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Direito Constitucional - Aula 26 3 - Poder Juduciárioplay_circle_filled

Transcrição


os amigos, estávamos falando aqui sobre as competências do STJ. Já falamos sobre as competências do STF. Agora, estamos falando sobre as competências do STJ. É isso que nós já falamos aqui das competências que nascem no STJ, que são aquelas competências originárias. Na verdade, falamos aqui de uma uma das competências do STJ. Falamos lá da linha até a linha e do artigo. Cento e cinco esses um falamos competência por competência. Na verdade, agora, nós vamos falar do mesmo modo como falamos as competências do STF, algumas competências que chegam por recursos. Isso as competências que chegam por recursos. Mas vamos falar de uma competência que chega por recurso ordinário vai dizer senhor. Compete o STJ julgar recurso ordinário Superior Tribunal de Justiça, em recurso ordinário. Tema que chega por recurso os habeas corpus decididos, em única ou última instância, pelo MPF, Cuidado, PRF ou pelo STJ do Distrito Federal e Territórios quando a decisão for delegata. Nome ecológico O STJ é o órgão de cúpula da Justiça Comum. Qualquer habeas corpus decidirem muito última instância por TRF, Justiça Federal e os tribunais Justiça, segunda instância da Justiça Comum. Quem vai julgar isso? O órgão de cúpula da Justiça comum. O STJ é o órgão de cúpula da Justiça Comum e compete o STJ julgar os habeas corpus, decididos em única ou última, se for a única ou se foi a última instância quem vai julgar recurso de PRF ou no que diz respeito a habeas corpus Recurso ordinário direto para o STJ, quando se tratar de habeas corpus, de CPF ou Tribunal de Justiça. Segunda instância da Justiça, como beleza, muito bem a linha os mandados de segurança, decidido também, única instância pelo STF ou pelos tribunais estados. Mais uma vez o órgão de cúpula da Justiça Comum e da Justiça Federal. Justiça como estadual e da Justiça Comum Federal Quem vai julgar o mandado de segurança que, em última instância, pelos tribunais regionais federais ou pelos tribunais dos estados do DF? Logicamente também o STJ, as causas em que forem parte, que é diferente da mão. Isso, as causas e quem forem parte Estado estrangeiro. O organismo internacional. Lembramos essa linha. Segundo ajudam, na Justiça Federal, estado estrangeiro internacional, de um lado, e do outro município ou pessoa residente e domiciliada no Brasil, tema que chega por recurso. Lembramos disso. Lembramos aqui não só olha só se for uma causa estado estrangeiro, estado estrangeiro, vou colocar aqui pequenininho, organismo, vou abreviar internacional contra contra. Olha só município ou pessoa domiciliada no país. Tem que julgar originariamente isso esse conflito, ou seja, lembra você. Lembrou disso, é um juiz federal. JF da primeira instância recorre para onde, do juiz federal da primeira instância recorre para onde diretamente para o Tá aqui, ó a linha a ser o cara Sai da primeira instância da Justiça Federal, quando envolver Estado estrangeiro, organizacional e município pessoa direto para o STJ, as causas em que forem parte estado estrangeiro, organismo internacional de um lado e contra e do outro município, a pessoa domiciliada no Brasil. Quem julga isso? Recurso ordinário direto para o STJ, ou seja, da primeira instância da Justiça Federal, que nós já estudamos, recorre se direto para o jogo tranquilo, muito bem, Aí nós vamos falar agora do recurso especial a diferença. Lembramos o recurso extraordinário, temas excepcionais e também não é se você é um tema excepcional, que é um recurso especial, é o que diz o artigo. Cento e cinco, inciso três Vamos compete ao STJ julgar em recurso especial as causas decidida em única em última instância pelo TRF, pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais de Justiça do DF dos Territórios, quando a decisão recorrida beleza recurso especial Agora o CNJ é um órgão de cúpula da Justiça comum, justiça comum do Estado, justiça comum federal, ou seja, julgar recurso, quando a decisão recorrida contrariar, olha só, em especial em último distância pelos tribunais regionais federais ou pelos tribunais estados, O DF, território, quando a decisão recorrida letra contrariar tratado. A lei federal tem tema justiça, tratando aqui de lei federal. Quando se tratar de lei federal que vai ter em mente, vai lembrar na sua cabeça que compete ao STJ, falou em lei federal. Você vai lembrar de beleza julgar recurso especial quando a decisão recorrida contrariar tratado ou lei federal, nega? A exigência contrariou tratado ou lei federal. Cabe recurso especial. Olha o que diz a Nina Bbb- Julgar válida um ato de governo local contestado em face de Itaqui ou lei federal Lei federal ou se lembra de quem? Se ele federal Você lembra do STJ? Você lembra do recurso especial, mas vamos chamar, de RESP que isso se contrário à lei federal. Você lembra do Respe, recurso especial do STJ beleza para pior dera a lei federal ocupa se a lei federal se lembra de quem se lembra do respe Recurso especial Na verdade, tem uma técnica para ajudar a resolver a questão de prova era a lei federal Interpretação divergente da que aquele, haja atribuído outro tribunal. Se der a lei federal Interpretação divergente quem julga isso? Recurso especial no STJ? Então tá aqui ou julgar recurso especial as causas decididas em única e última instância pelo STF, a Justiça Federal e pelos tribunais dos estados Justiça comum Estadual Quando contrariar tratado ou lei federal, julgar vale ato de governo contestado em face de lei federal e a linha a ser a última linha era a lei federal. Interpretação de emergentes contraria, daquele, haja atribuído outro tribunal. Parágrafo único Funcionarão junto ao STF, JOTA A Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados na Verdade Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Juízes, vai funcionar junto ao STJ, CABELO, dentre outras funções, regulamentar cursos oficiais, os cursos para o ingresso e promoção na carreira. Quem vai fazer isso Aquilo vai funcionar hoje perante a Justiça perante o STF. Beleza, então, a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados vai funcionar junto ao STJ Beleza e também o Conselho da Justiça Federal CJF O CNJ funciona junto também ao STJ. Cabe exercer, na forma da lei, a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal, do primeiro do segundo grau, como órgão central do sistema e com poderes correcionais, cuja decisão terão caráter vinculante. Então, isso tematizando, vamos lá, falamos aqui das competências do STJ e vamos esquematizar, está lá, no quadro STJ. Primeiramente você já sabe que o STJ tem competência originária, que é uma competência que inicia. Inicia onde no tribunal abreviada colocar triplique ponto E também uma STF tem competência originária. Você já sabe que a competência originária, aquela competência que inicia no tribunal. Você sabe que as competências do STJ estão onde estão lá no artigo cento e cinco e a do STF estão lá no artigo. Cento e dois. As competências originárias estão aonde do STJ, no inciso um do artigo, cento e cinco e as competências originárias do Fisco, onde no inciso um do artigo cento e dois Também, o STJ tem competências que chegam por recurso primeiro recurso que tem no STJ o recurso ordinário e olhe só que coincidência bem simétrico. O STF também julga recurso ordinário para lá no artigo cento e cinco, inciso dois aqui no STJ e aqui também, inciso dois do artigo Cento e dois no que diz respeito ao STF. Na verdade, competências que chegam por recursos e agora cuidado a diferença de prova essa, tanto o STJ, quando o STF tem competência originária e têm competência por recurso ordinário. A diferença é que o STJ da nomenclatura aqui a competência recursal neste último caso, do inciso três do artigo. Cento e cinco, recurso especial e aqui ou no inciso três do artigo. Cento e dois recursos extraordinário. Essa diferença cuidado caiu na sua prova competência do STJ Vamos localizar, localiza. Se localiza a sua constituição ou no seu material de apoio caiu competência do STJ o recurso especial. Você vai lembrar de um tema qualquer, o tema que o STJ julga em recurso especial. Você vai lembrar de lei feder