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Direito Constitucional - Aula 02 - Diferença entre Direitos e Garantiasplay_circle_filled

Transcrição


vamos lá, pessoal voltando aqui no nosso estudo. Olha só um tema muito importante nas provas de concurso público. Nós temos observado, já caiu até mais, mas ainda não pode brincar, porque sempre é observado, podem cair. Nas provas de concurso público essa questão das diferenças entre direitos e garantias para uma fala direito, garantia direito. Será que são sinônimos direitos e garantias? Claro que não. Nós vamos diferenciar. Olha só os direitos. Você que está lutando aí à noite no seu material. São vantagens e bens prescritos na norma constitucional. Rui Barbosa, Grande idealizador dessa diferença entre direitos e garantias Uma lição no seu livro Oração aos Moços, que foi aprimorada lá por Aristóteles, foi Barbosa. Ele falava senhor Enquanto os direitos são normas de conteúdo declaratório. Lógico que são vantagens e bens prescritos na norma constitucional. Direitos simplesmente declara. Você tem direito à vida. Você tem direito à igualdade. Você tem direito à propriedade, você tem direito à segurança, liberdade, intimidade. Enquanto o direito declara. As garantias são instrumentos através dos quais se assegura o exercício dos direitos. Ou seja, Rui Barbosa disse o seguinte Enquanto os direitos são normas de conteúdo declaratório, enquanto os direitos são normas, de conteúdo declaratório. As garantias são normas de conteúdo a secura, tório. São normas as seguradoras. Exemplo clássico fácil para você entender, você tem direito à liberdade de locomoção. É verdade que o artigo que é preciso quinze fala que você pode entrar e sair com os seus bens, que você tem direito à liberdade de ir e verificar a liberdade de locomoção. Se alguém frustra sua liberdade de locomoção, você tem alguma alguma garantia. Você tem algum instrumento para assegurar o exercício do seu direito? Claro que sim. Se alguém frustrar sua liberdade de locomoção, você tem a garantia do habeas corpus. Ou seja, para cada direito para cada direito, existe uma garantia tranquilo. Se alguém frustra, em direito seu líquido e certo, um direito seu que aprovado de plano, que não se admite dilação probatória. Um direito que, aprovada exclusivamente por provas documentais, você tem a garantia do mandado de segurança. Para cada direito, existe uma garantia Cuidado vai cair na sua prova, como já caiu mais de uma vez, falando que os direitos e garantias são expressões sinônimas. São palavras senhores, São termos sinônimos, claro que não. Direitos são vantagens e bens prescritos na norma constitucional e garantias são instrumentos através dos quais se assegura o exercício dos direitos. Rui Barbosa já dizia isso já também já caiu em provas na definição de Ruy Barbosa Direitos são normas declaratórias e garantias. São normas a secura, vitórias, cuidado com isso, avançando um outro assunto muito importante é a cerca de a legitimação ou ser quem pode convocar, quem pode reclamar quem são os legitimados para utilizarem dos direitos? Estás muito bem, Nós temos aqui as pessoas físicas e cuidado com isso. O artigo quinto da sua Constituição Federal, lá no caput, na cabeça do artigo quinto da construção, lá no artigo quinto da CEF, artigo quinto da Constituição Federal, vai falar assim, exatamente assim comigo executar sua construção. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo seus brasileiros e estrangeiros residentes no País. Aí vem a inviolabilidade da vida, igualdade, propriedade de segurança, nos termos da Constituição Federal. A questão é essa. Quem pode invocar direitos fundamentais? Quem pode clamar por direitos fundamentais? O artigo quinto da Constituição Federal fala apenas em brasileiros. E, por favor, você sabe que brasileiros aqui são os brasileiros natos, naturalizados. Tanto é verdade que o próprio artigo doze parágrafo segundo da Constituição Federal fala que a lei não pode estabelecer restrições de brasileiros. Somente a Constituição. Então, a questão fala os brasileiros e estrangeiros estrangeiros residentes. É o que diz a Constituição Federal, brasileiros e estrangeiros residentes. A pergunta que não quer calar essa a Constituição fala brasileiros e estrangeiros, residentes estrangeiros, turista, o estrangeiro que está em trânsito no território nacional. Ele não tem direito? Claro que sim. Na verdade, segundo a doutrina, a Constituição Federal, o artigo quinto, falou menos do que ele queria falar. Na verdade mesmo o estrangeiro, o estrangeiro, turista, o estrangeiro que está em trânsito no território nacional. Ele tem direito fundamental, e mais, o Supremo, falou. O Supremo foi além do Supremo, falou que qualquer pessoa que for alcançada pela lei brasileira pode usar, gozar e usufruir de direitos fundamentais Logicamente que são a gradação na isso, o brasileiro tem mais direito que o estrangeiro residente no estrangeiro residente, mais gente no estrangeiro. Turista que eu, por isso tem mais é que um sujeito que nem está no território nacional, mas cuidado com isso. O artigo quinto fala apenas em brasileiros e estrangeiros residentes e cuidado com a prova. A espécie C é uma prova que Costa de cobrar letra da lei que pode cobrar bem assim na sua prova. Olha que, para mim, cuidado pode cobrar do ensino. Segundo a Constituição Federal, nos termos do artigo quinto da CF, somente os brasileiros e estrangeiros residentes gozam de direitos fundamentais. Certo? Errado Está certo, porque está expresso no artigo quinto da Constituição Federal. Agora, a questão é essa juridicamente, nos termos da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, estrangeiro, turista e mais qualquer pessoa. Mesmo que não esteja no Brasil, qualquer pessoa mesmo esteve no Brasil. Também pode gozar. Direitos fundamentais? Claro que sim, Claro que sim. Então as pessoas físicas, quando você vê pessoas físicas, você sabe, brasileiros e estrangeiros, residentes e também estrangeiros, turista e mais também pessoas jurídicas e pessoas jurídicas podem gozar de direitos fundamentais. Agora, cuidado, pessoa jurídica pode gozar de direito fundamental, desde que seja um direito relativo. O inerente relativo à sua natureza não é qualquer direito fundamental, é um direito relativo à sua natureza. A pergunta é essa pessoa jurídica tem direito à vida? Você sabe ou se ainda não sabe uma grande divergência, mas a pessoa jurídica tem direito à vida, à pessoa jurídica em vez da existência, porque a vida pressupõe nascer de pessoas uma discussão, pessoas que têm direito à liberdade de locomoção. Claro que não há liberdade de locomoção, é um direito restrito a pessoas físicas. Então, olha só quando nós falamos aqui pessoas jurídicas são direitos relativos a sua natureza. Beleza quer ver. Um exemplo, é um exemplo de pessoa jurídica. Tem direito à honra? Claro que sim, claro que sim, Eu pergunto Professores, você gosta? De aacute. Como eu também gosto de acordo. Até pensei já impedir para fazer. O iacute. De um litro nunca conseguiu. E a CUT você gosta ou não gosta CUT, Eu chego para você fala desse pessoal. Nunca mais também a CUT porque ele é feito com leite de cobra doente. Se você não tiver juízo, você vai parar de tomar o iacute. A pergunta é essa eu tô causando um dano a essa pessoa jurídica lógico, porque a pessoa jurídica também têm direito. Além da invencibilidade, tem direito também a honra tranquilo. Com isso, pessoas físicas e pessoas jurídicas tranquilo. Essa é a legitimação alguns exercícios para fixação. Olha só pessoal. Primeiro exercício Universa Polícia Civil do Distrito Federal Agente dois mil e nove. Olha o que diz a questão um Os direitos previstos no artigo quinto da Constituição também tem sido deferidos pelo STF mesmo aos estrangeiros não residentes no país. Certo? Errado, certa. Questão é isso. Meus amigos que estão aqui no estúdio todo mundo balançou a cabeça muito bacana ou vamos saber, lógico, a Constituição. Agora, cuidado, cuidado. Você sabe que essa questão está correta. Questão certa, questão verdadeira. Muito bem, cuidado. Cuidado com uma prova do tipo C pode ter a sua prova de ensino. Somente os brasileiros e estrangeiros residentes estão de forma taxativa no artigo quinto