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Direito Constitucional - Aula 23 - Poder Judiciário (Parte IV)play_circle_filled

Transcrição


Olá, meus amigos, tudo bem, estamos aqui em Brasília. Não é isso diretamente dos estúdios do Gran Cursos para mais um encontro de direito constitucional. Isso já falamos aqui, dessa parte geral, dessa primeira parte, do Poder Judiciário, onde falamos das garantias, da autonomia, na verdade autonomia funcional administrativa, autonomia orçamentária do Poder Judiciário. Falamos as garantias, isso. Falamos algumas regras, especificam férias coletivas, órgão especial, a promoção do juiz. E agora nós vamos falar de uma segunda parte do Poder Judiciário, uma parte importantíssima para o seu concurso. E nós vamos dar continuidade a esse assunto que certamente é um assunto que deve ser priorizado no seu concurso. Vamos lá. Vamos falar sobre a segunda parte, começando dentro do Poder Judiciário, com a competência da Justiça especializada isso competências da Justiça especializada, Poder Judiciário, Justiça especializada, especializada na ordem da Constituição. Vamos falar do artigo cento e catorze E não é isso o artigo Cento e catorze da Constituição. Se hoje ele traz elenca as competências da Justiça Trabalhista Ajuste Sobreira A Justiça do Trabalho. Não é isso. O artigo Cento e catorze Leia comigo, você deve estar acompanhando com o seu material. Com a sua posse, ela vai dizer que compete à Justiça do Trabalho processar e julgar. Olha só o que diz um seis um. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as ações oriundas da relação de trabalho, abrangido os entes de Direito Público Externo e da administração pública direta e indireta da União e do distrito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Aí surge a pergunta as ações oriundas da relação de trabalho abrangidos, entes de direito público externo na administração pública direta do Estado centralizado, municípios lógico, A Justiça do Trabalho, logicamente, e o Supremo já firmou entendimento de que olha, só foi o entendimento que a competência alcança. O julgamento do poder público, que o agente público olha só não alcança o julgamento entre o poder público, os agentes públicos, claro, a eles, vinculados por típica relação de natureza estatutária, cargo efetivo biologicamente cargo em comissão ou de caráter jurídico administrativo. Agentes contratados, por tempo determinado, claro, sabe porque é pessoal, porque a justiça do Trabalho só julga celetista. A Justiça do Trabalho só julga entregado à Justiça trabalhista. Cuidado com isso. Isso já caiu mais uma vez em prova, com muito cuidado. A Justiça do Trabalho não é competente para o julgamento entre o poder público e os agentes públicos. Logicamente, uma relação estatutária e a Justiça do trabalho não julga estatutários isso. A Justiça do Trabalho só julga sem nenhum cuidado. Com isso, olha só a justificativa para a existência da competência trabalhista dessa competência Sobreira o vínculo Funcional galesa. A justificativa da competência, o vínculo funcional. Cuidado. Se for uma relação entre o poder público, os agentes ou mesmo uma relação de caráter jurídico administrativa. Agentes de contratar contratados por tempo determinado, nos termos do artigo trinta e sete, não será julgado na Justiça do Trabalho, porque a Justiça do Trabalho só julga sem lei. Vista beleza tranquilo, avançando. Olha só uma consideração muito importante dentro do artigo. Catorze, Inciso dois. Os servidores vai dizer assim compete à Justiça do Trabalho processar e julgar dois as ações que envolvam o exercício do direito de greve. Lógico greve em uma relação celetista. Isso, inclusive, inclusive, a de ser observado a súmula do Supremo. O Supremo editou súmula vinculante sobre essa situação. Olha o que diz a lei tem que lei tem, que porque isso internaliza. Cuidado com o que diz A Justiça do Trabalho é competente para processar processar e julgar ação possessória ajuizada. Em decorrência, em decorrência do exercício do direito de greve pelos trabalhadores da iniciativa privada. Imagine a seguinte situação O empresário lá tem lá sua empresa. Em vários trabalhadores ocorre uma greve na iniciativa privada e os trabalhadores. Então, a propriedade sabe que o Supremo está relação decorrente do exercício de greve. Essa situação que é oriunda, ou seja, essa ação possessória são várias ações de reintegração da posse relacionada à posse, dentro de uma ação possessória, ou seja, tudo relacionado à ação possessória. Decorrência do exercício do direito de greve será competência da Justiça do Trabalho Grave Essa súmula vinculante número vinte e três, lendo mais uma vez olha o que diz A Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar uma ação possessória ajuizada em decorrência do exercício do direito de greve pelos trabalhadores da iniciativa privada. Se tem uma greve que é decorrente da iniciativa privada na iniciativa privada e ocorre uma perturbação na posse, compete inclusivamente à Justiça do Trabalho julgar essa situação jurídica beleza, então vamos a avançando. Olha o que diz o inciso três as ações sobre representação sindical entre sindicatos, entre sindicatos de trabalhadores em sindicatos empregadores. Quatro os mandados de segurança, habeas corpus e habeas data. Cuidado, cuidado. Quando a gente fala em habeas corpus, eu vou te falar posteriores. Você pode pensar que a Justiça do Trabalho tem competência criminal, já sai para que agora o habeas corpus é um remédio, tem natureza constitucional, não é isso, na verdade, protege a liberdade de locomoção, não necessariamente na esfera criminal. Então, cuidado. A Justiça do Trabalho, embora julgue habeas corpus, não tem competência criminal. Cuidado com isso, diz o inciso quatro. Compete à Justiça do Trabalho julgar os mandados de segurança, habeas corpus, habeas data, quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição. Cinco, os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista, que salvador disposto la na competência do STF. As indenizações por dano moral, cuidado, esse inciso aqui merece um asterisco como seu colega, Esse inciso que merece um voto piscando para você, curado, Olha que eles também compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as ações de indenização por dano moral ou patrimonial, dano moral e material também poderia dizer decorrência da relação do trabalho pessoal qualquer situação que gere dano moral ou patrimonial na relação de trabalho. A competência para julgamento também será da Justiça do Trabalho. Observe bem as indenizações por dano moral ou patrimonial decorrentes da relação de trabalho. Imagine um caso que aconteceu no Distrito Federal recentemente, uma empresa que, em Brasília convém falar em nome da empresa que os trabalhadores, como em qualquer empresa, devem bater metas. Não é isso. A empresa visa lucro, a empresa quer bater metas que cumprir suas metas e os trabalhadores que não conseguiram alcançar as metas, eram obrigados. Aprenda Na verdade eu vou falar para vocês. Não vão acreditar isso. Colocava o trabalhador que não bateu a meta com o trabalhador abraçados, na frente dos colegas e professores, todo mundo rindo. Uma situação, imagem abraçar, diferente, me abraçar de frente com outro problema. Seleções frente, encosta lugar, constata um constrangimento muito grande. Na verdade, imagine só indenizações por dano moral patrimonial a pergunta. Professores, uma reunião bateu meta com Aprenda como essa um indivíduo abraçar diferente, sem dano patrimonial, patrimonial, não tenham, gera dano moral? A como geral? Como já era claro que sim. E compete à Justiça do Trabalho julgar as ações por dano moral patrimonial decorrentes da relação de trabalho. Saiba disso isso a emenda constitucional quarenta e cinco, dois mil e quatro. Há interesse significativamente as competências de gestão do trabalho. Entende que, sim. As ações de indenização por dano moral ou patrimonial decorrentes da relação do trabalho. É uma competência da Justiça trabalhista, nos termos do artigo Cento e catorze. Agora, cuidado, assumam vinculante número vinte e dois, o Supremo editou súmula vinculante falando comigo, ela só que diz. Ainda dentro dessas ações da indenização, era só A Jus