A maior rede de estudos do Brasil

Direito Constitucional - Aula 19 - Direitos Políticos (Parte III)play_circle_filled

Transcrição


meus amigos dando continuidade, vamos falar agora de perda de suspensão dos direitos políticos. A primeira consideração, essa cuidado não existe. Ficar, façam de direitos políticos. Não existe cassação de direitos políticos. Voltando aqui, não existe cassação de direitos políticos. O que existe apenas perdem suspensão, somente casos de perda e casos de suspensão de direitos políticos. Não existe cassação dos direitos políticos. A própria Constituição artigo que vai falar é vedada a cassação de direitos políticos. Não confunda cassação da direita com cassação de mandato, cassação de morada, depósitos E outra coisa, o que não existe? A cassação dos direitos políticos só existe Perda é suspensão grave. Isso é a nossa obra número três. É vedada a cassação de direitos políticos grave? Isso cuida disso. Alves quatro, Vai falar o seguinte Os casos de perdem suspensão só podem ocorrer nos casos taxativamente previsto na. Ou seja, os casos só pode ocorrer nas situações previstas na Constituição Federal. Lá no artigo quinze da Constituição da República fala quais são os casos de perda, suspensão melhor. Fala casos de restrição, porque o que é perder, o que a suspensão ficou a cargo da doutrina e a cargo da jurisprudência, Mas saiba que o rol taxativo ou não, é exemplificativa o rol inúmeros causos roll fechado o rol taxativo O que pede a suspensão está lá no artigo quinze da CEF. Muito bem. Temos um quadro aqui para demonstrar primeiramente. Perda de suspensão. Já sabe que não existe cassação. Isso só existe perda de suspensão. Mas não é a coisa a perda. Quando alguém perder os direitos políticos, ele vai perder por um prazo indefinido. Você não sabe quando o que ele vai voltar é indefinido. Já na suspensão, o prazo pode ser definido ou indefinido. Você não ainda não consegue definir o que é que a perda ou suspensão, porque aqui também tem definido de suspensão, também tem definido. Mas a perda somente o prazo indefinido e não sabe quando o indivíduo vai restabelecer seus direitos. Agora, só a diferença na perda dos direitos políticos. Quando alguém quiser readquirir a requisição, é necessária habilitação novamente na Justiça Eleitoral, ou seja, um infeliz que perdeu os direitos políticos. Ele tem que tirar um novo título de eleitor. Daí trazendo um pouco o português popular. Isso sem tirar o novo prefeito tem que se habilitar novamente, porque, na verdade, a requisição aqui é necessária habilitação da Justiça Eleitoral, novo título de eleitor. Agora cuidado na suspensão? Não a requisição, ela será automática, ou seja, quando acabar o prazo que gerou a suspensão automaticamente, ele vai ser restabelecido nos seus direitos políticos suspensos da perna. Não ele tem de tirar um novo título na suspensão? Não. A requisição é automática. Diante disso, vamos lá no artigo quinze da Constituição. O primeiro caso do artigo quinze O cancelamento da naturalização por sentença judicial transitada em julgado, cancelamento de naturalização por sentença judicial já caiu em prova. Rousseff mais uma vez falando quer uma decisão administrativa para cancelar a organização. Nunca, nunca, jamais cancelamento de naturalização somente por decisão judicial. O que diz o artigo cento e nove Sisudez A Constituição Federal compete à Justiça Federal determinar o cancelamento da naturalização somente por sentença judicial transitada em julgado. Imagine a seguinte situação O indivíduo que é o brasileiro naturalizado ele consegue, faz a presepada e consegue sofreu uma ação para o cancelamento da sua naturalização. Perdeu a condição de brasileiro naturalizado, será naturalizado. Ele volta a ser estrangeiro no amigo. Ele perdeu. Ele teve o cancelamento da sua naturalização. A pergunta é essa você sabe quando que ele vai readquirir os seus direitos. O prazo indefinido prazo definido. Até essa essa, ele conseguiu, voltou a ser brasileiro. A requisição é automática. Automaticamente já foi. Brasileiro dia, vai voltar a exercer direitos políticos. Ele tem que tirar um novo título. Ele tem que se habilitar novamente perante a Justiça Eleitoral. Tem que se habilitar de novo, porque o cancelamento da naturalização, por sentença judicial transitada em julgado, é uma causa de perda dos direitos políticos. O que dizem Sisu dois Incapacidade civil absoluta. Eu estou falando da incapacidade civil absoluta que é totalmente diferente da incapacidade civil relativa. Eu não estou falando da incapacidade civil relativa. Estou falando da incapacidade civil absoluta, em prova, cai falando incapacidade civil relativa Incapacidade ficam relativa, Não gera suspensão, somente incapacidade civil absoluta. Imagine um indivíduo fez uma cirurgia, está passando muito mal. Está internado no hospital, está há três anos no hospital em coma. Aquele indivíduo senhores, ele tem uma incapacidade civil absoluta. Ele não consegue se auto determinar. Ou seja, durante o seu estado, no hospital, em coma, ele é incapaz absoluto. Ele tem uma incapacidade civil absoluta. Ele não pode exercer direitos políticos. E a pergunta essa o cara que está em coma. Você sabe quanto que ele vai voltar a exercer direitos políticos? O prazo é definido, indefinido, indefinidos, que não sabe quando ele vai ser restabelecida. A questão é essa saiu do coma, saiu do hospital, melhorou, saiu na sua cirurgia, está bem, está em casa, ele tem que tirar um novo título de eleitor ou a sua requisição é automática, se é automática o caso de suspensão dos direitos políticos. Beleza, o inciso dois, incapacidade civil absoluta, não relativa caso de suspeição escusa de consciência que nós falamos que está lá no artigo Quinto artigo que entou, inciso oito da Constituição Federal. Diante de uma obrigação legal, surge por divida uma escusa de consciência que pode se dar por motivo de crença religiosa, convicção política, filosófica, aquele que descumpre obrigação legal. E também a prestação alternativa tem uma restrição de seus direitos políticos. Na verdade, uma restrição. Nós até falamos da divergência. Na verdade, a maioria da doutrina, processo, processo, você já sabe disso vai marcar aí, como perda isso? PC universa, você vai marcar como suspensão ou até colocar de novo F c barra universo. Não vou nem perder muito tempo que nós já falamos sobre isso. If universa, você sabe que será suspensão? A questão é essa de uma lógica o cara que eles compram obrigação principal serviço militar obrigatório Exemplo Todo mundo utiliza o júri, o cara que não quer fazer o júri, O Estado fará. Espere uma prestação alternativa. Também não quer fazer. Senhores, ele vai ter uma recepção, seus direitos políticos. O prazo é determinado um determinado, ele só vai estabelecer ou se ele cumprir obrigação principal, prestação alternativa, prazo indeterminado. Mas há questões quando ele disse como uma obrigação prevista em lei e também a prestação alternativa. Ele tem a supressão do seu título de eleitor. E se ele quiser, quando mesmo quando ele cumpre a obrigação principal ou a prestação alternativa, ele tem que tirar um novo título de eleitor. Por isso que a doutrina majoritária entende que a escusa de consciência gera perda dos direitos políticos toda a via. Todavia, na verdade, as leis militares falam que é caso de suspensão, Então saiba da crítica Para o Cespe perda dezesseis Universo Suspensão. Você tem que passar na prova. Na verdade muito bem. Então, escusa de consciência, gera perda dos direitos políticos. Mas vamos ficar com a maioria da doutrina. O inciso três vai falar aqui da condenação criminal transitada em julgado enquanto durarem os efeitos da condenação. Ora, como é que é lógico se enquanto durarem os efeitos da condenação, A questão é essa a requisição é automática. Se, enquanto durarem os efeitos da condenação, a requisição é automática. Se a requisição é automática, o prazo é definitivo. Porque, enquanto os efeitos da condenação é caso da suspensão dos direitos políticos e o inciso cinco fala da improbidade administrativa, a própria Constituição estabelece que o sujeito que incorreu em improbidade, aquele mau gestor da coisa pública, o indivíduo que não administrar