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Direito Constitucional - Aula 24 - Poder Judiciário (Parte V)play_circle_filled

Transcrição


Olá, meus amigos, vamos dar dando continuidade nessa segunda parte do Poder Judiciário sobre competências do Poder Judiciário. Quando falando na ordem da Constituição Federal, nós falamos no artigo cento e catorze. A partir de agora nós vamos falar sobre a Justiça Eleitoral, com isso que está lá as competências no seu artigo cento e vinte, Isso começa em dezanove, de forma fica a cento e vinte. Muito bem. Olha só o que diz o artigo cento e vinte falando sobre a Justiça Eleitoral, a competência da Justiça Eleitoral muito bem o artigo cento e vinte no seguinte, haverá um tribunal regional na capital de cada Estado federal. Vai falar que os tribunais regionais fala da composição, mediante eleição, pelo voto direto e dois juízes, entre desembargadores do TJ. Disse que é muito importante essa composição de dez juízes, dentre juízes e direitos, escolhidos pelo TJ, pelo Tribunal de Justiça, de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital federal, ou não, havendo juiz federal escolhido, em qualquer caso, pelo TRF, pelo Tribunal Regional Federal respectivo. É muito importante a leitura seca dessas composições do artigo Cento e vinte é muito importante porque a sua prova pode cobrar os líderes pode cobrar o texto da lei? Não é isso? Então, fique atento com a leitura seca das composições do artigo cento e vinte aí por nomeação do próprio presidente da República, de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça. Muito bem, parágrafo segundo fala que elegerá seu presidente, o vice presidente, dentre os desembargadores, agora só o artigo cento e vinte e um. Ele disse que lei complementar disporá sobre a organização e competência dos tribunais, dos juízes de Direito e das juntas eleitorais. Uma lei complementar é responsável para dispor sobre a organização e competências e bem como o juiz contra juntos. Olha só as competências sejam cíveis ou criminais, Elas estarão em lei complementar, sejam cíveis ou criminais. Essas competências darão. É lei complementar o que diz o artigo cento e vinte e um. Usei o texto constitucional interpretando texto muito importante na sua prova. Parágrafo Primeiro vai falar que os membros dos tribunais, o juiz direito os integrantes das juntas eleitorais no exercício das suas funções e no que for aplicável, gozarão de plenas garantias e serão inamovível, ou seja, terão a inamovibilidade como qualquer juiz com qualquer membro. A garantia da inamovibilidade de não serem removidos. Ofício ser removido de ofício é uma garantia importante. Parágrafo segundo fala que os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo justificado, serviram por dez anos, no mínimo. Nunca tem mais dois biênios consecutivos sendo substitutos escolhidos da mesma ocasião e pelo mesmo processo em número igual para cada categoria. Lá, nos termos do artigo cento e vinte, agora é só o parágrafo. Tecer um cuidado merece uma grande atenção. Vai dizer que as decisões do TSE, Tribunal Superior Eleitoral, ou seja, a instância superior, mas isso a instância. Nós temos a primeira instância com distância superior esta suprema As decisões do TCE, que é um órgão de cúpula, no que diz respeito à Justiça Eleitoral são irrecorríveis, salvo quando contrariarem a Constituição Federal ou aos delegatários de habeas corpus e mandado de segurança. A questão econômica chegou, A própria Constituição fala que são irrecorríveis. As decisões serão recorrer da decisão ao calor. Todavia, caberá recurso quando contrariar a Constituição. Na verdade, que recurso é esse? Quando contraria a Constituição? Flamengo? Nós estamos falando que nós vamos falar a posteriori, que é um recurso extraordinário. O recurso extraordinário nos termos do artigo Cento e dois Esses três da Constituição Federal diz que, quando contraria a Constituição, qualquer decisão poderá chegar ao Supremo por meio desse recurso extraordinário. Isso, bem como aquelas que negaram delegata días contrárias a habeas corpus, mandado de segurança. Porque os remédios constitucionais, delegados da Justiça no que diz respeito ao PSE, estão superior. Também serão a competência do STF. Então o recurso extraordinário para o bem, como os delegatários de habeas corpus ou mandado de segurança, o cuidado e a própria Constituição, que diz são irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral, exceto salvo se contrariarem essa constituição e as delegatários de habeas corpus ou mandado de segurança. O parágrafo quarto também merece uma consideração das decisões do instância da Justiça Eleitoral. Nós falamos, o TSE está superior E agora aqui, no terreno das decisões do TRE, somente caberá recurso quando a própria Constituição, que diz quando forem proferidas contra disposição dessa construção de lei, ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais tribunais eleitorais. Versarem sobre inelegibilidade, expedições de diploma nas eleições federais, estaduais, anularem diplomas ou decretaram a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais. Isso delegarem a doação. Mandados de segurança, habeas corpus e mandados de segurança, habeas data ou mandado de injunção aos remédios convencionais. Também caberá recurso das decisões do grave. Isso grave, muito bem. Isso isso aqui quem prova constantemente não é Isso, comprova constantemente, estão muito cuidado com isso. Só caberá recurso nesse caso, aqui tranquilo, beleza. Agora, só cuidado. A Justiça Eleitoral ela julga, lógico, e você sabe disso. Ela julga crime eleitoral Para isso, ela julga de crime eleitoral que é diferente. É diferente de crime político a Justiça Eleitoral. Ela julga crime eleitoral, que será um crime eleitoral. Aquele infeliz que faz boca de urna comete crime eleitoral, transporte de eleitor no dia das eleições. Isso é crime eleitoral. Isso, crime eleitoral, compra de votos, crime eleitoral? Agora, cuidado, muita gente confunde. E África, a Justiça Eleitoral julga crime político. A Justiça Eleitoral não julga crime político. A Justiça Eleitoral julga crime eleitoral e saiba a Justiça Eleitoral. Ao contrário da justiça trabalhista, ela tem competência aqui, ou ela tem competência cíveis, criminais, beleza cíveis e criminais. Então, ela tem uma duplicidade na sua competência. Competência cíveis e criminais, cíveis e criminais. Grave isso beleza, Justiça eleitoral tem competência cível e competência criminal e ela julga crime eleitoral, e não crime político. Porque crime por isso é outra coisa, inclusive em crime político a competência da Justiça Federal. Isso, primeira instância, tem política ao sujeito que atenta contra a segurança nacional de Estado é diferente. A Justiça Eleitoral julga crimes eleitorais diferente, crime político e vai cair na sua prova falando que julga crime político. Cuidado com isso, crime eleitoral E, diferentemente da Justiça do Trabalho, a Justiça do Trabalho tem alguma competência criminal. O Supremo falou que não a Justiça do Trabalho não julga crime diferentemente à Justiça Eleitoral. Tem competência cível e criminal, beleza, duplicidade, pessoal, tranquilo até o nosso próximo encontro. Que Deus abençoe grandemente. Grande abraço.