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Direito Constitucional - Aula 26 2 - Poder Juduciárioplay_circle_filled

Transcrição


muito bem meus amigos. Olhe só falamos aqui, de todas as competências originárias do aquelas competências que nascem no STF, falamos lá uma a uma, as competências do STF. Falamos lá, na verdade, o artigo Cento e dois esses um falamos aqui até a linha da linha, até a linha, não isso. Aumentamos as competências que nascem no tribunal, são competências que influenciam diretamente no STF. Não falei de matérias que chegam por recursos. A partir de agora, nós vamos falar de matérias recursais. São temas que chegam ao STF, o recurso e o primeiro recurso que nós vamos falar de uma matéria que chegou ao Supremo, que vai chegar por recurso. Só que a questão relativa aos recursos ordinário, ou seja, o recurso ordinário, competências que chegaram ao Supremo por recursos, matérias que chegam ao STF por recursos, então olha o que diz o artigo Cento e dois, inciso dois, da Constituição Federal, Compete ao STF a guarda da Constituição, competindo de processar e julgar, em recurso ordinário, tema recursal. Pessoal, é só os remédios constitucionais. Compete ao STF julgar em recursos quando o Tribunal superior negativa, ou seja, for Nenê gato, a decisão em habeas corpus mandados de segurança, habeas data mandado de injunção decidida em única instância pelos tribunais superiores, ou seja, STJ, negou um habeas corpus, negou. O TSE negou quem que vai julgar em recursos e qual é o recurso de negar a história de tribunal superior em remédio constitucional, de mandado de segurança? Mandado de injunção, habeas corpus, habeas data É uma competência que chegou no Supremo por ricos recurso ordinário. Grave essa linha remédios constitucionais, quando delegatário a decisão dos tribunais superiores, decidida em única instância pelos tribunais superiores. Quem julga isso? Em recurso ordinário? Recurso comum ordinário, porque é comum um recurso comum ordinário, relembrando também aqui, ou já falamos sobre isso. É o que diz a minha, compete ao STF julgar recurso ordinário, tema, que cheguem recursos, o crime político que você se lembra muito bem no crime político. Não mesmo que crime eleitoral são coisas distintas. Crime política, uma coisa crime eleitoral é outra crime político. Quem julga não é justiça eleitoral. Isso, político, a regra? Quem julga primeira instância, o juiz federal, lembramos isso lá no artigo. Cento e nove crime político quem julga é o juiz federal de primeira instância. Se houver recurso, recorre para onde recorrer diretamente para o STF, Meu Deus do Céu. O cara recorda aqui em crime político, ele vai sair da primeira instância direto por Yousseff? Sim, é o que estabelece o artigo. Cento e dois, inciso dois A linha, bem da Constituição Federal, da primeira instância, que começa onde começa é originário. Na primeira instância, recorre se alguém perder uma condenação em crime político recorde, para onde diretamente para o STF. O que diz o artigo cento e dois dois b são as competências ordinárias. O STF também tem uma outra competência recursal. Nós falamos Nós falamos aqui, da competência que chega por recurso ordinário, que é um recurso comum, e agora também uma competência, conhecida como recurso extraordinário, Recurso ordinário Não é um recurso comum que vai chegar ao STF. Já o extraordinário são algumas situações extremamente excepcionais que só podem chegar nos casos expressamente ilimitados, lá no artigo cento e dois, inciso três, da Constituição Federal. Cento e dois dizem Assim compete ao STF, aguarda Constituição competindo em processar e julgar, mediante recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida. Olha só que interessante contrariar dispositivo dessa Constituição Se contrariar tema constitucional, porque o Supremo é o que o guarda da Constituição tema constitucional Constituição Federal. Quem julga recurso extraordinário para todo sistema condicional se lembra de recurso extraordinário declarar inconstitucionalidade no Supremo. É o guardião da Constituição. Ele que vai declarar inconstitucionalidade. Isso quando a decisão declara em condicionalidade, pode se recorrer de maneira extraordinária ao STF julgar válida lei ou ato de governo local contestado. Em face dessa Constituição se foi contestada em face dessa Constituição, tema constitucional, compete Suprema Guarda da Constituição quem vai julgar recurso extraordinário, o próprio STF e também a lei local contestado em face de lei federal. Ou seja, quando uma dessas duas leis está em conflito aqui, nós sabemos que uma dessas duas leis é dotada de inconstitucionalidade. Na verdade, então, se é tema constitucional, se inconstitucionalidade, quem julga isso? Conflito nem local em face de lei federal, logicamente, é o próprio STF, lembrando que essa competência, que é uma competência que cai muito em prova, confundindo você. Porque você vai ver que parece muito com as competências do STJ. Então, muito cuidado vale julgar quando, em última instância, recurso extraordinário. O STF julgar válida lei local, contestarem fácil lei federal. Exemplo O DF fez uma lei que está em conflito com a lei federal. Distrito Federal quase todos os dias. Tem isso, na verdade, Lei do DF no que diz respeito, quando seu federal atua como estado, porque ele atua também como o município. Ele tem essa essas duas competências quando DF faz uma lei distrital em conflito com a lei federal. Quem julga isso? O próprio essa em recurso extraordinário. Então a linha, a ideia eu estou falando de competências que chegaram ao Supremo de maneira extraordinária. Compete ao STF julgar recurso extraordinário. Falamos então de competências originárias que nascem no tribunal, competências que chegam por recurso. Pode ser um recurso ordinário que nós estudamos aqui Está no inciso dois. São a linha. Os remédios constitucionais julgados, denegados a decisão por tribunais superiores e também o crime político. Recurso ordinário e falarmos aqui das competências que chegam por recurso extraordinário, Beleza. Aqui estão os parágrafos falando que a arguição descumprimento de Preceito fundamental decorrente dessa Constituição será apreciada pelo STF. A famosa ABPF será apreciada pelo Supremo. As decisões definitivas de mérito proferidos pelo STF, nas ações diretas em consumo, nas adins, nas ações declaratórias a descer, produziram eficácia contra todos. Ou seja, erga homens vale para todo mundo e vai vincular. Nós vamos falar controle de funcionalidade relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário, da estação pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual, municipal, que vincula todo mundo. É isso. Nós vamos falar em momento oportuno sobre esse tema e o parágrafo terceiro do recurso extraordinário. O recorrente deve demonstrar a famosa repercussão geral Deve se demonstrar a repercussão geral. Deve se demonstrar repercussão, porque é que o tema tem que chegar ao Supremo Tribunal Federal. Tem que ter repercussão geral das questões constitucionais discutidos no caso, nos termos da lei, a fim de que o Tribunal Supremo examine a admissão do recurso. Ou seja, a admissão do recurso é condicionada a uma repercussão repercussão geral, definida em lei, somente poderão recusada pela manifestação de dois terços dos seus membros. Ou seja, dois terços dos membros do STF podem recusar a admissibilidade do recurso. Beleza muito bem. Falamos sobre o STF. Lá no final, vou fazer um resumo falando tanto quanto o STJ e agora vamos falar estritamente sobre o pessoal. O STJ tem as competências bem correlatas. Com as competências do STF, lembramos que o STF não colocar que Pequim o STF tem competências originárias. Lembramos disso e tem competências recursais o recurso que pode ser um recurso ordinário ou recurso extraordinário, mas o STJ bem parecido. O STJ também tem competências originárias que nascem, não está jota e também tem competências recursais. Recursos têm um recurso ordinário, que é o recurso. Como tem um recurso comum. Só que a diferença é essa. Aqui no STJ não é extraordinário. Que o recurso especial, lembramos que o recurso é o que está aqui. Nós estudamos o inciso três, fala de recurso