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Direito Constitucional - Aula 07 - Princípio da Legalidade e Liberdadesplay_circle_filled

Transcrição


olá pessoal. Então vamos lá, dando continuidade ao nosso estuda Direito constitucional nos falar de um tema mais muito importante para a sua prova, tema que merece cuidado e atenção. Nós vamos falar um pouco sobre a legalidade, o princípio da legalidade. Só cuidado. Princípio da legalidade é aquele que está esculpido lá no inciso dois do artigo quinto da Constituição Federal. Isso curiosidade algarismo romano é primeiro segundo e terceiro mais pessoal. Algarismo romano é um. Depois treinamos cuidar com isso, por isso lá muda nada na sua vida. Na verdade, ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei, ninguém é obrigado a fazer ou mesmo deixar de fazer. Aí é obrigado a fazer ou deixar de fazer muita gente. Se que essa segunda parte, ninguém é obrigado a fazer alguma coisa, não. Se em virtude de lei realmente você é obrigado a fazer, mas você também não é obrigado a deixar de fazer. Se existe uma obrigação que se faça por lei, teremos isso. Beleza Mora só o princípio da legalidade. Ele tem um sentido mais amplo. Quando eu falo, em princípio da legalidade, estou falando que existe um dever de obediência à norma. A norma lato sensu, a norma. Quando eu falo norma, eu estou falando em qualquer espécie normativa, você deve obediência à lei, você deve obediência à lei, qualquer espécie normativa, princípio da legalidade É amplo. A lei, aqui pode ser um decreto decreto, pode impor uma obrigação, um decreto do presidente, como um decreto autônomo. Claro que sim. Pode ser uma portaria, pode ser uma resolução, Pode ser lei, sim. O princípio da legalidade. Ele é um dever de obediência à norma geral geral, emergência geral. Cuidado, inclusive uma observação muito importante. É a característica da duplicidade, também do princípio da legalidade. Olha só o particular no princípio da legalidade, a questão da legalidade para uso particular, o particular e pode fazer tudo aquilo que não esteja proibido em lei. Que a autonomia de vontade, o particular pode fazer tudo aquilo que não esteja proibida em lei, por exemplo. Eu não posso obrigar o sujeito a trabalhar. Você vai trabalhar, é obrigada a trabalhar. Não tem lei sujeito, quiser ser vagabundo, que ser levada mundo porque não existe lei. É a questão do princípio da legalidade primeiro. Na esfera do particular, o particular ele pode fazer tudo aquilo que não esteja proibido tem a autonomia da vontade, Um grande princípio da autonomia da vontade agora cuidado e você vai estudar isso o direito administrativo. Já a administração, o professor Ivan Lucas fala isso muito bem federais. Já a administração só pode fazer aquilo que a lei determina, aquilo que a lei manda. A legalidade estrita aqui para o nosso estudo de Direito Constitucional. Nós vamos estudar o princípio da legalidade para outro particular, o particular. Ele pode fazer tudo aquilo que não esteja proibido em lei. Legalidade para o particular, muito bem. Já o sumo princípio da reserva legal sobre ele é mais restrito, enquanto o princípio da legalidade que nós temos aqui é amplo. Eu estou falando em qualquer espécie normativa, inclusive qualquer espécie não nativa prevista no artigo cinquenta e nove da CF. Não é isso. O princípio, o princípio da reserva legal ou sobre o princípio da reserva legal, como diz o próprio Alexandre de Moraes, é mais restrito o sobre O princípio da reserva legal exige que a regulamentação de alguns temas previstos na Constituição Federal sejam disciplinados por lei formal, O que seria uma lei formal, seus? Lei formal é a lei propriamente dita, a lei aprovada pelo Congresso Nacional, respeitado o devido processo legislativo. Enquanto o princípio da legalidade é uma proteção geral, ofício deve obediência à lei. Lei geral decreto resolve qualquer espécie normativa. O princípio da reserva legal é mais restrito, inclusive o professor Alexandre de Moraes. Ele fala o seguinte O princípio da legalidade Ele tem maior amplitude, mas ele tem menor densidade porque pode ser por qualquer norma. Já o sub princípio da reserva legal não estou falando. O seguinte exige que a regulamentação de alguns temas sejam disciplinadas por lei formal, lei propriamente dita e ele viu o seguinte reserva legal ele tem menor amplitude, mas a densidade é muito maior porque uma lei propriamente muito bem existe alguns temas na sua constituição que só podem ser disciplinados por lei formal. Exemplo crimes Quando a Constituição disse, não existe crime sem lei, estou estabelecendo que crimes e penas, ou seja, a regulamentação, a especificação de crimes e penas só podem ser estabelecidas por lei propriamente dita. Lei formal aprovada pelo Congresso Nacional não é qualquer lei. Princípio da legalidade É uma lei em sentido estrito. É a reserva legal, por exemplo. Antes disso, o artigo quinto inciso doze, que fala da inviolabilidade das comunicações. Só vamos falar aqui a posteriori quando nós falamos Assim, é inviolável o sigilo das correspondências, das comunicações telegráficas, de dados das comunicações telefônicas, salvo no último caso, na forma e nas hipóteses que a lei estabelecer para investigar crime. Instruir processo penal. Eu estou falando que para fazer interceptação telefônica grampo, você só pode fazer isso nos moldes em que ela é estabelecer para investigar crime, instruir processo penal Queremos isso. E quando eu falo, leia aqui! Caso da interceptação telefônica É uma lei formal, uma lei propriamente dita, legal, senhores. Na verdade, ela tem duas acepções Reserva legal é o primeiro caso. Ela pode ser simples, simples, quando exige apenas lei, sem especificar o seu conteúdo. Por exemplo, artigo quinto preciso trinta e nove, que diz que não existe crime sem não existe crime sem lei. Estou falando que eu não posso estabelecer crime sem uma lei propriamente dita. Você sabe que uma lei para a minha vida eu estou especificando o conteúdo, Eu apenas estou exigindo nem informal. Apenas estou exigindo uma lei formal para estabelecer crimes e penas. Olha, só não há crime sem lei anterior que o defina nem pena sem prévia cominação legal. Estou exigindo lei sem estabelecer nenhum conteúdo. Já a reserva legal qualificada, além de exigir lei, também estabelece o seu conteúdo. Exige lei e também o seu conteúdo, como por exemplo, os senhores. Nós temos vários casos na Constituição Federal de reserva legal qualificada. Várias doutrinas que falam sobre isso. Vai encontrar várias outras várias citações. Reserva legal qualificada, que diz que é inviolável o sigilo da correspondente às comunicações. Telegraph Falamos agora de dados das comunicações telefônicas sábado, no último caso, por ordem judicial, na forma e nas hipóteses que a lei estabelecer para investigar crime ou instruir processo penal criminal. Além de exigir lei, eu falei meu amigo vai interceptação telefônica, tem que ser regulamentada por lei propriamente dita. E mais, é para investigar crime, instruir o processo penal e a famosa reserva legal qualificada. Eu exigi lei e também estabelece o seu conteúdo. Teremos isso tranquilo, cem por cento, estúdio tranquilo, beleza como ano, liberdade de falar que algumas liberdades previstas na Constituição Federal nós agrupamos aqui algumas liberdades. E a primeira delas é a liberdade de consciência, de crença e culto religioso, muito bem senhores. O artigo quinto inciso seis da Constituição, disse que é inviolável a liberdade de consciência de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida a liberdade, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e das suas liturgias. Diante dessa liberdade de consciência, de crença de cultos, surge algumas perguntas a primeira é o preâmbulo constitucional. A pergunta é se sabe que o preâmbulo, aquele texto introdutório lá da sua Constituição Federal, estabelece lá que uma carta que começa nós, representantes do povo brasileiro, reunidos numa Assembleia Nacional constituinte e não no final e fala senhor sobre a proteção de Deus sob a proteção de Deus sob a proteção. The News quero fazer a primeira pergunta qual é a religião oficial do Brasil? A nossa religião ofi