentos e sessenta e nove do seu Código de Processo Civil e veja como é importante isso. O artigo dois, meia nove. Ele diz de forma muito clara que haverá a sentença definitiva quando o juiz julga procedente ou quando ele julga improcedente o pedido. Ele colheu. As provas serão julga procedente do Sul porque o autor ganhou parabéns. Ele julga improcedente, porque quem ganhou o réu para meses, julgando procedente ou improcedente, graças a Deus a sentença definitiva, a sentença de que é de que a médica é de mérito alegam. Legal Peguei isso agora. A sentença de meta foi não Haverá também sentença de mérito quando o autor renunciar aos direitos em que se finda a ação, que é isso, faltou simplesmente de zonas sem um juiz. Ele contratou um advogado, ele entrou com petição inicial e por algum motivo, durante o processo, ele disse o juiz eu renuncio. Eu abro mão dos meus direitos em que se funda a petição inicial. Rocha, professor, mais aí quem vai ganhar o réu, Sim, vai ganhar. Mas é também sentença de que de médico eu sou o contrário poderia acontecer porque eu estou entendendo quando o juiz julga procedente e quando o juiz julga improcedente. Quando existe a renuncia, renuncia do autor aos pretensos direitos. É excelente, mas o contrário, do contrário pode existir. Eu acho que pode. O réu pode reconhecer o pedido, o réu pode fazer o reconhecimento jurídico do credito que é isso. O autor entra com ação o réu citado. Ao invés de apresentar sua defesa, ele diz ou não o autor Está certo pode me condenar, Eu pago a indenização. Ele acabou de reconhecer juridicamente o pedido e, quando ele reconhece o juiz proferiu uma sentença também definitiva de mérito e aí o autor ganha isso. Parabéns o autor ganha. Agora eu quero que você entenda que também é mérito. Quando o juiz homologa os acordos. É por isso que o artigo cento e vinte e cinco diz que o juiz vai. O juiz vai tentar durante todo o processo, o acordo entre as partes. Porque quando as partes entram em acordo e o juiz homologa o acordo, haverá uma sentença de que, de médio, eu quero que você não se esquece. E também é mérito. Quando ocorre a decadência, a decadência. E quando ocorre a CRE são. Estamos bem simples para a minha pessoa, a pessoa que estão fazendo uma prova desse segundo grau, que a prescrição a ninguém. Todo mundo tem prazo para tudo, inclusive para entrar com a ação. Se você perde o prazo de entrar com ação, ou seja, contratar advogado e entrar com petição inicial, caminho, ocorreu a prescrição. Agora, a decadência piora ainda a decadência. Quando você perde o prazo para o exercício do próprio direito, pior ainda, entendeu, é óbvio que decadência e prescrição vão gerar sentenças ou que definitivas. Então estou muito cuidado porque quando vieram à sua prova, dizendo assim o juiz, quando resolve o mérito, ele profere sentença verdadeiro não precisa ter o nome de definitiva, mas se eles quiserem aumentar a questão e perguntar ele profere sentença definitiva. Se mais verdadeiro ainda porque aqui estão os casos de sentença definitiva. Segundo o cuidado, essa sentença definitiva só quando julga procedente, improcedente o pedido, não ele se quando houver renúncia, quando houver reconhecimento jurídico do pedido. Quando o juiz homologa o acordo e principalmente quando ocorrer decadência e quando ocorreram, quer prescrição, tome cuidado com isso, porque isso também gera sentença de mérito. Agora olha que interessa, professor, um juiz poderia, na maior cara de pau, acaba com o processo, sem dizer quem ganhou e quem perdeu, sem julgar o mérito. Porém, pelo que parece, ele pode e não só pode como deve quando não mais para frente. Eu que entrei com a ação eu tenho direito a tutela jurisdicional. Como é que o magistrado vai extinguir o processo sem dizer quem ganhou e quem venceu? Quem dançou pela onde? A Deus, sem dizer o mérito? Amiguinha. Existe assim a possibilidade é um poder decisório do juiz